31 de dezembro de 2008

TODA A PESSOA É UM INSTRUMENTO DE SI PRÓPRIA

Toda a pessoa é um instrumento de si própria, que pode e deve viver, continuamente, um processo de mudança, de forma a gerar desenvolvimento pessoal e social.
A maior parte das vezes usamos “máscaras” sobre o nosso verdadeiro “eu”, e representamos papéis que disfarçam a nossa pessoa real. Somos fingidos e pouco ou nada autênticos, anulando o nosso autoconhecimento e destruindo a possibilidade de uma comunicação com os outros honesta e sincera.
Temos medo de revelar aos outros quem somos e tentamos fingir até para nós próprios. Temos medo da avaliação que os outros possam fazer de nós, de, por vezes, nos acharem fracos, ingénuos,” bonzinhos”, abusando da nossa simplicidade e da nossa bondade, o que nos leva, muitas vezes, a nem sequer tentar algo de novo, com o medo do fracasso.
Eu penso que ser “Pessoa” implica a capacidade de sair de nós mesmos, de nos colocarmos no lugar dos outros, de compreender os outros e não desenvolver atitudes de manipulação ou redução seja de quem for, devemos aprender a confiar nos outros, confiando em nós mesmos aprendendo a aceitar humildemente os nossos limites, para assim amadurecermos interiormente. Acredito que o Mundo só será melhor, quando cada ser humano tiver consciência de que o segredo está na qualidade interior de cada um e, portanto, na sua própria qualidade pessoal.
Aceitar o nosso lado negativo e imperfeito, como humanos que somos, exige de nós a autenticidade sem fingimentos; a sabedoria de uma autocrítica sincera diária, de quem sabe reconhecer e identificar os erros e as faltas, as omissões; a tolerância e a capacidade de canalizarmos as nossas energias positivamente no desenvolvimento dos nossos dons, cultivando os nossos talentos.
Só quem se aceita como é pode aceitar os outros como eles são, e não como gostaríamos que fossem, pois todos temos os nossos defeitos e as nossas qualidades, limitações. Aprender a viver uns com os outros na harmonia de quem sabe relacionar-se e de quem aceita aprender com os outros… sempre. Sermos suficientemente humildes para reconhecermos os nossos erros e aceitarmos os erros dos outros.
Na minha opinião, para uma relação ser saudável e harmoniosa não é necessário que duas pessoas pensem da mesma maneira, ou concordem com as ideias uma da outra, mas que saibam aceitar e respeitar a diferença e a liberdade de cada uma.
Devemos saber enfrentar as críticas dos outros, aprendendo com elas, mesmo que sejam injustas.
Sentimos um bem-estar e uma alegria interior tão grandes, quando chegamos á conclusão que fizemos algo de útil pelos outros! Quando ajudamos alguém, apesar de por vezes nos olharem com indiferença e desdém, sabendo aprender até mesmo com as injustiças! Que muitas vezes nos magoam no mais fundo de nós.
Para terminar esta minha introspecção e autocrítica sinceras, deixo este pequeno texto de Saint-Exupéry.

“A doação enriquece.
A vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros na vida.
Nenhum encontro nosso deveria ser estéril, para aqueles que se aproximam de nós
Temos sempre algo a dar:
- Um pouco de alegria e muita esperança,
- Um pouco de verdade e muito optimismo;
- Um pouco de ânimo e acolhimento a este Mundo desnorteado, violento, de coração vazio, cansado de frustração e tédio.
Que eu nunca deixe partir, no mesmo estado em que encontrei, aqueles que de mim se aproximem.
Que, ao regressar, se sintam melhores, mais realizados, mais plenos e mais felizes.
Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um amigo.”
Deixemos pois de ser o amigo invisível, para passarmos a ser o amigo bem visível, capaz de olharmos à nossa volta e transmitir um sorriso de alegria e de esperança a todos aqueles que se cruzarem no nosso caminho.
Nós não podemos mudar o Mundo, mas podemos sim mudar e melhorar um pouco o nosso pequenino mundo, o mundo que nos rodeia, o mundo da família, dos amigos, dos conhecidos, do nosso ambiente de trabalho, enfim o mundo da nossa Comunidade Escolar.
A todos,
*UM FELIZ ANO NOVO*
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Conceição Duarte
Funcionária Administrativa

25 de dezembro de 2008

Memória deste Natal

Para assinalar este Dia de Natal deixamos como prendinha para as nossas visitas o registo da festa do 7º ano, que se realizou no passado dia 17.
Orientados pela sua professora de Língua Portuguesa, Drª Maria José Soares, os alunos do 7º A representaram uma adaptação do conto «Natal» de Miguel Torga, enquanto a turma do 7º B dramatizou o conto «Noite de Natal» de Sophia Mello Breyner Andresen.
O público, constituído maioritariamente por pais e familiares dos jovens artistas, associou-se ao coro que, no final da festa, entoou um cântico natalício.
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24 de dezembro de 2008

18 de dezembro de 2008

Há Festa na Escola!




Está a decorrer nas instalações da escola, a festa de Natal organizada pela Associação de Estudantes.
Esta actividade assinala o fim das actividades lectivas do 1º período.
Depois do lanche para todos seguiu-se uma sessão de Karaoke.
Neste momento, o aluno Ícaro Paiva do 12ºD está a dar música ao pessoal com a sua guitarra eléctrica.
Bom descanso a todos.

17 de dezembro de 2008

Aí está ele...

... o primeiro Fio Condutor deste ano lectivo.
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Festa de Natal - AE

A Associação de Estudantes da ESCM propõe realizar amanhã uma festa de Natal envolvendo toda comunidade escolar.
A festa decorre na escola entre as 15 h e as 18h.

11 de dezembro de 2008

A efeméride de ontem

Esta era a entrada que se impunha ontem, só que o mano Fio absorveu todas as atenções.
A professora de EMREC estava atenta e, na data certa, assinalou o Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos, no átrio da escola.
Enquanto não chegamos ao material divulgado, deixamos a partilha daqui.
Todos os dias são bons para lembrar os direitos de todos e cada um de nós.
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10 de dezembro de 2008

Projecto Escola - Electrão

Daqui a pouco tempo, o espaço exterior da escola (frente ao portão para a Avenida 25 de Abril) vai dispor de um caixote -ponto Electrão, onde vamos poder entregar todos os EEE - Equipamentos Eléctricos e Electrónicos, que muitas vezes se amontoam nas nossas casas ou que acabam por ter um destino pouco adequado e não respeitador do ambiente.
Os resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE) constituem o tipo de resíduos com maior crescimento na União Europeia. Cada cidadão europeu gera, em média, 14 quilogramas de REEE por ano, segundo a Comissão Europeia, embora outros estudos apontem para valores superiores. Um dos problemas associado ao fluxo dos REEE é a presença de substâncias perigosas para o ambiente e a saúde, como o arsénio,o cádmio, o chumbo e o mercúrio.
Este projecto, a cargo do professor João Paulo Patrício foi iniciado no ano lectivo anterior e pretende constituir mais uma acção da Escola Campos Melo em defesa do ambiente, uma vez que a separação e recolha de outros resíduos, como o papel e plástico também já está implementada na escola, com a ajuda dos alunos do curso de Gestão Ambiental.
Mais informação sobre o Projecto Escola - Electrão aqui.

8 de dezembro de 2008

Concurso "Na Senda de Darwin"

Esta é a terceira prova submetida ao concurso "Na Senda de Darwin", pela equipa "Tentilhões da Campos Melo", constituída por três alunos do 12ºB: Ana Gonçalves, Daniela Marques e Guilherme Monteiro.
A terceira prova pretendia que as equipas concorrentes idealizassem o que teria sido um dia a bordo do Beagle, na viagem de cinco anos que Charles Darwin efectuou.
A montagem final do filme teve a preciosa ajuda do André Fernandes, do 10ºA e claro, do Clube de Cinema da escola.


Para visualizar outros filmes a concurso clicar no sítio Ciência Hoje

5 de dezembro de 2008

Será apenas um violino, ou uma melodia de natal?! Ou então apenas a simples música a entrar-nos no coração!

O vilolino é grande, tem uma forma arrendondada, com um círculo na parte mais baixa da madeira. Tem uma cor acastanhada que reflecte as noites de grande espectáculo o reflexo das pessoas que o tocam, as cordas esticadas e alongadas o brilho dos rasgos das cordas, o toque da melodia suave produzida pelas impressões dos toques dos dedos. O brilho, a luz da cor, do acabamento da junção das quinas, nos cortes redondos, o acabamento das cordas, o estremecer das vibrações .Todo aquele conjunto de ligações , a alegria que ele transmite, um perfil do lado esquerdo com um rasgo de cor preta , os espaços direitos que se vêm através das cordas, o impulso de lhe poder tocar. Todo o seu acabamento, a sua estrutura , as curvas que o contornam numa faixa irregular a acabar numa parte em bico, com o reflectir da cor mais escura do acastanhado da sombra e das rugas e rasgos, por mais pequenos que sejam marcados pelo tempo. Pois só tocando nele, ele transmite tudo o que quer mostrar.

Leitura, para pensar!

Leituras de Natal III

A NOITE DE NATAL

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Acorda, pequeno rei!
Estremunhado, o pequeno rei esfrega os olhos e senta-se na cama. Nisto bate com o nariz num lenço atado na ponta de um fio que pende do tecto.
— Ah, o lenço! De que é que não me queria esquecer?
Tu querias abrir a porta, pequeno rei.
O pequeno rei desliza descalço até à porta do quarto.
— Está bem assim? — pergunta, abrindo a porta.
Não, não é uma porta qualquer. É uma especial, a última! Pensa, pequeno rei!
— Já sei! — Corre para a biblioteca e pára em frente de um quadro.
Até que enfim! Estás no local certo.
O pequeno rei abre a última portinha do calendário do Advento, a do número 24. Bate palmas entusiasmado, e já está completamente acordado.
— Oh, que maravilha! Então hoje é Noite de Natal! Será que a árvore já está feita? Vamos lá ver.
Aos saltos de contente, dirige-se à porta da sala e tenta rodar a maçaneta da porta. Está fechada à chave.
O pequeno rei espreita pelo buraco da fechadura.
Nada de espiar, pequeno rei! Esta porta só se abre quando o sino tocar.
— Então ainda tenho de esperar muito tempo! Tempo de mais, até!
O pequeno rei dá meia volta e corre em direcção à porta da entrada.
Ei! Onde é que tu vais? Ainda estás em pijama!
— Está bem, pronto, eu visto-me primeiro.
Após alguns minutos, já está lá fora a esbracejar.
— Estão aqui rastos de trenó! Ah, apanhei-o! Está aqui!
O Pai Natal está aqui, na minha sala!
É possível. De certeza que está a preparar tudo para a Noite de Natal.
— Oh, tenho de ver isso! — exclama o pequeno rei, correndo para a janela. — Talvez consiga ver alguma coisa pelo lado de fora.
Tem paciência, pequeno rei.
— Ora, deixa-me em paz! Eu quero saber tudo, tudinho!
Com cuidado, o pequeno rei põe-se em bicos de pés para chegar ao parapeito exterior da janela. Mais acima! Mais um bocadinho… Zum! A persiana desce.
Aí está! Tem mesmo de ser uma surpresa.
Agora, o pequeno rei sente-se ofendido.
— Assim não, querido Pai Natal! Eu não deixo que me ponham de fora!
Sai dali a correr e desaparece na arrecadação.
Em que é que estás a pensar desta vez? Acalma-te. Até à distribuição dos presentes, o tempo passa depressa.
O pequeno rei não responde. Em vez disso, sai da arrecadação, arrastando pela neve uma escada enorme, que encosta contra o muro do palácio.
Pára com isso imediatamente!
Sobe para o telhado e senta-se diante da chaminé. Também tem uma cana de pesca com ele.
— Agora, vou pescar algumas bolachas de Natal. No meu palácio, eu faço o que quero.
E deixa cair o fio de pesca pela chaminé abaixo. Depois, dá à manivela e volta a puxar.
— Hurra! Uma estrela de canela! humm, destas é que eu gosto. Vamos lá repetir de novo.
O pequeno rei pesca mais bolachas de Natal.
— Oh, uma bolachinha de baunilha! Que maravilha! Que delícia! Este lugarzinho é mesmo um esconderijo calmo e escondido. Um lugarzinho com muitas bolachinhas, ah,ah,ah!
Felicíssimo, o pequeno rei põe-se a dar saltos e a rir.
Isso não tem graça nenhuma, pequeno rei. E não andes assim aos saltos, presta atenção. Cuidado! Oh, não! Escorregou, já não o consigo ver!
O pequeno rei escorrega do telhado, cai ruidosamente sobre um monte de neve e, em seguida aterra-lhe em cima neve do telhado. Já não se vê mais nada dele.
Onde estás, pequeno rei? Ainda estás vivo? Responde!
Mas ninguém responde. Em frente do palácio só está um boneco de neve.
Ei, boneco de neve, sabes onde está o pequeno rei?
— Enterrado — responde o boneco de neve. E grita depois: — Ajuda-me, Grete!
Vem aí o cavalo preferido do pequeno rei. Fareja o boneco de neve e empurra-o ligeiramente:
— Hiiii!!
Oh! Dentro do boneco de neve está escondido o pequeno rei! Grete, ele está a bater os dentes! Vai enregelar cá fora na neve.
— E…est… está mm… mui…to fffrio .
Grete agarra o pequeno rei pela ponta das calças e leva-o para o estábulo. Deita o amigo com cuidado na manjedoura e cobre-o com palha.
— Ah, Grete, que amorosa que tu és – suspira satisfeito o pequeno rei.
Olha, vem aí mais alguém. O esquilo Arbustinho trouxe-te uma noz.
— É muito boa.
E o cão Au-Au dá-te o seu osso preferido.
O pequeno rei arregala os olhos.
— Bem, talvez mais tarde, para a sopa.
O gato trouxe-te um cobertor e o Piu Piu vai cantar-te uma canção.
— Que simpático! E é tão natalício!
Muito bonito, até parece um presépio de Natal: palha na manjedoura, o boi e o burro ao lado…
— Como? – o pequeno rei e a Grete fazem uma cara de indignados.
Bem… não: o rei e o cavalo. Ainda tens frio?
— Está melhor. É quentinho e faz coceguinhas boas. É agradável.
Dlim-dlão! Grete e o pequeno rei esticam os pescoços.
O sino de Natal está a chamar para a distribuição das prendas.
Dlim-dlão.
Com um salto, o pequeno rei sai da manjedoura.
— Ah, até que enfim! Agora vai começar.
Com mais calma, pequeno rei.
Corre para o palácio direito à árvore de Natal. Que bonita está! Ainda mais do que no ano passado. Todas as velas ardem, a grinalda reluz, e nos ramos estão penduradas figurinhas de madeira e bolachinhas redondas.
— E aqui estão as prendas.
Há também um prato com bolachas em cima da mesa posta. Hum, que bem que cheira o assado de Natal.
O pequeno rei mete à boca uma bolacha e abre a primeira caixa.
— Estou tão nervoso. O que haverá lá dentro? Oh, um jogo de xadrez novo.
Ei, alguém bate à porta. Ora vê quem está à janela: os teus amigos do estábulo. Eles também estão curiosos.
O pequeno rei abre outra prenda sem prestar atenção ao que lhe dizem.
— Ah, deixa-me em paz, tenho de desembrulhar as prendas.
O que haverá dentro desta caixa? Oh, um lenço com um nó!
— Mas isto não é nenhuma prenda a sério! Será que me tornei a esquecer de alguma coisa?
Com certeza! Afinal querias abrir uma porta! A porta mais importante do Natal. Tu já sabes…
O pequeno rei ri:
— Claro, um rei sabe sempre tudo!
Corre para a porta principal e abre-a. Todos os animais estão na entrada e olham-no com expectativa. Pouco tempo depois, já todos estão sentados a comer debaixo da árvore de Natal.
— Ora prova lá esta bolacha com açúcar!
— Hiiii.
— Miaauuu.
— Claro que podes comer as da árvore!
Todos riem, estão felizes e dividem entre si as bolachas e o assado.
Bom, então um feliz Natal a todos!
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Hedwig Munck, Der kleine König: neue Geschichten mit der kleinen Prinzessin Plauen,
Junge Welt, 2002

4 de dezembro de 2008

Peça do mês de Dezembro

A Peça do Museu Educativo da Escola Campos Melo do mês de Dezembro é o Higrómetro de Daniel, um instrumento em forma de tubo em U que serve para determinar a temperatura de condensação e a humidade do ar. Para sabe mais acerca do património histórico é conhecer e visitar o museu da escola.

3 de dezembro de 2008

Cursos de Análise Laboratorial e Gestão Ambiental em Visita à ETA - Capinha

Os alunos dos cursos Técnico de Análise Laboratorial e de Gestão Ambiental, realizaram no dia vinte e seis de Novembro uma visita de estudo à Estação de Tratamento de Águas da Capinha, a fim de, entre outros objectivos, se inteirarem dos aspectos fundamentais da gestão, garantia e melhoria da qualidade da água, bem como identificar equipamentos e operações /processos de tratamento de água para consumo humano.
Professoras Guida Silva, Cristina Lourenço e Marina Santos

2 de dezembro de 2008

Da turma de Gestão Ambiental para a comunidade

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No dia 28 de Novembro de 2008 colocámos na entrada principal da escola o presépio idealizado e elaborado por todos os alunos da turma.
Empenhámo-nos com afinco e dedicação na sua produção, só assim sendo possível a sua concretização num tão curto espaço de tempo.
O projecto foi realizado no âmbito do currículo da disciplina de OSTRS, utilizando materiais recicláveis e reutilizáveis, uma das temáticas exploradas no currículo do Curso Técnico de Gestão Ambiental.
Com o nosso simbólico contributo desejamos a todos um Feliz e Santo Natal.
Texto da Turma de Gestão Ambiental (12º K)
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publicação de Ana Teixeira, Cristina Ribeiro e Inês Pascoal

1 de dezembro de 2008

Dia Mundial de Luta Contra a Sida

Comemora-se hoje o Dia Mundial de Luta Contra a Sida.
Na Escola e durante a semana serão exibidas curtas metragens acerca da problemática que afecta todo o mundo, em particular o continente africano.
As curtas a exibir relatam estórias e situações da realidade africana bastante próxima da realidade dos países desenvolvidos, mais do que à partida parece ser...!


"NUNCA SOZINHO"
Curta metragem que será exibida na mostra Histórias de África que o Clube de Cinema da ESCM coordenará em cooperação com o Programa de Educação para a Saúde e todos os docentes envolvidos na actividade.

"Histórias de África" é uma colecção de filmes sobre o HIV/SIDA de grandes realizadores africanos baseados em ideias de jovens africanos e que gentilmente foi cedida pela Associação Abraço.

(Prof. José António Farias - Clube de Cinema da ESCM.)

30 de novembro de 2008

Simulando Aprendemos!...

CEF – ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - 92ºE
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Com o objectivo de praticar de forma simulada situações de carácter empresarial, foram criadas empresas na turma, de modo a que os alunos tomem uma maior consciência do trabalho que os espera, nomeadamente a realização de actividades da rotina administrativa, sendo a sala de aula um escritório simulado.
Assim, no dia 26 de Novembro, realizou-se na nossa Escola um intercâmbio com alunos do mesmo curso da Escola Integrada de S. Domingos, que constou de:
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“Almoço de Negócios” na cantina;
Visita às instalações;
Reunião de Trabalho na biblioteca: Divulgação das empresas criadas em ambas as Escolas.
Foi uma experiência muito interessante e divertida da qual os alunos gostaram bastante e estão muito empenhados em continuar a realizar tarefas que os façam viver a realidade laboral.
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A Coordenadora do Curso: Ana Paula Fernandes


28 de novembro de 2008

Leituras de Natal II

Rob tinha quinze anos e vivia numa quinta. Todas as madrugadas se arrastava para fora da cama para ajudar a mungir. Às vezes, sentia que o esforço era demasiado.Rob gostava do pai. Não sabia até que ponto, quando um dia, um pouco antes do Natal, ouviu o pai a dizer à mãe:
― Mary, custa-me muito chamar o Rob de manhã. Ele está a crescer muito depressa e precisa de dormir. Gostava de conseguir desembaraçar-me sozinho.
― Mas não consegues, Adam. A voz da mãe era determinada.
― Eu sei ― disse o pai lentamente ― mas a verdade é que me custa mesmo ter de o chamar.
Ao ouvir estas palavras, Rob sentiu algo a mexer dentro dele: o pai amava-o! Nunca antes pensara nisso. Passou a levantar-se mais depressa. O sono fazia-o tropeçar e vestia a roupa com os olhos bem fechados. Mas, mesmo assim, levantava‑se.
Na véspera de Natal do ano em que fazia quinze anos, estava deitado a olhar pela janela do sótão e a desejar ter um melhor presente para o pai do que uma gravata de dez cêntimos comprada na loja.
Lá fora, as estrelas brilhavam, e havia uma em particular que lhe parecia ser a Estrela de Belém. ― Pai ― perguntara uma vez ― o que é um estábulo?
― É apenas um celeiro como o nosso ― respondera o pai.
Então Jesus nascera num celeiro, e fora para um celeiro que os pastores e os reis magos se tinham dirigido, com os seus presentes de Natal.
Ficou siderado com a ideia. Por que não dar um presente especial ao pai? Podia levantar-se cedo, mais cedo do que as quatro horas, e esgueirar-se para o celeiro para mungir. Faria tudo – mungir e limpar – sozinho. Quando o pai chegasse, veria tudo já feito. E saberia quem o fizera.
Nessa noite, deve ter acordado umas vinte vezes. Às três menos um quarto, levantou-se e vestiu-se. Desceu silenciosamente as escadas, tendo especial cuidado com as tábuas que rangiam, e saiu. Uma grande estrela cor de ouro avermelhado pairava por cima do celeiro. As vacas olhavam-no, sonolentas e surpreendidas.
Nunca antes mungira sozinho, mas parecia fácil. Não parava de pensar na surpresa que o pai teria. Sorria e mungia com segurança, deitando para a selha dois fortes jactos, espumosos e perfumados. As vacas estavam surpreendidas mas anuíam. Era a primeira vez que se portavam bem, como se soubessem que era Natal.
A tarefa foi desempenhada com mais facilidade do que habitualmente. Pela primeira vez, mungir não era penoso. Era algo de diferente: um presente para um pai que o amava.
De volta ao quarto, só teve tempo de tirar a roupa no escuro e de saltar para a cama, porque já ouvia o pai a levantar-se. Cobriu a cabeça com os lençóis para silenciar a respiração ofegante. A porta abriu-se.
― Rob! ― chamou o pai. ― Temos de nos levantar, filho, mesmo sendo Natal.
― ‘Tá bem ― disse com sono.
― Vou indo ― disse o pai. ― Vou pondo as coisas a andar.
A porta fechou-se e Rob ficou quieto, a rir com os seus botões. Os minutos nunca mais passavam – dez, quinze, não sabia quantos – até que ouviu de novo os passos do pai.
― Rob!
― Sim, Pai?
O pai estava a rir, um riso esquisito, soluçante.
― Pensavas que me enganavas, não?
― É por ser Natal, Pai!
O pai sentou-se na cama e apertou-o contra si, num grande abraço. Estava escuro e não conseguiam ver os rostos um do outro.― Agradeço-te, filho. Nunca ninguém fez coisa mais bonita…
― Oh, Pai.
Não sabia o que dizer. O seu coração transbordava de amor.
― Bom, parece que posso voltar para a cama ― disse o pai, volvido um momento. ― Espera… estás a ouvir? Os pequeninos já estão a acordar. Agora que penso nisso, nunca vos vi a olhar pela primeira vez para a árvore de Natal. Estava sempre no celeiro. Anda daí!
Rob levantou-se, vestiu-se de novo e desceram para ver a árvore de Natal. Depressa o Sol tomou o lugar da estrela. Oh, que Natal aquele, e como o seu coração quase rebentou de timidez e alegria quando o pai contou à mãe e aos mais novos que ele, Rob, se tinha levantado sozinho.
― O melhor presente de Natal que alguma vez tive, e hei-de recordá-lo, meu filho, todos os anos na manhã de Natal, enquanto for vivo.
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Pearl S. Buck, Lighting candles in the dark
Philadelphia, FGC, 2001
via
Clube dos Contadores de Histórias

27 de novembro de 2008

Feira do Livro na BECRE


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A partir de ontem, 26 de Novembro, e até ao próximo dia 12 de Dezembro, pode ser visitada a habitual Feira do Livro no horário normal da BE/CRE.

26 de novembro de 2008

Tomada de posse da AE da ESCM

Está a decorrer no auditório da escola, a tomada de posse dos membros da Associação de Estudantes (AE) da ESCM.
A nova AE é constituída pelos seguintes alunos:
Fábio Fazenda - Presidente, 12ºD;
Luís Paulo - Presidente do Conselho Fiscal, 91K;
Pedro Nunes - Secretário, 12ºA;
Cláudia Gusmão - Tesoureira, 12ºA;
Ana Rita Santos e Inês Ramos - Vogais, 12ºC.
No momento da fotografia, os novos membros da associação procederam logo de seguida a um levantamento de sugestões de actividades a serem desenvolvidas na escola durante o ano lectivo em curso.

24 de novembro de 2008

Dia Nacional da Cultura Científica

Comemora-se hoje o nascimento do físico Rómulo de Carvalho, ou seja, do poeta António Gedeão, efeméride escolhida há anos para assinalar o Dia da Cultura Científica em Portugal.
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Se pretender ver os vídeos num formato maior pode ampliá-los a partir do seu endereço no YouTube: 1, 2, 3, 4, 5, 6, e 7 (partes do documentário).
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Todos os anos, por esta data, instituições científicas, universidades, escolas, associações e museus abrem as portas dando a conhecer as actividades que desenvolvem.
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A professora Rosa Simões e os alunos do CLUBE DE HOLOGRAFIA da Campos Melo estiveram presentes, neste fim de semana, no FÓRUM DE CIÊNCIA. Eis aqui umas notas sobre a sua participação:
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Viemos ontem do Forum Ciência Viva.
Esteve muito animado.
Havia muitas experiências dos vários projectos, palestras, workshops, animações...
Mostrámos os nossos holgramas, no stand da Universidade de Aveiro, integrados no projecto da HOLOREDE.
A Vitória e o André (do 10ºA) aprenderam imensas experiências novas que havemos de mostrar a todos (estamos a pensar fazer um show de Física no Dia das Ciências... ).
E, muitas descargas depois... também aprenderam a usar a máquina de Van der Graff sem apanhar choque!

22 de novembro de 2008

Valeu a Pena

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Nunca pensei que esta sexta-feira chegasse assim tão de repente, quando há um ano me inscrevi neste processo de RVCC. Pensei que mais dia menos dia iria desistir devido à falta de tempo e à sofisticação exigida por este processo.

Mas eis que ali estou eu. À minha frente oito pessoas, entre formadores e responsáveis.

E perguntava eu para mim mesmo quem sou eu para merecer tamanha importância? Afinal não sou só um número, não sou mais um do molho? Que importância tenho eu para esta gente? O que significa a minha vinda, de tão importante para esta gente, professores, formadores e respectiva assistência neste auditório?

Sou como num jogo de xadrez a peça mais importante em todo este tabuleiro, sou na realidade alguém a quem se dá a importância devida, alguém que me faz recordar os tempos idos de infância, em que os valores morais me eram incutidos em casa e na escola pela minha professora, que ainda hoje não esqueci e nunca esquecerei.

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Todos estes professores neste auditório querem algo de mim, querem que eu seja mais que um simples aluno, querem eu lhes mostre o fruto do seu trabalho, da sua dedicação, a mim, a um adulto que porventura só lhes causei trabalho e dores de cabeça.

Afinal são pessoas especiais! Tão especiais como muita gente conhecida das revistas, são “pessoas” especiais anónimas, somente conhecidas por quem lida diariamente com elas. Têm ainda uma disponibilidade que não sei explicar bem, será que não têm vida familiar? Filhos? Marido ou esposa? Que pessoas são estas que se dedicam de corpo e alma a uma causa? A um processo de RVCC, de adultos que pelas mais diversas razões deixaram de estudar e que agora querem completar os seus estudos! E querem que tudo lhes seja explicado e interpretado, como se fossem os professores, que estão diante de si, os culpados das suas “desgraças” pessoais!

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Sinto o dever de hoje e aqui, deixar um bem-haja a todos estes professores que acima de tudo desempenham uma função social, de tolerância e de transmissão de valores que tão esquecidos estão hoje. Sempre mal vistos e desamparados como estão, são seres humanos dedicados à causa de outros, os quais não conhecem e tão afavelmente acolhem no mundo do ensino.

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....................................................................José Reis

.........................Formando do RVCC certificado com o 12º Ano

21 de novembro de 2008

Blogue da Gestão Ambiental

A turma 91k do CEF de Gestão Ambiental da escola secundária Campos Melo pretende levar a cabo a construção de um ‘Blogue’, no âmbito das actividades curriculares do curso para divulgação e exposição de trabalhos/projectos/visitas de estudo, já realizados e a realizar.
Agradecemos todo o tipo de colaboração que a Comunidade Escolar possa facultar, comprometendo-nos desde já a fazer o nosso melhor em prol deste projecto.
Professora Cristina Lourenço

20 de novembro de 2008

Dia Internacional da Filosofia

A Escola Campos Melo assinalou, mais uma vez, o Dia Internacional da Filosofia. Com o objectivo de levar os alunos a reconhecer a Filosofia como um espaço de reflexão interdisciplinar e a desenvolver as suas capacidades de expressão, de comunicação e de diálogo, foram constituídos três grupos de trabalho.
No contexto da temática “Desafios e Horizonte da Filosofia, o Lugar do Homem no Universo”, cada grupo procurou responder a uma das três grandes questões da Filosofia: Quem somos? De onde vimos? Para onde vamos?
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O trabalho final resultou num painel, colocado no átrio da escola, onde a ordem lógica das questões serviu de mote a uma reflexão interdisciplinar, complementar e crítica acerca do LUGAR DO HOMEM NO UNIVERSO.
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Paralelamente a esta actividade, nos intervalos das aulas, é cantado por todos e acompanhado à guitarra o poema “ A Pedra Filosofal”. Passam ainda no clube de rádio músicas seleccionadas sobre os temas.
Um bom dia de reflexão!
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A professora de Filosofia
Paula Saraiva

18 de novembro de 2008

Eleições para a Associação de Estudantes

O som da música ambiente que se ouve durante os intervalos das aulas veio revelar o começo oficial da campanha para a eleição da nova associação de estudantes da escola.
Este ano as duas listas concorrentes são as listas E e I, sendo encabeçadas respectivamente pelos alunos Afonso Santos, do 11ºA e o Fábio do 12ºD.
As eleições decorrem já na próxima quinta-feira.
O Breves_online, sempre atento às questões da ecologia relembra os membros das duas listas concorrentes que no final da campanha, devem proceder à recolha e reciclagem de todo o papel produzido, distribuído e afixado na escola (que não é pouco).
Porque a consciência ecológica também deve ser um dos valores a ter em conta por estes dias.

14 de novembro de 2008

Ontem, 13 de Novembro, pelas 21h30mn, tomou posse o Conselho Geral Transitório.
Após a cooptação dos representantes das actividades de carácter Científico, Económico e Cultural representados, respectivamente, pelo Dr. Pedro Farromba, director executivo da Parkurbis, pelo sr. Fernando Bicho, em representação da Associação Empresarial dos concelhos da Covilhã, Belmonte e Penamacor, e pela Dr.ª Elisa Calado Pinheiro, Directora do Museu dos Lanifícios e representante da UBI, de imediato se procedeu à eleição do seu Presidente, de acordo com o DL 75/2008, Artigos 13º e 60º.
Após um período de reflexão, durante a qual foram tecidos elogios, por parte de alguns membros presentes, à minha pessoa, pela dedicação, exemplo e experiência acumulados ao longo de três mandatos como Presidente da Assembleia de Escola, agora extinta, disponibilizei-me para assumir o cargo de presidente do novo órgão, propondo-me continuar a cumprir empenhadamente as minhas funções.
Dos dezassete membros, com direito a voto, manifestaram treze a intenção de me eleger como Presidente do Conselho Geral Transitório.
A todos o meu bem-haja e, pela décima vez consecutiva, irei desempenhar com zelo, isenção e rigor as competências que me estão atribuídas por Lei.
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João Boléo de Matos Silva

Artes é na Campos Melo

A pintura de natureza-morta (com temática de arranjos de frutas, legumes e utensílios domésticos) surgiu como um género mais simplório, no início do Barroco, derivado das pinturas que representavam cenas religiosas em cozinhas populares. Eis os trabalhos expostos no átrio da Escola.


13 de novembro de 2008

Os Magos que não chegaram a Belém

Há sempre os que conseguem e os outros. Os que ficam pelo caminho.

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Com os magos aconteceu o mesmo. Só três – os reis Baltasar, Melchior e Gaspar – chegaram a Belém e deixaram os seus presentes, de ouro, incenso e mirra, aos pés do Menino.
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Luísa Dacosta, Natal com Aleluia

"A Melodia"

No teu olhar, vi-te passar, mas esse sorriso fugiu-me, deixando-me a chorar.
Nos teus lábios, encontro essa noite ao luar, nem sequer me consigo concentrar.
Esse sorriso eleva-me a alma, mas sei que no dia seguinte voltarás.
O Amor crescerá, mas será que nós podemos ficar os dois? Não sei quanto tempo mais posso
aguentar! Contudo um de nós sofre eternamente uma mágoa profunda.
No mar profundo vejo teu reflexo e na natureza um espelho permanente.
Se conseguisses aparecer naquele momento acho que me saltaria o coração para as
mãos. Mas as lágrimas tão impacientes e insólitas vagueiam num profundo suspiro.
Os olhos brilham em ti como uma luz de natureza, sem querer descobrir da Primavera
ainda profunda e adormecida. Mas amanhã será outro dia e os teus olhos voltarão a brilhar
como um raio de sol, que encadeiará tudo por onde passar!

11 de novembro de 2008

Alunos ensinam os Pais


Os alunos de 7ºano, receberam os Pais e Encarregados de Educação para participarem na sessão “Matemática é uma Ciência para Todos”, em que eles foram os professores. A sessão decorreu na 6ª feira, dia 7 de Novembro pelas 19:00h. em formato Workshop, contando actividades como origamis, jogos matemáticos e desafios interactivos no computador, utilização do quadro interactivo e desafios matemáticos em papel.

Os alunos estavam distribuídos por estas diferentes actividades, na qualidade de professores, para ajudarem no trabalho dos “seus alunos”.


O entusiasmo e o empenho de todos os intervenientes foi tal, que a sessão se prolongou até passar das 21:00h, sentindo-se todos bem nos seus papéis.






Sessões idênticas a esta irão decorrer a 13 de Fevereiro para o 8ºano e a 24 de Abril para o 9ºano. Os professores do Departamento de Matemática agradecem a participação activa e entusiástica de todos neste projecto.
Bem hajam.

E agora, José?*

É mesmo o que apetece perguntar... aqui e agora.
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*Título "roubado" a um poema de Carlos Drummond de Andrade que começa assim: .
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
...
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e a um livro de José Cardoso Pires, de onde o excerto que se segue:
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Aos cinquenta anos dei por mim a fumar ao espelho e a perguntar E agora, José. Fumar ao espelho, qualquer José sabe isso, é confrontarmo-nos com o nosso rosto mais quotidiano e mais pensado. (...) Aqui tens, José, o homem que te interroga. Que te fuma e te duvida. Que te acredita. E com esta me despeço, adeus, até outro dia, e que a terra nos seja leve por muitos anos e bons neste lugar e nesta companhia. Pá, apaga-me essas rugas. Riscam o espelho, não vês ?
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Aqui fica uma reflexão, de um ex membro do CCAP, e aqui outra cuja leitura se recomenda.
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Nota: Para que não haja mal-entendidos o José do título é cada um de nós.

9 de novembro de 2008

Indignação II

Não sei quantos seremos, mas que importa?!
Um só que fosse, e já valia a pena .
Aqui, no mundo, alguém que se condena
A não ser conivente
Na farsa do presente
Posta em cena!

Não podemos mudar a hora da chegada
Nem talvez a mais certa,
A da partida.
Mas podemos fazer a descoberta
Do que presta
E não presta
Nesta vida.

E o que não presta é isto,
esta mentira
Quotidiana
Esta comédia
desumana
E triste,
Que cobre de soturna maldição
A própria indignação
Que lhe resiste.
Miguel Torga

6 de novembro de 2008

Peça do Mês de Novembro de 2008


Instrumento didáctico utilizado para demonstrar
princípios da Física relacionados com o vácuo.
Construído em latão, apresenta ligações para a máquina pneumática: fazendo o vácuo não se consegue separar os hemisférios.

Com o valoroso contributo dos colegas do Clube do Museu e do colega João Boléo na reportagem gráfica.

5 de novembro de 2008

Escola Centenária - Revista Fórum Estudante

Uma reportagem do aluno João Rodrigues, que frequentou a escola até ao ano lectivo passado, para a revista Fórum Estudante.
Este ano lectivo encontra-se na universidade a frequentar o curso de Medicina. Para ler o texto completo cliquem na imagem para ampliá-la.


Download da revista aqui
Revista Fórum online aqui