Mostrar mensagens com a etiqueta dias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta dias. Mostrar todas as mensagens

11 de maio de 2015

DIA DA EUROPA

            O Clube Europeu da ESCM participou no Dia do Departamento das Ciências Sociais e Humanas, a 8 de maio, com a dinamização de várias atividades referentes à União Europeia.
            Com o empenho e esforço dos alunos inscritos no clube, das turmas do 11º C, 12º A e 12º C, e ainda, com a ajuda dos alunos do 11º G e a colaboração da professora, Dra. Isabel Santos ,  o Clube Europeu da ESCM  assinalou  este dia com a realização das seguintes  atividades:  montagem  do “espaço” Clube Europeu da ESCM apresentando o trabalho elaborado ao longo do ano, com destaque para o logótipo do clube e  para os jogos interativos/didáticos  sobre a União Europeia; distribuição  de material informativo à comunidade escolar,  sobre a União Europeia ; dinamização do Peddy paperÀ Descoberta da Europa”, incidindo sobre  as exposições  de Geografia, História e Filosofia ; Workshop sobre “Estudar e trabalhar na UE” com a participação da Professora Doutora Paula Marques Santos, do Team Europa,  e uma Conversa com o Eurodeputado Professor Doutor Miguel Viegas sobre o “Futuro da Europa…”.
            A todos aqueles que tornaram possível a concretização deste dia, o Clube Europeu da ESCM deixa aqui um agradecimento sincero pela sua colaboração.

O Clube Europeu da ESCM: Anabela Costa, Genoveva Costa e Olga Fernandes

10 de maio de 2015

Dia da Europa - 8 de maio de 2015


Decorreu na passada sexta-feira na ESCM. Um dia muito animado e cheio de atividades alusivas ao tema.

23 de outubro de 2014

Dia Mundial da alimentação na ESCM

A turma do 10º E proporcionou a toda a comunidade escolar uma refeição saudável no dia Mundial da Alimentação. 
Parabéns 10º E.





26 de setembro de 2014

Dia Europeu das Línguas

Coincidindo com o Dia Europeu das Línguas, o Departamento de Línguas
                     da ESCM assinala hoje o seu dia,
«Na sequência do êxito do Ano Europeu das Línguas   L-2001, o Conselho da Europa instituiu o Dia Europeu das Línguas, a ser celebrado todos os anos no dia 26 de setembro. 
Os objetivos gerais do Dia Europeu das Línguas são:
1- Alertar o público em geral para a importância da aprendizagem das línguas e diversificar a oferta linguística de modo a incrementar o plurilinguismo e a compreensão intercultural;
2- Promover a riqueza da diversidade linguística e cultural da Europa, que deve ser preservada e valorizada;
3- Fomentar a aprendizagem de línguas ao longo da vida, dentro e fora da Escola, seja para fins académicos ou profissionais, seja para fins de mobilidade ou por prazer e intercâmbio.»
in 
http://edl.ecml.at/Home/Whatisit/tabid/1760/language/pt-PT/Default.aspx 

A professora de português: Elsa Duarte
Vídeos: 
https://www.youtube.com/watch?v=EtBief6RK_I

https://www.youtube.com/watch?v=92y1zwF8NF8

10 de dezembro de 2012

Dia Mundial de Luta contra a SIDA


Turma do Curso de Técnico Auxiliar de Saúde comemora o Dia Mundial de Luta contra a SIDA
No dia 3 dezembro de 2012, os alunos do 11ºF do Curso de Técnico Auxiliar de Saúde assinalaram o Dia Mundial de Luta contra a SIDA. Procurando sensibilizar a comunidade escolar para a existência desta doença que continua a matar milhões de pessoas, desenvolveram e promoveram uma série de atividades. Realizaram um peditório a favor da Associação Abraço, colocaram dois grandes laços vermelhos nas entradas principais do recinto escolar e projetaram, no átrio da escola, um vídeo realizado por eles. Para além disso, os alunos convidaram a comunidade escolar, no primeiro intervalo da manhã, a participar na iluminação de um laço gigante feito de velas, ao som da música “Remorso”, dos Da Weasel e, na parte da tarde, assistiu-se à projecção do filme “Philadelfia”. Deixam ainda aqui um apelo:

“Se desistires de te proteger contra a SIDA, não tens consideração pela vida! “ 11º F




22 de outubro de 2012

Entrega de Diplomas aos melhores alunos do concelho da covilhã



No âmbito das comemorações do dia da cidade da Covilhã, a Câmara Municipal, à semelhança do que tem feito em anos anteriores, homenageou os bons alunos do concelho.
A cerimonia teve lugar no dia 13 de outubro, no Teatro Municipal.

Parabéns aos alunos da Escola Secundária Campos Melo que, no ano letivo de 2011-2012, se destacaram pelos bons resultados: 

9º Ano:
MARIANA MOURA DOS SANTOS ALMEIDA

12º Ano:

catarina raquel abreu ramos
daniella lopes de figueiredo
rodrigo carvalho ramos
telma soraia ribeiro vicente
daniela marques da silva
joão miguel saraiva miraldes
joão pedro pires santos
Frederico joaquim santa lopes ramos duarte
leandro gonzalez cutelo
Ana sofia esteves barata paiva
beatriz torgal martins
julie saraiva pais
mariana silva roberto
Madalena gonçalves c. s. coelho  
sara filipa martinho nicolau
vera rute soares gomes
antónio pedro santos serra
inês filipa duarte pereira
rui jorge pereira lourenço
sara raquel barbosa pinto
nélia vila fonseca
inês patrícia fonseca costa sousa
Diana soraia gonçalves dos santos
Tiago miguel mendonça martins
débora do carmo mendes
filipa daniela cunha brito
gabriel américo marques gonçalves
ana de jesus martinho machado
inês ramos cruz
sofia costa craveiro
daniela saraiva miraldes
sara isabel cardoso silva
Ana catarina pinto correia
ana luisa costa serra
barbara isabel gouveia matos
guilherme carvalho ramos
fábio daniel gonçalves brito
ana sofia saraiva patricio
catarina  isabel esteves santarém
daniel lopes barroso
António guilherme seixas mendes
andré saraiva geraldes      
marilia duarte bernardo
ricardo jorge oliveira rabasquinho
sofia alves lazera

20 de outubro de 2012

20 de outubro - dia da cidade da Covilhã


O passado da Covilhã remonta aos tempos da romanização da Península Ibérica, quando foi castro proto-histórico, abrigo de pastores lusitanos e fortaleza romana conhecida por Cava Juliana ou Silia Hermínia. Quem mandou erguer as muralhas do seu primitivo castelo foi D. Sancho I que em 1186 concedeu foral de vila à Covilhã. E, mais tarde, foi D. Dinis que mandou construir as muralhas do admirável bairro medieval das Portas do Sol.
Era já na Idade Média uma das principais "vilas do reino", situação em seguida confirmada pelo facto de grandes figuras naturais da cidade ou dos arredores se terem tornado determinantes em todos os grandes Descobrimentos dos séculos XV e XVI: o avanço no Oceano Atlântico, o caminho marítimo para a Índia, as descobertas da América e do Brasil, a primeira viagem de circum-navegação da Terra. Em plena expansão populacional quando surge o Renascimento, sector económico tinha particular relevo na agricultura, pastorícia, fruticultura e floresta. O comércio e a indústria estavam em franco progresso. Gil Vicente cita "os muitos panos finos". O Infante D. Henrique, conhecendo bem esta realidade, passou a ser "senhor" da Covilhã. A gesta dos Descobrimentos exigia verbas avultadas. As gentes da vila e seu concelho colaboraram não apenas através dos impostos, mas também com o potencial humano.
(...........................................................)
A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de Outubro de 1870 pelo Rei D. Luís I, por ser "uma das villas mais importantes do reino pela sua população e riqueza."

                                                                                             wikipedia

2 de outubro de 2012

Dia do Diploma - 28-09-2012




Na passada sexta-feira, dia 28 de setembro pelas 18.30, decorreu, no Auditório da ESCM, a entrega dos Diplomas aos alunos que concluíram o 12ºano em 2011-2012.
A todos eles, votos de uma vida profissional cheia de sucesso.

21 de novembro de 2011

12 de novembro de 2011

Magusto na ESCM

Na cantina da Escola, no próximo dia 16, pelas 16.30.

Aparece, com boa disposição!!

25 de outubro de 2011

Entrega dos Diplomas - 30-09-2011

Pelas 18.00, no Auditório, foi feita a entrega de Diplomas aos alunos que se destacaram, pelo seus resultados, no ano letivo de 2010-2011.
A todos eles muitos parabéns e votos de um futuro brilhante!!


21 de outubro de 2011

20 de Outubro - Feriado Municipal da Covilhã

O passado da Covilhã remonta aos tempos da romanização da Península Ibérica, quando foi castro proto-histórico, abrigo de pastores lusitanos e fortaleza romana conhecida por Cava Juliana ou Silia Hermínia. Quem mandou erguer as muralhas do seu primitivo castelo foi D. Sancho I que em 1186 concedeu foral de Vila à Covilhã. E, mais tarde, foi D. Dinis que mandou construir as muralhas do admirável bairro medieval das Portas do Sol. Era já na Idade Média uma das principais “vilas do reino”, situação em seguida confirmada pelo facto de grandes figuras naturais da cidade ou dos arredores se terem tornado determinantes em todos os grandes Descobrimentos dos sécs. XV e XVI: o avanço no Oceano Atlântico, o caminho marítimo para a Índia, as descobertas da América e do Brasil, a primeira viagem de circum-navegação da Terra. Em plena expansão populacional quando surge o Renascimento, sector económico tinha particular relevo na agricultura, pastorícia, fruticultura e floresta. O comércio e a indústria estavam em franco progresso. Gil Vicente cita “os muitos panos finos”. O Infante D. Henrique, conhecendo bem esta realidade, passou a ser “senhor” da Covilhã. A gesta dos Descobrimentos exigia verbas avultadas. As gentes da vila e seu concelho colaboraram não apenas através dos impostos, mas também com o potencial humano. A expansão para além-mar iniciou-se com a conquista de Ceuta em 1415. Personalidades da Covilhã como Frei Diogo Alves da Cunha, que se encontra sepultado na Igreja da Conceição, participaram no acontecimento. A presença de covilhanenses em todo o processo prolonga-se com Pêro da Covilhã (primeiro português a pisar terras de Moçambique e que enviou notícias a D. João II sobre o modo de atingir os locais onde se produziam as especiarias, preparando o Caminho Marítimo para a Índia) João Ramalho, Fernão Penteado e outros. Entre os missionários encontramos o Beato Francisco Álvares, morto a caminho do Brasil; frei Pedro da Covilhã, capelão na expedição de Vasco da Gama para a Índia, o primeiro mártir da Índia; o padre Francisco Cabral missionário no Japão; padre Gaspar Pais que de Goa partiu para a Abissínia; e muitos outros que levaram, juntamente com a fé, o nome da Covilhã para todas as partes do mundo. Os irmãos Rui e Francisco Faleiro, cosmógrafos, tornaram-se notáveis pelo conhecimento da ciência náutica. Renascentista é Frei Heitor Pinto, um dos primeiros portugueses a defender, publicamente, a identidade portuguesa. A sua obra literária está expressa na obra “Imagem da Vida Cristã”. Um verdadeiro clássico. A importância da Covilhã, neste período, explica-se não apenas pelo título “notável” que lhe concedeu o rei D. Sebastião como também pelas obras aqui realizadas e na região pelos reis castelhanos. A Praça do Município foi até há poucos anos, de estilo filipino. Nas ruas circundantes encontram-se vários vestígios desse estilo. No concelho também. Exemplos de estilo manuelino também se encontram na cidade. É o caso de uma janela manuelina da judiaria da Rua das Flores. É o momento de citar o arquitecto Mateus Fernandes, covilhanense, autor do projecto da porta de entrada para as Capelas imperfeitas, no mosteiro da Batalha.
As duas ribeiras que descem da Serra da Estrela, Carpinteira e Degoldra, atravessam o núcleo urbano e estiveram na génese do desenvolvimento industrial. Elas forneciam a energia hidráulica que permitiam o laborar das fábricas. Junto a essas duas ribeiras deve hoje ser visto um interessante núcleo de arqueologia industrial, composto por dezenas de edifícios em ruínas. Nos dois locais são visíveis dezenas de antigas unidades, de entre as quais se referem a fábrica-escola fundada pelo Conde da Ericeira em 1681 junto à Carpinteira e a Real Fábrica dos Panos criada pelo Marquês de Pombal em 1763 junto à ribeira da Degoldra. Esta é agora a sede da Universidade da Beira Interior na qual se deve visitar o Museu de Lanifícios, já considerado o melhor núcleo museológico desta indústria na Europa.
A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de Outubro de 1870 pelo Rei D. Luís I, por ser “uma das villas mais importantes do reino pela sua população e riqueza”.


5 de outubro de 2011

5 de outubro - Implantação da República

A propósito do feriado do 5 de Outubro…
Os últimos anos do regime monárquico foram marcados por um clima de crise económico/financeira o que provocou um forte descontentamento social, sobretudo, nos setores da burguesia e do operariado. O rápido crescimento do partido republicano, o ultimato inglês de 1890 e a revolta de 31 de Janeiro de 1891, foram outros fatores que ditaram a queda da monarquia.
Face a este clima de tensão o rei dissolveu o Parlamento e entregou a chefia do governo a João Franco, que passou a governar em ditadura.
A oposição ao regime monárquico atingiu o máximo de violência em Fevereiro de 1908, quando o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro Luís Filipe foram mortos num atentado no Terreiro do Paço.
Com o regicídio, assumiu o trono D. Manuel II, filho segundo de D. Carlos e de D. Amélia. O rei procurou acalmar a situação e demitiu, de imediato, João Franco. Porém, o fim da monarquia era assumido como inevitável.
No dia 5 de Outubro de 1910, foi proclamada a República consequência duma revolução militar, mas também civil, que contou com o apoio da Carbonária e da Maçonaria.
Nomeia-se um Governo Provisório, presidido por Teófilo Braga, cuja principal função era assegurar o governo do País até à aprovação da Constituição Republicana e à eleição do 1º Presidente da República.
O Governo Provisório adoptou, desde logo, uma nova bandeira, uma nova moeda (o escudo) e o hino nacional passou a ser A Portuguesa.



As professoras de História: Otília Geraldes e Fernanda Paiva