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27 de abril de 2014

"Viver abril" - Recital de Poesia

No dia dos Departamentos, subordinado ao tema "Viver abril", a literatura teve um lugar de destaque. Alunos e professores de Português recordaram a poesia e a música de  intervenção numa homenagem a todos os que usaram a palavra como arma na conquista da liberdade. Foi um agradável momento de partilha e muita emoção.


2 de dezembro de 2012

Fernando Pessoa



No dia 30 de novembro cumpriram-se 77 anos sobre a morte de um dos nossos maiores poetas. Lembremo-lo pela sua obra.

Quando vier a Primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim.

Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma

Se soubesse que amanhã morria
E a Primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.

Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é.

Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
Heterónimo de Fernando Pessoa 


(colaboração do blog: Experiências em Português)

23 de março de 2012

92E às descobertas

 Visita de Estudo à "Lisboa das descobertas"

No passado dia 13 de Janeiro, a turma do 2º ano do Curso de Educação e Formação de Operador de Fotografia participou numa Visita de Estudo à “Lisboa das descobertas”, no âmbito das disciplinas de Língua Portuguesa e Artes Visuais.
À chegada a Lisboa, por volta do 12h30, a turma dirigiu-se à Escola Secundária Marquês de Pombal, onde se realizou o almoço.
Em seguida o grupo visitou a igreja do Mosteiro dos Jerónimos, onde viu os túmulos do maior poeta português, Luís de Camões, e do grande navegador Vasco da Gama. Ao passear pelo claustro viu, ainda, os túmulos de Fernando Pessoa e de Alexandre Herculano. Alguns alunos até tiraram fotografias junto da Fonte do Leão.
No primeiro andar do claustro, assistiu à representação do “Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente, que os alunos iam estudar na disciplina de Língua Portuguesa, pela companhia teatral “Ar de filmes”. A turma ficou muito surpreendida com a peça e divertiu-se imenso.
Depois, fez-se um percurso a pé passando pelo Centro Cultural de Belém, Torre de Belém, Padrão dos Descobrimentos, Planisfério das descobertas portuguesas, Praça do Império e, finalmente, a visita terminou nos famosos Pastéis de Belém.
Texto elaborado na aula de Língua Portuguesa pela turma 92º E
 
A professora de Língua Portuguesa: Elsa Duarte

19 de maio de 2011

Concurso Nacional de Leitura 2010-2011 - Telma Vicente



Parabéns Telma!! Continua!!
A ESCM orgulha-se de te ter como aluna! Continuamos a acompanhar a tua prestação e a torcer por ti!!

No dia 14 de Maio tiveram lugar, em Lisboa, as semi-finais do CNL 2011 nas quais participaram 72 FINALISTAS provenientes de todo país. Estes finalistas foram inicialmente apurados de entre cerca de 20 000 candidatos oriundos de centenas de escolas do 3º. Ciclo e do Secundário. Nesta 1ª. FASE do CNL foram seleccionados cerca de 2000 concorrentes.


FINALISTAS


3º. CICLO


BRAGANÇA
Ana Margarida Gomes − Escola Secundária Emídio Garcia, Bragança
CASTELO BRANCO
José Alberto Ferreira − Escola Secundária Nuno Álvares, Castelo Branco
Rodrigo Lindeza − Escola Secundária Quinta das Palmeiras, Covilhã
COIMBRA
Gustavo Dias Afonso − Escola Básica Martim de Freitas, Coimbra
LISBOA
João Filipe Porfírio − Escola Secundária de Miraflores, Oeiras
SANTARÉM
João Filipe Madeira − Escola Secundária Ginestal Machado, Santarém



SECUNDÁRIO

AVEIRO
Augusto Rachão − Escola Secundária Manuel Laranjeira, Espinho
BEJA
Marisa Franco Sofrino − Escola Secundária de Moura
BRAGA
Filipa Dias − Escola Secundária D. Sancho I, Vila Nova de Famalicão


CASTELO BRANCO
Telma Vicente − Escola Secundária Campos de Melo, Covilhã


FARO
Ana Rita Silva − Escola Secundária Francisco Fernandes Lopes, Olhão
VILA REAL
Rafael Miranda − Escola Básica e Secundária António da Natividade, Mesão Frio

11 de abril de 2011

O Acordo Ortográfico no Dia dos Departamentos

Que depressa chegou o Dia dos Departamentos!

Desde o início de Fevereiro as aulas de Português do 10º A, B, C e D incluem , de vez em quando, "um cantinho" dedicado à apropriação das novas regras ortográficas e à planificação das tarefas de divulgação: dar à luz o blogue Experiências em Português e produzir os postes; pesquisar informação e disponibilizá-la na plataforma moodle; projetar os cartazes, a apresentação e os desdobráveis informativos; alinhar os testes de verificação de conhecimentos, as fichas de avaliação da atividade, os diplomas de participação... 
No início da última semana de aulas começou a azáfama final… tudo teria de estar a postos na quinta-feira, 7 de abril, data em que os Departamentos Disciplinares da Campos Melo animaram a escola, como tem sido hábito. 
Logo na segunda, ficaram prontas as cópias dos desdobráveis, dos testes, das fichas de avaliação, os diplomas. 
Na terça e na quarta, finalizaram-se e afixaram-se os cartazes. Ultimou-se a apresentação em powerpoint, que serviria de suporte da sessão de divulgação. Grande, grande roda-viva!



No dia 7, quinta-feira, cerca do meio-dia, no Auditório da ESCM decorreu o momento culminante de todas as tarefas: a Sessão de Divulgação das Novas Regras Ortográficas, dinamizada pelos alunos de Português do 10º A, B, C e D junto dos alunos do 7º A e B.

A sessão foi um êxito de interação: os dinamizadores saíram-se primorosamente e o público esteve muito atento e interessado.  
Parabéns, alunos nossos!



A próxima etapa deste caminho vai ser a divulgação junto dos pais e encarregados de educação, prevista para o início do terceiro período.


Elsa Duarte e Maria José Ivo - Professoras de Português do 10º Ano

20 de março de 2011

(N)O caminho do Acordo Ortográfico - Etapa IV

Hoje... sim. Vamos começar a divulgação das alterações introduzidas pelo Acordo Ortográfico.

Enquanto os mestres se preparam um bocadinho mais antes de iniciarem as suas 'postagens', para se ter uma ideia geral das mudanças, aqui deixamos o Guia Rápido do Expresso/Visão, publicado aqui, já vai para mais de um ano.



Elsa Duarte e Maria José Ivo - Professoras de Português do 10º Ano

Crédito: Agradecimentos a Diogo Moura, pela ajuda na publicação da infografia.

24 de fevereiro de 2011

(N)O caminho do Acordo Ortográfico - Etapa III

Unidade na Diversidade

Com o tema em epígrafe terminamos a série de "perguntas frequentes" sobre o Acordo Ortográfico. Esperamos ter dissipado algumas dúvidas de carácter geral.

O acordo ortográfico implica que Portugal, o Brasil e os PALOP passem a adotar a mesma norma linguística?
Não. O que se unifica é apenas a ortografia. Os aspetos que distinguem as normas linguísticas portuguesa e brasileira mantêm-se inalterados. Os restantes PALOP seguem a norma linguística portuguesa.

Se nos PALOP se escreve e fala como em Portugal, por que foi necessário celebrar um acordo ortográfico com eles?
Portugal não é dono da língua portuguesa. Para além disso, as nossas antigas colónias são hoje países independentes, aos quais não podemos impor modos de falar ou de escrever. Daí a necessidade de acordo.
.
Este acordo ortográfico significa que vamos passar a escrever como no Brasil?
Não. No entanto, muitas das simplificações ortográficas que adotámos com esta revisão, há muito que vigoram no Brasil e talvez esteja aí a raiz desta polémica.
Para lá de uma ortografia comum, ambos os países manterão diferentes as suas normas linguísticas, bem como as suas tradições ortográficas.


in Manual Escolar 2.0


De facto, para além das medidas uniformizadoras, este Acordo legitima formas diferentes para cada uma das normas - Português Europeu e Português do Brasil -, isto é, mantem-se grafias diferentes para cada norma, por exemplo: António/Antônio, bebé/bebê,...

Nos próximos postes veremos as mudanças com mais pormenor.

Com este Acordo continua, assim, assegurada a diversidade e a riqueza da Língua Portuguesa, como a cantam as Vozes da Rádio neste Samba do Acordo Ortográfico .





Elsa Duarte e Maria José Ivo - Professoras de Português do 10º Ano

Nota: O presente texto está escrito de acordo com as novas regras ortográficas.

19 de fevereiro de 2011

(N)O caminho do Acordo Ortográfico - Etapa II

Já houve outros acordos ortográficos no passado? Então, por que continua diferente a forma de escrever no Brasil?

Sim, já houve acordos.
Portugal e Brasil sempre se procuraram entender em matéria de ortografia, sobretudo em publicações oficiais e no ensino. Essas tentativas ocorreram em 1915, 1931, e 1943.
No entanto, o dinamismo linguístico brasileiro e o afastamento geográfico entre os dois países foram enraizando no país irmão formas de escrever que se aproximavam do modo como lá se falava, o que tornava incumprível qualquer acordo que se fizesse com Portugal.
Por outro lado, houve algumas decisões unilaterais, tanto por parte de Portugal como por parte do Brasil, que acabaram por alimentar as diferenças ortográficas que hoje se atenuam com este acordo.
A forma diferente de escrever faz-se sentir sobretudo a nível sintático, embora também existam diferenças ao nível lexical e semântico, e resulta essencialmente do facto de o Brasil se reger por uma norma linguística diferente da portuguesa.
O que este acordo procura fazer é justamente procurar aproximações entre as duas normas através do uso de uma ortografia comum.



Independentemente dos acordos e desacordos entre Portugal e Brasil, a ortografia da nossa língua foi-se alterando ao longo dos séculos, sempre na tentativa de verter na escrita, o mais fielmente possível, o que se pronuncia na fala.
Ora observemos!


Mudanças Ortográficas da Língua Portuguesa
através dos tempos
.

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Daqui

Elsa Duarte e Maria José Ivo - Professoras de Português do 10º Ano
Nota: O presente texto está escrito de acordo com as novas regras ortográficas.

18 de fevereiro de 2011

Oficina de Escrita - Português-10º Ano

 Texto de Apreciação Crítica

 Imagem daqui

     Quando a biografia de John Grogan me foi recomendada não tinha grandes expectativas acerca da mesma. Confesso que, para mim, “Marley & Eu” era apenas mais uma história, de mais um animal. No entanto, sou levada a admitir que este foi dos melhores livros que já li.
    Trata-se da história da vida de John Grogan, conhecido colunista, com Marley, o seu labrador retriever. São as aventuras e emoções que este animal concede à sua família que “prendem “ os leitores. Marley roía tudo o que aparecesse à frente, roubava roupa, destruía paredes e tinha o dom de levar os donos à loucura. Mas nem com este comportamento ele deixa de ser amado por todos. Marley morre com 14 anos, deixando a família desolada mas também uma lembrança eterna no coração dos seus donos.
     O que o torna um bom livro é o facto de o autor retratar todo o amor, toda a lealdade, carinho e toda a alegria da sua vida com o cão. É o facto de nos mostrar que, muitas vezes, é um simples ser de quatro patas, e que se baba para cima das pessoas, que nos mostra que são as coisas mais simples e os pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espectacular. O que o torna um bom livro, capaz de amolecer até quem não gosta de animais, é, ao fim ao cabo, o autor falar das suas vivências com o seu fiel amigo. Sem tirar sem pôr: é mostrar que o amor de um cão pode fazer de nós pessoas melhores, pessoas mais felizes.
    Como diria Grogan “um cão não se interessa em saber se somos ricos ou pobres, educados ou iletrados, burros ou inteligentes. Dêem-lhe o vosso coração que ele dar-vos-á o seu”. E é bem verdade!

Márcia Poeta, nº 17, 10º C

12 de fevereiro de 2011

(N)O caminho do Acordo Ortográfico - Etapa I

O que é isso do Acordo Ortográfico?



Porquê um Acordo Ortográfico?

Qual a razão que nos levou a estabelecer um acordo de revisão ortográfica com o Brasil? Afinal, não falamos todos Português?
Não houve apenas uma razão, mas várias. Uma delas foi, sem dúvida, evitar que a língua se começasse a escrever de modo diferente nos diversos países de expressão portuguesa e outra, intrinsecamente ligada à anterior, prende-se com a intenção de criar um vasto espaço de língua portuguesa, relevante em termos económicos, que permita a circulação de publicações escritas numa ortografia comum.
Para lá destas razões, há também outras de natureza cultural e de afirmação política que interessam a todos os envolvidos, visto que o acordo não é apenas celebrado com o Brasil, mas com todos os outros países de língua oficial portuguesa.

Há quem diga que não era necessário acordo ortográfico nenhum: bastava que em Portugal se fizessem as alterações ortográficas sem envolver os outros países.
Afinal, não há nenhum acordo ortográfico entre os países que falam Inglês e todos se entendem. Será assim?
Nada nos obrigava, de facto, a estabelecermos um acordo ortográfico com os PALOP e o Brasil.
No entanto, na sua base está o argumento de que se o não fizéssemos deixaríamos campo aberto à influência brasileira sobre os restantes países de língua portuguesa, o que acabaria por se refletir na própria projeção internacional da língua – muito mais vista como a língua do Brasil que a de Portugal.
Por outro lado, este acordo retarda a fragmentação ortográfica que poderia rapidamente resultar em tantas línguas portuguesas quantos os países que a falassem reduzindo o Português que aqui falamos a uma espécie de dialeto – um pouco o que passa com a atual língua galega.
Este acordo também convém ao Brasil, a quem não interessa, tanto em termos políticos como culturais, que a língua que fala se transforme em “brasileiro”, afastando-o da esfera de uma comunidade linguística espalhada por todos os continentes.
O caso do Inglês é diferente. Em primeiro lugar, porque é impossível unificar uma ortografia em dezenas de países que a têm como língua oficial; e em segundo, porque a sua internacionalização funciona justamente como elemento unificador. Todos reconhecemos alguém que fale Inglês, mesmo que o faça com pronúncia do Zimbabué, da Papua Nova Guiné, do Canadá ou da Nova Zelândia.

Elsa Duarte e Maria José Ivo - Professoras de Português do 10º Ano

Nota: O presente texto está escrito de acordo com as novas regras ortográficas.
À direita em para saber mais, neste Blogue, está o link para um conversor de texto para as novas regras ortográficas..

4 de fevereiro de 2011

(N)O caminho do Acordo Ortográfico - Partida

Até há dias era como se nada se passasse!




http://videos.sapo.pt/YTO3PIdeFaTbP7ffcy6Q (Com imagens da ESCM)


Entretanto, a decisão tomou a letra da lei:


Vamos pôr o Acordo Ortográfico a andar?

Foi esta a questão que as professoras da disciplina de Português do 10º ano se colocaram perante as dúvidas e interrogações dos alunos, dos colegas e de outros membros da comunidade educativa, já para não dizer da sociedade em geral.


E foi assim que decidiram planear um conjunto de iniciativas tendo em vista a divulgação da Revisão Ortográfica que, por lei, as escolas terão de aplicar no próximo ano letivo, 2011/2012, a par da introdução dos novos programas de Português no 7º ano.

Iniciamos, hoje, esse projeto com a primeira de uma série de postagens sob a epígrafe «(N)O caminho do Acordo Ortográfico» que asseguraremos até ao final do ano, prometendo, desde já, outras atividades para o Dia dos Departamentos, a realizar em 7 de abril próximo.

Para já, o caminho do Acordo faz-se por aqui, no BREVES e por ali, no blogue da BE.

As Professoras de Português do 10º Ano - Elsa Duarte e Maria José Ivo


Nota: O presente texto está escrito de acordo com as novas regras ortográficas.

29 de novembro de 2010

Actividade de Oficina de Escrita - 12ºB

No âmbito do estudo dos heterónimos de Fernando Pessoa, foi solicitado aos alunos do 12.º B que, a pares, elaborassem um diálogo vivo entre Alberto Caeiro e Álvaro de Campos. O objectivo da actividade de oficina de escrita era que cada um dos elementos encarnasse um dos heterónimos e defendesse a sua perspectiva sensacionista.

Numa tarde quente de Verão, em passeio pelo parque da Goldra, Caeiro encontra o seu discípulo Álvaro de Campos, e resolve convidá-lo para tomar um refresco na esplanada enquanto trocam umas impressões acerca das suas perspectivas sensacionistas.
Campos – Caro Mestre, como tem passado?
Caeiro – Tenho andado por aqui e por ali, deambulando ao sabor da Natureza, apreciando o que esta tem de melhor.
Campos – Não me diga que ainda tem essas ideias de que a Natureza é a base para a felicidade? Pense no futuro Mestre…
Caeiro – A Natureza desperta no ser humano a capacidade de sentir tudo o que o rodeia, dando assim valor às sensações. Quando me encontro em contacto com esta, não tenho quaisquer tipo de preocupações ou inquietações. É por este rumo de vida que as pessoas devem optar, um rumo de vida calmo, sereno...
Campos - Mas mestre, até onde isso nos leva? O que importa o que a natureza nos transmite quando sentimos o poder da inovação, a força das máquinas, estes sim, deviam ser os princípios pelos quais nos devíamos orientar. São estes elementos que proporcionam ao ser humano as verdadeiras sensações. Mestre deixe-se envolver, esqueça o seu rebanho de ideias e interiorize um novo Mundo comandado pelas máquinas.
Caeiro - Nesse Mundo as preocupações são mais que muitas. As pessoas passam o dia numa correria, e assim não desfrutam aquilo que têm a sua volta. A Natureza não precisa de ser compreendida, basta-nos admirá-la. Dou bastante importância àquilo que vejo. Na minha opinião, o acto de ver está acima de tudo, pois é-me suficiente para captar a Natureza. Valorizo a constante renovação da Natureza, coisa que com as máquinas não acontece, é tudo muito monótono…
Campos - Não só a Natureza se encontra em renovação como também as máquinas vão sofrendo muitas modificações ao longo dos anos. Prefiro viver neste Mundo em que reina a evolução e a adrenalina, caso contrário sentir-me-ia um pouco frustrado, pois para mim a Natureza leva-me à solidão, provoca-me angústia e provavelmente levar-me-ia a ficar preso a momentos de nostalgia.
Caeiro – De facto, as nossas perspectivas sensacionistas são demasiado diferentes, e dificilmente iremos chegar a um consenso. Foi bom reencontrar-te meu caro discípulo. Cada um com o seu modo de viver, mas o importante e que sejamos felizes, não é assim? Até a uma próxima, meu Caro.
Campos - Concordo consigo mestre. Se todos partilhássemos das mesmas opiniões, de facto a vida não seria tão interessante como se tivéssemos opiniões diferentes e as pudermos debater. Até um dia.

Professora Estagiária Nicole Esteves
Tiago Santos e Inês Quelhas, 12ºB

5 de maio de 2010

Dia da Cultura Lusófona

A CPLP foi criada em 17 de Julho de 1996 por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe. No ano de 2002, após conquistar independência, Timor-Leste foi acolhido como país integrante. Na actualidade, são oito os países integrantes da CPLP.
Apesar da iniciativa, a CPLP é uma organização recente que busca pôr em prática os objectivos de integração dos territórios lusófonos. Em 2005, numa reunião em Luanda, Angola, a CPLP decidiu que no dia 5 de Maio seria comemorado o Dia da Cultura Lusófona pelo mundo.

Se acham que somos poucos como cultura e língua, pensem nos 500 milhões de habitantes portugueses espalhados por esse mundo fora!Por isso bora aí espalhar a nossa cultura no mundo!

28 de dezembro de 2009

Festa de Natal do 8º Ano

No penúltimo dia de aulas, os alunos do 8º ano representaram duas peças adaptadas dos contos "A História da Gata Borralheira" de Sophia de Mello Breyner Andersen, turma B, e "O Príncipe Feliz "de Óscar Wilde, turma A, na Biblioteca da nossa Escola.
As peças foram preparadas na disciplina de Língua Portuguesa, com a professora Maria José Soares, e a elas assistiram os pais e familiares bem como alguns professores das turmas.
No final houve cânticos de Natal em Inglês, Espanhol e Francês e um lanchinho.
JR - 8ºA.

31 de janeiro de 2007

Um Treino para o Campeonato

Um Treino para o Campeonato



Um treino para todos os potenciais atletas concorrentes:
(questão retirada do site do
Público, em 31 de Janeiro de 2007)


Qual é o plural correcto de pôr-do-sol?

A. pôr-dos-sóis

B. pores-do-sol

C. pores-dos-sóis

Envia a resposta para os comentários, com o teu nome e Turma.
O resultado será divulgado aqui no
BREVES_ONLINE.

29 de janeiro de 2007

Campeonato Nacional de Língua Portuguesa

Campeonato Nacional de Língua Portuguesa



O Campeonato Nacional da Língua Portuguesa propõe uma viagem de grande entusiasmo pelo mundo da Língua, incentivando os participantes a testarem os seus conhecimentos de Português num ambiente lúdico, mas também competitivo. Esta terceira edição deverá ser bastante concorrida pois as duas anteriores contaram com a participação de uma média de 15.000 concorrentes que motivaram um aceso despique.
Este ano existem novidades:para além do concurso a Nível Nacional, por eliminatórias, cujo primeiro teste é publicado no dia 14 de Fevereiro no Jornal Expresso e Jornal de Letras, existe ainda a possibilidade de participar numa competição «Especial Escolas», em que poderão concorrer todos os alunos desde que inscritos através de um professor. Se queres participar inscreve-te junto do teu professor de Língua Portuguesa ou então dirige-te directamente a um dos professores do Clube do Jornal, que poderão esclarecer quaisquer dúvidas.
De agora até ao aguardado dia 28 de Abril, quando tudo se consumar nas instalações do Centro Cultural de Belém, as artimanhas da gramática e a riqueza do nosso vocabulário animarão o Campeonato Nacional da Língua Portuguesa!