30 de novembro de 2008

Simulando Aprendemos!...

CEF – ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - 92ºE
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Com o objectivo de praticar de forma simulada situações de carácter empresarial, foram criadas empresas na turma, de modo a que os alunos tomem uma maior consciência do trabalho que os espera, nomeadamente a realização de actividades da rotina administrativa, sendo a sala de aula um escritório simulado.
Assim, no dia 26 de Novembro, realizou-se na nossa Escola um intercâmbio com alunos do mesmo curso da Escola Integrada de S. Domingos, que constou de:
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“Almoço de Negócios” na cantina;
Visita às instalações;
Reunião de Trabalho na biblioteca: Divulgação das empresas criadas em ambas as Escolas.
Foi uma experiência muito interessante e divertida da qual os alunos gostaram bastante e estão muito empenhados em continuar a realizar tarefas que os façam viver a realidade laboral.
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A Coordenadora do Curso: Ana Paula Fernandes


28 de novembro de 2008

Leituras de Natal II

Rob tinha quinze anos e vivia numa quinta. Todas as madrugadas se arrastava para fora da cama para ajudar a mungir. Às vezes, sentia que o esforço era demasiado.Rob gostava do pai. Não sabia até que ponto, quando um dia, um pouco antes do Natal, ouviu o pai a dizer à mãe:
― Mary, custa-me muito chamar o Rob de manhã. Ele está a crescer muito depressa e precisa de dormir. Gostava de conseguir desembaraçar-me sozinho.
― Mas não consegues, Adam. A voz da mãe era determinada.
― Eu sei ― disse o pai lentamente ― mas a verdade é que me custa mesmo ter de o chamar.
Ao ouvir estas palavras, Rob sentiu algo a mexer dentro dele: o pai amava-o! Nunca antes pensara nisso. Passou a levantar-se mais depressa. O sono fazia-o tropeçar e vestia a roupa com os olhos bem fechados. Mas, mesmo assim, levantava‑se.
Na véspera de Natal do ano em que fazia quinze anos, estava deitado a olhar pela janela do sótão e a desejar ter um melhor presente para o pai do que uma gravata de dez cêntimos comprada na loja.
Lá fora, as estrelas brilhavam, e havia uma em particular que lhe parecia ser a Estrela de Belém. ― Pai ― perguntara uma vez ― o que é um estábulo?
― É apenas um celeiro como o nosso ― respondera o pai.
Então Jesus nascera num celeiro, e fora para um celeiro que os pastores e os reis magos se tinham dirigido, com os seus presentes de Natal.
Ficou siderado com a ideia. Por que não dar um presente especial ao pai? Podia levantar-se cedo, mais cedo do que as quatro horas, e esgueirar-se para o celeiro para mungir. Faria tudo – mungir e limpar – sozinho. Quando o pai chegasse, veria tudo já feito. E saberia quem o fizera.
Nessa noite, deve ter acordado umas vinte vezes. Às três menos um quarto, levantou-se e vestiu-se. Desceu silenciosamente as escadas, tendo especial cuidado com as tábuas que rangiam, e saiu. Uma grande estrela cor de ouro avermelhado pairava por cima do celeiro. As vacas olhavam-no, sonolentas e surpreendidas.
Nunca antes mungira sozinho, mas parecia fácil. Não parava de pensar na surpresa que o pai teria. Sorria e mungia com segurança, deitando para a selha dois fortes jactos, espumosos e perfumados. As vacas estavam surpreendidas mas anuíam. Era a primeira vez que se portavam bem, como se soubessem que era Natal.
A tarefa foi desempenhada com mais facilidade do que habitualmente. Pela primeira vez, mungir não era penoso. Era algo de diferente: um presente para um pai que o amava.
De volta ao quarto, só teve tempo de tirar a roupa no escuro e de saltar para a cama, porque já ouvia o pai a levantar-se. Cobriu a cabeça com os lençóis para silenciar a respiração ofegante. A porta abriu-se.
― Rob! ― chamou o pai. ― Temos de nos levantar, filho, mesmo sendo Natal.
― ‘Tá bem ― disse com sono.
― Vou indo ― disse o pai. ― Vou pondo as coisas a andar.
A porta fechou-se e Rob ficou quieto, a rir com os seus botões. Os minutos nunca mais passavam – dez, quinze, não sabia quantos – até que ouviu de novo os passos do pai.
― Rob!
― Sim, Pai?
O pai estava a rir, um riso esquisito, soluçante.
― Pensavas que me enganavas, não?
― É por ser Natal, Pai!
O pai sentou-se na cama e apertou-o contra si, num grande abraço. Estava escuro e não conseguiam ver os rostos um do outro.― Agradeço-te, filho. Nunca ninguém fez coisa mais bonita…
― Oh, Pai.
Não sabia o que dizer. O seu coração transbordava de amor.
― Bom, parece que posso voltar para a cama ― disse o pai, volvido um momento. ― Espera… estás a ouvir? Os pequeninos já estão a acordar. Agora que penso nisso, nunca vos vi a olhar pela primeira vez para a árvore de Natal. Estava sempre no celeiro. Anda daí!
Rob levantou-se, vestiu-se de novo e desceram para ver a árvore de Natal. Depressa o Sol tomou o lugar da estrela. Oh, que Natal aquele, e como o seu coração quase rebentou de timidez e alegria quando o pai contou à mãe e aos mais novos que ele, Rob, se tinha levantado sozinho.
― O melhor presente de Natal que alguma vez tive, e hei-de recordá-lo, meu filho, todos os anos na manhã de Natal, enquanto for vivo.
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Pearl S. Buck, Lighting candles in the dark
Philadelphia, FGC, 2001
via
Clube dos Contadores de Histórias

27 de novembro de 2008

Feira do Livro na BECRE


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A partir de ontem, 26 de Novembro, e até ao próximo dia 12 de Dezembro, pode ser visitada a habitual Feira do Livro no horário normal da BE/CRE.

26 de novembro de 2008

Tomada de posse da AE da ESCM

Está a decorrer no auditório da escola, a tomada de posse dos membros da Associação de Estudantes (AE) da ESCM.
A nova AE é constituída pelos seguintes alunos:
Fábio Fazenda - Presidente, 12ºD;
Luís Paulo - Presidente do Conselho Fiscal, 91K;
Pedro Nunes - Secretário, 12ºA;
Cláudia Gusmão - Tesoureira, 12ºA;
Ana Rita Santos e Inês Ramos - Vogais, 12ºC.
No momento da fotografia, os novos membros da associação procederam logo de seguida a um levantamento de sugestões de actividades a serem desenvolvidas na escola durante o ano lectivo em curso.

24 de novembro de 2008

Dia Nacional da Cultura Científica

Comemora-se hoje o nascimento do físico Rómulo de Carvalho, ou seja, do poeta António Gedeão, efeméride escolhida há anos para assinalar o Dia da Cultura Científica em Portugal.
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Se pretender ver os vídeos num formato maior pode ampliá-los a partir do seu endereço no YouTube: 1, 2, 3, 4, 5, 6, e 7 (partes do documentário).
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Todos os anos, por esta data, instituições científicas, universidades, escolas, associações e museus abrem as portas dando a conhecer as actividades que desenvolvem.
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A professora Rosa Simões e os alunos do CLUBE DE HOLOGRAFIA da Campos Melo estiveram presentes, neste fim de semana, no FÓRUM DE CIÊNCIA. Eis aqui umas notas sobre a sua participação:
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Viemos ontem do Forum Ciência Viva.
Esteve muito animado.
Havia muitas experiências dos vários projectos, palestras, workshops, animações...
Mostrámos os nossos holgramas, no stand da Universidade de Aveiro, integrados no projecto da HOLOREDE.
A Vitória e o André (do 10ºA) aprenderam imensas experiências novas que havemos de mostrar a todos (estamos a pensar fazer um show de Física no Dia das Ciências... ).
E, muitas descargas depois... também aprenderam a usar a máquina de Van der Graff sem apanhar choque!

22 de novembro de 2008

Valeu a Pena

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Nunca pensei que esta sexta-feira chegasse assim tão de repente, quando há um ano me inscrevi neste processo de RVCC. Pensei que mais dia menos dia iria desistir devido à falta de tempo e à sofisticação exigida por este processo.

Mas eis que ali estou eu. À minha frente oito pessoas, entre formadores e responsáveis.

E perguntava eu para mim mesmo quem sou eu para merecer tamanha importância? Afinal não sou só um número, não sou mais um do molho? Que importância tenho eu para esta gente? O que significa a minha vinda, de tão importante para esta gente, professores, formadores e respectiva assistência neste auditório?

Sou como num jogo de xadrez a peça mais importante em todo este tabuleiro, sou na realidade alguém a quem se dá a importância devida, alguém que me faz recordar os tempos idos de infância, em que os valores morais me eram incutidos em casa e na escola pela minha professora, que ainda hoje não esqueci e nunca esquecerei.

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Todos estes professores neste auditório querem algo de mim, querem que eu seja mais que um simples aluno, querem eu lhes mostre o fruto do seu trabalho, da sua dedicação, a mim, a um adulto que porventura só lhes causei trabalho e dores de cabeça.

Afinal são pessoas especiais! Tão especiais como muita gente conhecida das revistas, são “pessoas” especiais anónimas, somente conhecidas por quem lida diariamente com elas. Têm ainda uma disponibilidade que não sei explicar bem, será que não têm vida familiar? Filhos? Marido ou esposa? Que pessoas são estas que se dedicam de corpo e alma a uma causa? A um processo de RVCC, de adultos que pelas mais diversas razões deixaram de estudar e que agora querem completar os seus estudos! E querem que tudo lhes seja explicado e interpretado, como se fossem os professores, que estão diante de si, os culpados das suas “desgraças” pessoais!

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Sinto o dever de hoje e aqui, deixar um bem-haja a todos estes professores que acima de tudo desempenham uma função social, de tolerância e de transmissão de valores que tão esquecidos estão hoje. Sempre mal vistos e desamparados como estão, são seres humanos dedicados à causa de outros, os quais não conhecem e tão afavelmente acolhem no mundo do ensino.

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....................................................................José Reis

.........................Formando do RVCC certificado com o 12º Ano

21 de novembro de 2008

Blogue da Gestão Ambiental

A turma 91k do CEF de Gestão Ambiental da escola secundária Campos Melo pretende levar a cabo a construção de um ‘Blogue’, no âmbito das actividades curriculares do curso para divulgação e exposição de trabalhos/projectos/visitas de estudo, já realizados e a realizar.
Agradecemos todo o tipo de colaboração que a Comunidade Escolar possa facultar, comprometendo-nos desde já a fazer o nosso melhor em prol deste projecto.
Professora Cristina Lourenço

20 de novembro de 2008

Dia Internacional da Filosofia

A Escola Campos Melo assinalou, mais uma vez, o Dia Internacional da Filosofia. Com o objectivo de levar os alunos a reconhecer a Filosofia como um espaço de reflexão interdisciplinar e a desenvolver as suas capacidades de expressão, de comunicação e de diálogo, foram constituídos três grupos de trabalho.
No contexto da temática “Desafios e Horizonte da Filosofia, o Lugar do Homem no Universo”, cada grupo procurou responder a uma das três grandes questões da Filosofia: Quem somos? De onde vimos? Para onde vamos?
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O trabalho final resultou num painel, colocado no átrio da escola, onde a ordem lógica das questões serviu de mote a uma reflexão interdisciplinar, complementar e crítica acerca do LUGAR DO HOMEM NO UNIVERSO.
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Paralelamente a esta actividade, nos intervalos das aulas, é cantado por todos e acompanhado à guitarra o poema “ A Pedra Filosofal”. Passam ainda no clube de rádio músicas seleccionadas sobre os temas.
Um bom dia de reflexão!
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A professora de Filosofia
Paula Saraiva

18 de novembro de 2008

Eleições para a Associação de Estudantes

O som da música ambiente que se ouve durante os intervalos das aulas veio revelar o começo oficial da campanha para a eleição da nova associação de estudantes da escola.
Este ano as duas listas concorrentes são as listas E e I, sendo encabeçadas respectivamente pelos alunos Afonso Santos, do 11ºA e o Fábio do 12ºD.
As eleições decorrem já na próxima quinta-feira.
O Breves_online, sempre atento às questões da ecologia relembra os membros das duas listas concorrentes que no final da campanha, devem proceder à recolha e reciclagem de todo o papel produzido, distribuído e afixado na escola (que não é pouco).
Porque a consciência ecológica também deve ser um dos valores a ter em conta por estes dias.

14 de novembro de 2008

Ontem, 13 de Novembro, pelas 21h30mn, tomou posse o Conselho Geral Transitório.
Após a cooptação dos representantes das actividades de carácter Científico, Económico e Cultural representados, respectivamente, pelo Dr. Pedro Farromba, director executivo da Parkurbis, pelo sr. Fernando Bicho, em representação da Associação Empresarial dos concelhos da Covilhã, Belmonte e Penamacor, e pela Dr.ª Elisa Calado Pinheiro, Directora do Museu dos Lanifícios e representante da UBI, de imediato se procedeu à eleição do seu Presidente, de acordo com o DL 75/2008, Artigos 13º e 60º.
Após um período de reflexão, durante a qual foram tecidos elogios, por parte de alguns membros presentes, à minha pessoa, pela dedicação, exemplo e experiência acumulados ao longo de três mandatos como Presidente da Assembleia de Escola, agora extinta, disponibilizei-me para assumir o cargo de presidente do novo órgão, propondo-me continuar a cumprir empenhadamente as minhas funções.
Dos dezassete membros, com direito a voto, manifestaram treze a intenção de me eleger como Presidente do Conselho Geral Transitório.
A todos o meu bem-haja e, pela décima vez consecutiva, irei desempenhar com zelo, isenção e rigor as competências que me estão atribuídas por Lei.
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João Boléo de Matos Silva

Artes é na Campos Melo

A pintura de natureza-morta (com temática de arranjos de frutas, legumes e utensílios domésticos) surgiu como um género mais simplório, no início do Barroco, derivado das pinturas que representavam cenas religiosas em cozinhas populares. Eis os trabalhos expostos no átrio da Escola.


13 de novembro de 2008

Os Magos que não chegaram a Belém

Há sempre os que conseguem e os outros. Os que ficam pelo caminho.

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Com os magos aconteceu o mesmo. Só três – os reis Baltasar, Melchior e Gaspar – chegaram a Belém e deixaram os seus presentes, de ouro, incenso e mirra, aos pés do Menino.
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Luísa Dacosta, Natal com Aleluia

"A Melodia"

No teu olhar, vi-te passar, mas esse sorriso fugiu-me, deixando-me a chorar.
Nos teus lábios, encontro essa noite ao luar, nem sequer me consigo concentrar.
Esse sorriso eleva-me a alma, mas sei que no dia seguinte voltarás.
O Amor crescerá, mas será que nós podemos ficar os dois? Não sei quanto tempo mais posso
aguentar! Contudo um de nós sofre eternamente uma mágoa profunda.
No mar profundo vejo teu reflexo e na natureza um espelho permanente.
Se conseguisses aparecer naquele momento acho que me saltaria o coração para as
mãos. Mas as lágrimas tão impacientes e insólitas vagueiam num profundo suspiro.
Os olhos brilham em ti como uma luz de natureza, sem querer descobrir da Primavera
ainda profunda e adormecida. Mas amanhã será outro dia e os teus olhos voltarão a brilhar
como um raio de sol, que encadeiará tudo por onde passar!

11 de novembro de 2008

Alunos ensinam os Pais


Os alunos de 7ºano, receberam os Pais e Encarregados de Educação para participarem na sessão “Matemática é uma Ciência para Todos”, em que eles foram os professores. A sessão decorreu na 6ª feira, dia 7 de Novembro pelas 19:00h. em formato Workshop, contando actividades como origamis, jogos matemáticos e desafios interactivos no computador, utilização do quadro interactivo e desafios matemáticos em papel.

Os alunos estavam distribuídos por estas diferentes actividades, na qualidade de professores, para ajudarem no trabalho dos “seus alunos”.


O entusiasmo e o empenho de todos os intervenientes foi tal, que a sessão se prolongou até passar das 21:00h, sentindo-se todos bem nos seus papéis.






Sessões idênticas a esta irão decorrer a 13 de Fevereiro para o 8ºano e a 24 de Abril para o 9ºano. Os professores do Departamento de Matemática agradecem a participação activa e entusiástica de todos neste projecto.
Bem hajam.

E agora, José?*

É mesmo o que apetece perguntar... aqui e agora.
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*Título "roubado" a um poema de Carlos Drummond de Andrade que começa assim: .
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
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e a um livro de José Cardoso Pires, de onde o excerto que se segue:
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Aos cinquenta anos dei por mim a fumar ao espelho e a perguntar E agora, José. Fumar ao espelho, qualquer José sabe isso, é confrontarmo-nos com o nosso rosto mais quotidiano e mais pensado. (...) Aqui tens, José, o homem que te interroga. Que te fuma e te duvida. Que te acredita. E com esta me despeço, adeus, até outro dia, e que a terra nos seja leve por muitos anos e bons neste lugar e nesta companhia. Pá, apaga-me essas rugas. Riscam o espelho, não vês ?
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Aqui fica uma reflexão, de um ex membro do CCAP, e aqui outra cuja leitura se recomenda.
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Nota: Para que não haja mal-entendidos o José do título é cada um de nós.

9 de novembro de 2008

Indignação II

Não sei quantos seremos, mas que importa?!
Um só que fosse, e já valia a pena .
Aqui, no mundo, alguém que se condena
A não ser conivente
Na farsa do presente
Posta em cena!

Não podemos mudar a hora da chegada
Nem talvez a mais certa,
A da partida.
Mas podemos fazer a descoberta
Do que presta
E não presta
Nesta vida.

E o que não presta é isto,
esta mentira
Quotidiana
Esta comédia
desumana
E triste,
Que cobre de soturna maldição
A própria indignação
Que lhe resiste.
Miguel Torga

6 de novembro de 2008

Peça do Mês de Novembro de 2008


Instrumento didáctico utilizado para demonstrar
princípios da Física relacionados com o vácuo.
Construído em latão, apresenta ligações para a máquina pneumática: fazendo o vácuo não se consegue separar os hemisférios.

Com o valoroso contributo dos colegas do Clube do Museu e do colega João Boléo na reportagem gráfica.

5 de novembro de 2008

Escola Centenária - Revista Fórum Estudante

Uma reportagem do aluno João Rodrigues, que frequentou a escola até ao ano lectivo passado, para a revista Fórum Estudante.
Este ano lectivo encontra-se na universidade a frequentar o curso de Medicina. Para ler o texto completo cliquem na imagem para ampliá-la.


Download da revista aqui
Revista Fórum online aqui

3 de novembro de 2008

Convite

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Nós, alunos das turmas A e B do 7ºano, vimos convidar os nossos Pais e Encarregados de Educação a participarem numa sessão em que seremos nós os professores.
Nesta sessão pretendemos mostrar que a “Matemática é uma ciência para todos”.
A sessão decorrerá no próximo dia 7 de Novembro das 19 às 20:30 horas.
Contamos com a vossa presença e colaboração.

Desde já o nosso muito obrigado.

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Programa
Construção de Origamis
Utilização do quadro interactivo
Jogos/problemas interactivos
Problemas diversos




1 de novembro de 2008

Luta contra o cancro

Tempo de solidariedade!
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Terramoto de 1755

Faz hoje 253 anos que ocorreu o grande terramoto de Lisboa que afectou e destruiu a capital do país e que também fez sentir os seus efeitos noutras regiões de Portugal como o Algarve. Foi também sentido em vários pontos da Europa estendendo-se até à Finlândia.
O tsunami provocado destruiu irremediavelmente grande parte do património histórico de Lisboa, provocou um elevado número de mortos e adquiriu consequências sociais e políticas muito importantes que se estenderam no tempo.
Esta catástofe reveste-se de incertezas quanto à sua origem, mas marcou o início da sismologia moderna tendo impulsionado a investigação nesta área.

Dia dos Clubes e do Departamento de Expressões

A verdadeira reportagem ... segue dentro de momentos.