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9 de junho de 2011

Peddy Paper - Hoje

Sejam bem-vindos ao Peddy Paper "PES para que te quero!"



Deixem aqui os vossos comentários!

1 de junho de 2011

12º F e 12º G no Teatro das Beiras













No dia 28 de Maio, pelas 21:30, no Teatro das Beiras, as turmas do 12º F e 12º G, do curso Profissional "Técnico de Apoio Psicossocial", apresentaram uma peça de teatro, intitulada "O cinema na Carruagem do Tempo", no âmbito da disciplina de Área de Expressões.
O objectivo da realização desta atividade foi mostrar o resultado de três anos de trabalho. Três anos de muita mimica, expressão corporal, tintas, música, textos, adereços, sons, poesia, dança, visitas de estudo recheadas de atividades e camaradagem, fantoches, improvisação e sobretudo três anos de relações inter-pessoais cheios de momentos, muitos bons e alguns piores.
O resultado final, esse, foi maravilhoso, apesar de todas as incertezas e receios iniciais. Digo isto, porque o projecto apresentava-se muito ambicioso. No espaço de 5 meses, 2 horas por semana e com algumas interrupções pelo meio, era preciso escrever uma peça para 33 pessoas e adequar papeis para todos, realizar o cenário e todos os adereços, encenar um grande grupo de alunos sem as condições necessárias, arranjar e ensaiar as musicas e as vozes, encontrar um bom local para a apresentação e um sem fim de contatos e pormenores que, para o bem de todos, não irei descrever.
Apesar de tudo e pouco a pouco as coisas foram acontecendo. A peça, depois de algumas tentativas, ficou pronta, os personagens foram finalmente acertados, o cenário, depois de selecionado, passou da folha A4 para um tamanho XXL, os ensaios começaram a não ter papeis de apoio e os personagens começaram discretamente a aparecer. Quando parecia que estava traçado o bom rumo, mais uma tempestade ... fim do ano e inicio dos estágios ... três semanas sem nos vermos, sem ensaios, sem nada. O que estava, estava. Só restava esperar que a responsabilidade da ocasião, provocasse uma reminiscência das experiências e vivencias adquiridas, ao longo dos três anos e culminasse num momento de êxtase artístico.
Por fim, chegou o dia. Começou cedo. Transportar o material, montar o cenário e adereços de palco, preparar o vestuário e adereços de cada personagem, preparar as maquilhagens e cabelos, comprovar a luz e o som e ensaio geral. Depois de um curto descanso, chegou a hora da verdade. Não havia volta atrás. Os personagens foram-se juntando atrás do palco. Risinhos, conversas, pessoas a falar sozinhas, palmadinhas nas costas, espreitadelas pela cortina, abraços, últimos retoques, arranjos de ultima hora e por fim o circulo de grupo, para transmitir as ultimas informações e criar muita energia positiva. O publico já estava sentado.
3 ... 2 ... 1 ... Entra em cena o primeiro grupo ... Por detrás do pano ouve-se o som das atrizes e o silêncio expectante do publico ... Entra em cena o segundo grupo ... Gargalhadas, boa disposição e alegria ... Os restantes atores vão entrando e saindo, brindados com aplausos ... E de repente, entraram os últimos personagens , foram colocados os últimos adereços e a ultima cena acabou ... O nervosismo deu lugar a uma alegria transbordante e o ultimo agradecimento foi feito a um publico que não queria sair.
Para finalizar, gostaria de agradecer a algumas pessoas que tornaram possível a concretização desta ideia maluca e quase kamikaze, tendo em conta as condições já referidas anteriormente. À Direção da Escola, por sempre ter apoiado as atividades propostas e colaborado, sempre que necessário. Ao Fernando Sena, pela cedência do Teatro das Beiras e à equipa de apoio por toda a atenção e empenho demonstrado em nos proporcionar tudo o que necessitávamos. Aos professores Paula Canhoto, Tânia e Mauro pelo empenho em realizar um bom trabalho e pelo apoio demonstrado em todo o processo. Aos familiares e amigos que estiveram presentes e participaram de uma forma muito positiva. Aos alunos "Atores", pelo sentido da responsabilidade, pelo esforço final, por terem sido capazes de ultrapassar medos e inseguranças e essencialmente por terem aproveitado uma oportunidade. Puseram-se à prova e superaram com excelência o desafio.
Para eles deixo estas palavras, de um ator, diretor, produtor, comediante, dançarino, roteirista e musico britânico, que nos acompanhou durante os últimos três anos.
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades, lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível.
Charles Chaplin

Paula Rocha

17 de abril de 2011

Passeio aéreo

A Escola Secundária Campos Melo no dia 5 de Abril voou com a Força Aérea nos céus da região da Beira Interior. Foi uma surpresa muito agradável e um passeio espectacular. Além do passeio aéreo, os alunos tiveram a oportunidade de observar bem de perto, no Aeródromo da Covilhã, os helicópteros, aviões e tendas de campanha e contactaram com os elementos da Força Aérea.

A Professora: Ana Paula Vergamota






22 de março de 2011

91K - Actividade

No passado dia 20 de Março, primeiro aniversário do evento Limpar Portugal, a turma de Gestão Ambiental da ESCM não quis deixar de assinalar esta data e realizou actividades no âmbito do tema. Iniciou o dia com a recolha de resíduos simbólicos, nas próprias freguesias e nos locais pelos quais tem mais apreço, na Covilhã, num acto de educação para a cidadania, formação cívica, e sensibilização para a problemática do ambiente. O dia foi passado num clima de boa disposição e à vontade, conforme atestam as imagens.
No final da tarde, a turma assistiu, na companhia das suas docentes, ao V CONCERTO DE PRIMAVERA - CONCERTO REAL, realizado na Igreja de S. Francisco, actividade inserida no âmbito do plano de actividades da Banda da Covilhã. De referir que se tratou de um momento único, onde se ouviu tocar e bem, excelentes temas de música clássica.
A turma do 91K, CEF/TGA









22 de fevereiro de 2011

Ciclo de Cinema e Diálogo Filosóficos

Se a película de 35milímetros foi a grande bitola das primeiras experiências cinematográficas, a palavra foi desde sempre a das relações humanas. Aliar o cinema ao diálogo torna-se cada vez mais necessário. Por tudo isto, o núcleo de estágio de filosofia da Escola Secundária Campos Melo organiza o Ciclo de Cinema e Diálogo Filosóficos, intitulado justamente "35mm de Diálogo", com vista a promover entre os alunos a capacidade de uma reflexão transversal sobre a importância da imagem e da palavra. Este Ciclo de Cinema e Diálogo realiza-se nos dias 22, 23 e 25 de Fevereiro de 2011, no horário a que corresponde a leccionação da disciplina, no auditório da Escola. Dada a interdisciplinaridade que este Ciclo pretende promover, o convite estende-se a toda a comunidade escolar.

Vanessa M. Martins

4 de fevereiro de 2011

(N)O caminho do Acordo Ortográfico - Partida

Até há dias era como se nada se passasse!




http://videos.sapo.pt/YTO3PIdeFaTbP7ffcy6Q (Com imagens da ESCM)


Entretanto, a decisão tomou a letra da lei:


Vamos pôr o Acordo Ortográfico a andar?

Foi esta a questão que as professoras da disciplina de Português do 10º ano se colocaram perante as dúvidas e interrogações dos alunos, dos colegas e de outros membros da comunidade educativa, já para não dizer da sociedade em geral.


E foi assim que decidiram planear um conjunto de iniciativas tendo em vista a divulgação da Revisão Ortográfica que, por lei, as escolas terão de aplicar no próximo ano letivo, 2011/2012, a par da introdução dos novos programas de Português no 7º ano.

Iniciamos, hoje, esse projeto com a primeira de uma série de postagens sob a epígrafe «(N)O caminho do Acordo Ortográfico» que asseguraremos até ao final do ano, prometendo, desde já, outras atividades para o Dia dos Departamentos, a realizar em 7 de abril próximo.

Para já, o caminho do Acordo faz-se por aqui, no BREVES e por ali, no blogue da BE.

As Professoras de Português do 10º Ano - Elsa Duarte e Maria José Ivo


Nota: O presente texto está escrito de acordo com as novas regras ortográficas.

25 de janeiro de 2011

Workshop de Dança na ESCM



No dia 22 de Janeiro, foi realizado na Escola um Woorkshop de Dança, organizado pelos estagiários de Educação Física e orientado pela Monitora Alice Duarte (participante de competição em Danças de Salão).
Foi uma tarde muito activa e agradável e foram vários os professores que aderiram a esta actividade. Uma fotografia vale mais que mil palavras, no que toca a demonstrar a boa disposição e os vários talentos desperdiçados.

A Orientadora dos estagiários de Educação Física
Paula Rocha

4 de dezembro de 2010

À descoberta da Biblioteca Escolar - Bibliopaper

No início do ano lectivo, as turmas B e C do 10º Ano realizaram uma visita guiada à Biblioteca Escolar (BE).
A iniciativa conjunta da disciplina de Português e da Coordenadora da BE teve como objectivos dar a conhecer o espaço e testar a capacidade dos alunos na procura dos recursos existentes na Biblioteca.
Antes da visita, na sala de aula, os alunos ouviram uma breve explicação da professora de Português, Elsa Duarte, sobre algumas regras da BE, que os alunos desconheciam – deixar as mochilas à entrada, ou pedir uma chave para guardá-las num cacifo – e receberam instruções para a realização do Bibliopaper.
“ É importantíssimo para os alunos conhecerem a biblioteca, o seu horário e modo de funcionamento, uma vez que muitos são novos na escola e vão precisar da biblioteca ao longo do seu percurso escolar” afirmou a professora Elsa Duarte.

Ao chegar à BE as turmas foram recebidas pela sua coordenadora, Drª Isabel Lino, que explicou minuciosamente o funcionamento da biblioteca e o modo como se pode usufruir dela.
Os livros estão organizados de acordo com a Classificação Decimal Universal, pelo que cada disciplina corresponde a um número: o 0 corresponde à Generalidade; o 1 à Filosofia; o 3 às Ciências Sociais; o 4 não existe para a eventualidade de se poder “encaixar” uma nova disciplina; o 5 corresponde à Matemática e às Ciências Naturais; o 6 às Ciências Aplicadas; o 7 às Artes e Desporto; o 8 à Língua. Linguística e à Literatura; e, por fim, o 9 à História, à Geografia e às Monografias. Esta classificação ajuda a encontrar melhor a obra que se pretende.
Na BE encontram-se livros com etiqueta vermelha, que não se podem levar para casa, por serem livros raros ou com um só um exemplar, e outros com etiqueta amarela, que podem ser requisitados pelo prazo de cinco dias úteis. Oferece também uma grande variedade de obras, desde autobiografias, romance, comédia, aventura, livros técnicos, publicações periódicas, etc.


Para além das obras em papel, a Biblioteca dispõe ainda de meios audiovisuais e computadores com acesso à internet, onde os alunos podem estudar, fazer pesquisas ou simplesmente passar momentos de lazer jogando, lendo revistas e jornais. Os DVDs, cassetes e CDs podem também ser requisitados durante três dias úteis.

Por fim, os alunos realizaram um Bibliopaper, elaborado pela professora de Português. Os grupos, previamente organizados na sala de aula, receberam o questionário, que consistia na descodificação de enigmas e na execução de tarefas, tendo em vista o conhecimento de temáticas variadas: conteúdos disciplinares, cultura geral, funcionamento e valências da BE, …
A actividade decorreu em clima de entusiasmo e entreajuda, causando a menor perturbação possível. Pode-se afirmar que a visita foi um sucesso!

Texto-Colagem elaborado com base nas notícias previamente redigidas pelos seguintes alunos: Ana Fonseca, Ângela Fonseca, Daniela Canário e Inês Varanda do 10º C e Adriana Estrela, Adriana Prata, Carina Tavares, Inês Duarte, Leonardo Viegas, Mariana Rebelo, Marina Paraíso, Micael Santos, Miguel Vaz, Miguel Ferreira, Pedro Abrantes e Susana Carvalho do 10º B







29 de novembro de 2010

Actividade de Oficina de Escrita - 12ºB

No âmbito do estudo dos heterónimos de Fernando Pessoa, foi solicitado aos alunos do 12.º B que, a pares, elaborassem um diálogo vivo entre Alberto Caeiro e Álvaro de Campos. O objectivo da actividade de oficina de escrita era que cada um dos elementos encarnasse um dos heterónimos e defendesse a sua perspectiva sensacionista.

Numa tarde quente de Verão, em passeio pelo parque da Goldra, Caeiro encontra o seu discípulo Álvaro de Campos, e resolve convidá-lo para tomar um refresco na esplanada enquanto trocam umas impressões acerca das suas perspectivas sensacionistas.
Campos – Caro Mestre, como tem passado?
Caeiro – Tenho andado por aqui e por ali, deambulando ao sabor da Natureza, apreciando o que esta tem de melhor.
Campos – Não me diga que ainda tem essas ideias de que a Natureza é a base para a felicidade? Pense no futuro Mestre…
Caeiro – A Natureza desperta no ser humano a capacidade de sentir tudo o que o rodeia, dando assim valor às sensações. Quando me encontro em contacto com esta, não tenho quaisquer tipo de preocupações ou inquietações. É por este rumo de vida que as pessoas devem optar, um rumo de vida calmo, sereno...
Campos - Mas mestre, até onde isso nos leva? O que importa o que a natureza nos transmite quando sentimos o poder da inovação, a força das máquinas, estes sim, deviam ser os princípios pelos quais nos devíamos orientar. São estes elementos que proporcionam ao ser humano as verdadeiras sensações. Mestre deixe-se envolver, esqueça o seu rebanho de ideias e interiorize um novo Mundo comandado pelas máquinas.
Caeiro - Nesse Mundo as preocupações são mais que muitas. As pessoas passam o dia numa correria, e assim não desfrutam aquilo que têm a sua volta. A Natureza não precisa de ser compreendida, basta-nos admirá-la. Dou bastante importância àquilo que vejo. Na minha opinião, o acto de ver está acima de tudo, pois é-me suficiente para captar a Natureza. Valorizo a constante renovação da Natureza, coisa que com as máquinas não acontece, é tudo muito monótono…
Campos - Não só a Natureza se encontra em renovação como também as máquinas vão sofrendo muitas modificações ao longo dos anos. Prefiro viver neste Mundo em que reina a evolução e a adrenalina, caso contrário sentir-me-ia um pouco frustrado, pois para mim a Natureza leva-me à solidão, provoca-me angústia e provavelmente levar-me-ia a ficar preso a momentos de nostalgia.
Caeiro – De facto, as nossas perspectivas sensacionistas são demasiado diferentes, e dificilmente iremos chegar a um consenso. Foi bom reencontrar-te meu caro discípulo. Cada um com o seu modo de viver, mas o importante e que sejamos felizes, não é assim? Até a uma próxima, meu Caro.
Campos - Concordo consigo mestre. Se todos partilhássemos das mesmas opiniões, de facto a vida não seria tão interessante como se tivéssemos opiniões diferentes e as pudermos debater. Até um dia.

Professora Estagiária Nicole Esteves
Tiago Santos e Inês Quelhas, 12ºB

24 de novembro de 2010

NOITE DE OBSERVAÇÃO ASTRONÓMICA




Decorreu no passado dia 18 de Novembro a Noite de Observação Astronómica, dirigida aos nossos alunos do 7º ano, em que estiverem envolvidos diversos professores da nossa escola e no qual o Núcleo de Estágio de Física e Química participou com enorme prazer.
Embora as condições atmosféricas não tenham sido as mais favoráveis, entre uma nuvem e outra foi possível fazer algumas observações astronómicas. Com o telescópio viram-se as crateras, os “mares” e os “continentes” da Lua e as quatro luas de Júpiter que Galileu foi o primeiro homem a ver: Io, Ganímedes, Calisto e Europa. Com a ajuda de um mapa do Céu Nocturno também se identificaram algumas constelações – Cassiopeia, Auriga, Pleiades e Orion – e as estrelas Polar da Ursa Menor, Vega de Lira e Betelgeuse e Rigel de Orion.
Em conclusão gostaríamos de referir que esta actividade teve uma enorme adesão por parte dos alunos e professores envolvidos neste projecto.
Um muito obrigado a todos que tornaram possível esta noite memorável.

NÚCLEO DE ESTÁGIO DE FÍSICA E QUÍMICA

11 de novembro de 2010

Os alunos do 7º e 9ºanos ensinam os Pais e Encarregados de Educação



Os alunos do 7º e 9ºanos receberam os Pais, Encarregados de Educação e Directoras de Turma para participarem na sessão “Matemática é uma ciência para todos”, em que eles foram os professores.
A sessão decorreu na 6ªfeira, dia 5 de Novembro pelas 18:30h e consistiu na exploração da exposição “À procura de Padrões” e na dinamização de jogos que constam do CNJM VII - Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos.
A exposição contava com alguns posters ilustrativos de padrões na natureza e de jogos interactivos que exploravam as simetrias e regularidades.
Os alunos guiavam os Pais e os Encarregados de Educação pelas actividades a desenvolver assumindo o papel de professor. O entusiasmo e o empenho de todos os participantes foi bem visível ao longo da sessão.
As professoras de Matemática das turmas envolvidas e a Representante do Grupo de Matemática agradecem a participação activa e entusiástica de todos neste projecto e um muito obrigada também aos funcionários pela ajuda prestada.
Bem hajam.


Professoras Guida Dias, Cristina Ribeiro e Natalina Martins

25 de outubro de 2010

Dia de la Hispanidad

El 12 de octubre se celebra la Fiesta Nacional de España o Día de la Hispanidad que conmemora el Descubrimiento de América por Cristobal Colón. Cada año se celebra un desfile militar al que asisten el Rey junto a la Familia Real y los representantes más importantes de todos los poderes del Estado, además de la mayoría de los presidentes de las autonomías españolas.
Un año más, en nuestro instituto, se ha celebrado esta efeméride histórica con un día marcado con actividades relacionadas con la asignatura de Español:

Pero ha habido una actividad sorpresa que no se encuentra en el programa oficial de actividades: un “flash mob” en el comedor que ha divertido alumnos y profesores.

Profesora de Español: Sandra Espírito Santo

20 de outubro de 2010

Actividade na sala de aula

No âmbito do estudo do heterónimo de Fernando Pessoa - Alberto Caeiro, realizou-se uma actividade de oficina de escrita na aula de português, onde os alunos da turma B do 12º ano elaboraram alguns poemas. A actividade consistia em associar uma palavra, previamente dada pela professora, a um dos cinco sentidos. O resultado final superou as expectativas.
Andreia Carriço
Estagiária de Português/Espanhol

Joana Gomes n.º 11 – Rebanho
E com o meu rebanho a olhar
Sinto a alegria no ar.

Pedro Esteves n.º 19 – Som
O som dos pássaros a cantar
A todas as pessoas vai encantar.

Joana Roberto n.º 10 – Relva
Sinto o aroma da relva fresca
Que chega até mim com o sabor da liberdade
E a sua cor alegre faz-me rejuvenescer a alma.

Vânia Pais n.º 27 – Pedra
Pedra, um objecto frio e triste,
Mas puro e natural
Que me leva para a natureza divinal.

André Madaleno n.º2 – Gente
Vê-se tanta dessa gente,
Que lhes dói puxar pela mente…

Filipe Costa n.º 7 – Poeira
O meu olhar no meio da poeira
É como um doente com cegueira.

Inês Fonseca n.º 9 – Chuva
Quando a chuva cai e a claridade desaparece
O cheiro húmido anuncia a chegada do tempo frio.

Sílvia Rodrigues n.º24 – Fruto
Levantando o olhar vejo-te, belo fruto.
Fruto pecador que dás tanto sabor
A quem te consegue provar.

Eduarda Morais n.º 29 – Erva
E sentindo a erva que cresce, devagar, debaixo de mim,
Sei que sou como ela, e cresço,
Amadureço, até que alcanço o meu fim.

12 de junho de 2010

"Os nossos avós tinham razão" (II)

Nomes:
Investigadores:
João Tourais; nº 9; 12ºA
João Duarte; nº 10; 12º A
Instituição:
Escola Secundária Campos Melo

Resumo/Abstract:
Antigamente, algumas especiarias eram utilizadas na conservação de alimentos. Nos dias de hoje, utilizam-se novas e modernas técnicas para este fim, que recorrem, por exemplo, ao controle de condições ambientais ou à adição de conservantes.
Neste artigo apresenta-se o relato de uma actividade onde se pretendia comprovar que as especiarias conservam alimentos pelas suas propriedades antimicrobianas. Construíram-se vários meios de cultura que continham a bactéria Bacillus cereus, onde foram colocados diferentes temperos. Observou-se que as culturas de bactérias se desenvolveram de forma diferente de tempero para tempero. Assim, concluiu-se quais as melhores especiarias no combate à contaminação de alimentos e ao prolongamento da sua conservação.

Termos - chave:
Propriedades antimicrobianas; Temperos; Conservação de alimentos; Microrganismos.
Os nossos avós tinham razão porque eles sabiam qual o melhor tempero, para preservar os alimentos e como temperar a comida de modo a torná-la mais saborosa. Apesar de este conhecimento ser feito à base de observações empíricas, têm por trás explicações científicas, e foram essas justificações que se procuraram quando se realizou esta actividade prática. Para além disso, este trabalho prático teve como objectivos, verificar as propriedades antimicrobianas dos temperos e comparar o desenvolvimento de microrganismos nas Caixas de Petri com diferentes temperos nos meios de cultura. Para isso, utilizou-se uma bactéria que se fez crescer em placas favoráveis ao seu desenvolvimento e nas quais se colocaram as especiarias em estudo.
Hoje em dia admite-se uma teoria, bastante plausível, de que os hábitos alimentares que temos, tais como a utilização de condimentos e especiarias, terão sido transmitidos de geração em geração, quer geneticamente, quer pela cultura, e podem estar relacionados com a actividade antimicrobiana dessas substâncias.
As propriedades antimicrobianas são qualidades que fazem com que essas substâncias não desenvolvam microorganismos (micróbios).
A deterioração dos alimentos geralmente dá-se como resultado da actividade de enzimas (enzimas autolíticas), presentes nos mesmos, ou como resultado da actividade de microrganismos, entre eles os micróbios. Se estes últimos forem patogénicos, podem levar a uma situação de perigo para a saúde humana e portanto é muito importante evitar a sua contaminação. As ervas naturais e as especiarias podem ser utilizadas no combate à sua infecção, pois algumas possuem características antimicrobianas.
Para estudar esta acção antimicrobiana, criou-se um meio de cultura adequado ao desenvolvimento de microrganismos. Posteriormente foi espalhado no meio de cultura, uma solução com um medicamento (fonte de bactérias), onde se colocou o tempero (previamente escolhido), em poços abertos no meio. Deixaram-se as Caixas de Petri em condições favoráveis ao desenvolvimento de bactérias (temperatura ambiente) e passado 7 dias observou-se e registou-se os resultados.
Com as observações que se fizeram foi possível elaborar uma lista decrescente em relação às propriedades antimicrobianas de cada tempero: Vinagre; Cravinho; Açúcar; Pimenta; Louro (grupo 1); Sal; Louro (grupo 2); Orégãos; Caril; Salsa. Esta ordem foi atribuída pela observação da quantidade de fungos que as caixas continham (por exemplo na caixa com salsa havia um maior número de fungos desenvolvidos do que na caixa com vinagre) e pela distância dos fungos aos poços (uma bactéria, espalhada num meio de cultura, não cresce em torno de algum agente inibidor, que poderá ser uma especiaria).

1 – Resultados
Baseado na observação empírica alguns resultados eram espectáveis mas outros foram uma pequena surpresa, como é o caso do sal. O sal era esperado como um dos temperos com uma acção antimicrobiana mais forte, por ser dos temperos mais utilizados, quer para conservar (no passado uma das formas de preservar e conservar os alimentos por mais tempo era cobri-los com sal, de forma a manter as suas propriedades), quer para temperar a comida, e como tal deveria estar no inicio da lista. Mas tal não se verificou ficando pelo meio da tabela. Este resultado pode ter várias explicações. O sal usado na experiência pode ter sido exposto a bactérias que tenham comprometido a avaliação dos resultados ou algum erro humano, na execução do procedimento, pode ter posto em causa a veracidade do produto final.
Por outro lado comparando os resultados auferidos com os recolhidos pelo outro turno, verifica-se que certos temperos como o sal ou a salsa se comportaram de forma diferente em relação ao desenvolvimento dos microrganismos. A série de temperos que obtiveram foi: Açúcar; Sal; Vinagre; Salsa; Pimenta Branca; Noz-moscada; Louro; Hortelã-pimenta; Louro. Ou seja confrontando com os outros resultados, verifica-se que o sal e a salsa já se encontram em lugares mais cimeiros, aproximando-se mais do que se considera como sendo a verdade.

2 – Salsa
Pode-se concluir que o vinagre, o cravinho, o açúcar e a pimenta possuem propriedades antimicrobianas fortes, podendo servir como uma alternativa aquando a escolha do método de conservação de um alimento. Já o sal e a salsa, apesar de terem apresentado características antimicrobianas, não revelaram uma acção tão eficaz como as especiarias mencionadas anteriormente, e contrariaram os resultados obtidos na outra actividade experimental realizada, dificultando conclusões que se possam retirar. Por fim, o louro, o caril e os orégãos mostraram possuir pouca eficácia no impedimento da contaminação por microrganismos, tendo ficado rodeados por colónias de bactérias.

3 – Caril
Algumas formas de explicar a discrepância de resultados obtidos são o facto de a actividade prático-laboratorial não ter sido feita em condições assépticas (ausência de microorganismos), podendo estar algum material contaminado, ou o próprio ar ter contaminado o dispositivo experimental ou o facto de não se ter esterilizado todo o material utilizado (apesar de a maioria se ter esterilizado no autoclave).
Podia-se ter minimizado as condições ambientais esterilizando todos os materiais e realizar todas as experiências em câmaras de fluxo laminar.

Bibliografia/Sites consultados
• MATIAS, Osório; MARTINS, Pedro; VIEIRA, Maria da Natividade. Biologia 12 – Parte 2. 1ª Edição, Areal Editores, 2009
• SILVA, Amparo Dias da; SANTOS, Maria Ermelinda; MESQUITA, Almira Fernandes; BALDAIA, Ludovina; FÉLIX, José Mário. Terra, Universo de Vida – Biologia 12ºAno. 1ª Edição, Porto Editora, 2008
• http://cienciaviva.pt/docs/protocoloespeciaria.pdf (consultado a 31/05/2010)

11 de junho de 2010

“Os Nossos Avós Tinham Razão”

Resumo
“Propriedades Antimicrobianas dos Temperos” é o nome da actividade prática realizada no dia 7/5/2010, cujos objectivos foram principalmente aferir se os diferentes condimentos contribuem para a preservação dos alimentos e identificar o condimento que tem maior capacidade de manter o meio asséptico. Para isso, seleccionaram-se alguns condimentos – vinagre, cravinho, açúcar, pimenta, louro, sal, orégãos, caril e salsa – e colocou-se cada um deles num meio de cultura (caldo de frango, mel e ágar-ágar), previamente preparado e esterilizado numa autoclave, onde se tinha pipetado algumas gotas de uma solução bacteriana (água esterilizada e Lactobacilus casei proveniente de um medicamento antidiarreico).

Palavras-chave: conservação de alimentos; condimentos/especiarias/temperos; cultura bacteriana; microrganismos; esterilização.

“Os Nossos Avós Tinham Razão”
É um facto conhecido que, há apenas alguns anos atrás, na ausência de frigoríficos e outros electrodomésticos, os alimentos eram conservados através de outros métodos, nomeadamente através da saturação do alimento num condimento. Alguns desses métodos mantiveram-se, como é o caso do bacalhau salgado, e outros foram-se perdendo ao longo do tempo.
Ao longo desta actividade prática decidiu-se testar a sapiência dos “nossos avós” quanto à conservação de alimentos, usando diferentes temperos. Para isso, seleccionaram-se alguns desses temperos e testou-se a sua capacidade de conservação: preparou-se um meio de cultura nutritivo e devidamente esterilizado; usando uma cápsula de um medicamento, preparou-se uma solução rica em bactérias L. casei, com a qual se contaminou o meio de cultura, obtendo assim uma cultura bacteriana em cada caixa de Petri; colocou-se um condimento diferente em cada meio de cultura. Ao longo de todo o processo, o cuidado com a esterilização foi essencial para garantir resultados fidedignos, isto é, sem contaminação exterior.
Uma semana depois, foi possível observar em que caixa de Petri houve um maior ou menor desenvolvimento de microrganismos. Os resultados obtidos foram os seguintes:

Desenvolvimento de microrganismos: (por ordem crescente)

1. Vinagre
2. Cravinho
3. Açúcar
4. Pimenta
5. Louro
6. Sal
7. Louro
8. Orégãos
9. Caril
10. Salsa

No meio de cultura que continha vinagre não havia qualquer microrganismo visível, podendo ser assim ser considerado o condimento mais eficaz na conservação. Os pickles são um bom exemplo dessa forma de conservação e, de facto, este alimento consegue conservar-se durante longos períodos de tempo.
A salsa foi, de longe, o pior condimento para a conservação. Para além de todo o meio de cultura ter sido invadido por microrganismos, a própria salsa tinha também sido ocupada por eles.
O louro foi utilizado por dois grupos distintos e, apesar de ser o mesmo condimento, não ocupa o mesmo lugar nos dois casos. Isto pode ser explicado pelas seguintes hipóteses:
- Não terem sido seguidos hábitos de higiene com um deles;
- Contaminação da experiência durante o procedimento;
- Diferente quantidade de bactérias no meio de cultura no momento inicial da experiência.
O sal, ao contrário do esperado empiricamente, encontra-se em 6º lugar na sequência de condimentos que evitam o desenvolvimento de microrganismos. Apesar de ser, provavelmente, o condimento mais utilizado na conservação de alimentos, a experiência realizada veio mostrar que este não é dos melhores para tal.
Pode-se concluir que “os nossos avós tinham razão” em conservar alimentos utilizando vários temperos pois a sua utilização provou-se ser bastante válida para o vinagre, o cravinho e o açúcar – como nos doces e compotas.


Mariana de Brito Serra, nº14
Nuno A. S. R. Baltazar, nº 16

1 de junho de 2010

Teatro de Rua

As turmas Profissionais do 11º F e 11º G, realizaram no âmbito da disciplina de Área de Expressões, uma actividade de Teatro de Rua que decorreu entre a Escola e o Pelourinho. No jardim da Covilhã foi realizada uma performance para as pessoas que alí se encontravam. Foi muito interessante e os alunos demonstraram muita criatividade, motivação e alegria. Parabéns a todos!!

Os professores da disciplina:
Paula Rocha e Carlos Santos


12 de maio de 2010

I Mostra de Velharias


O Clube do Museu convida-o a participar neste evento.

Traga um objecto com história e partilhe-o com a comunidade escolar através da exposição do dia 18 de Maio, no átrio da Escola.


Contactar as professoras:
Maria de Lourdes Faria
Ana Paula Fernandes

4 de maio de 2010

Dia D - Dia do DNA

A Estrutura da molécula do DNA - ácido nucleico portador da informação hereditária,
foi descoberta há 55 anos, no dia 25 de Abril. Esta descoberta é comemorada a nível internacional com iniciativas em diferentes instituições, entre as quais a Faculdade de Ciências da Saúde, na UBI. Assim, os alunos do 12º ano, turmas A e B, juntaram-se às comemorações e participaram na parte da manhã, da passada sexta-feira, numa sessão que decorreu no auditório da escola, sobre a investigação mais recente e o futuro potenciado pelas novas descobertas em torno da genética.


À tarde, na Faculdade, puderam visitar algumas salas específicas de aprendizagem e depois participaram na resposta a um Quiz através da plataforma de avaliação.




Os alunos Joana Tavares, João Tourais e João Duarte foram os melhores classificados da escola. O prémio é um dia inteiro de trabalho nos laboratório da Faculdade de Ciências da Saúde, junto dos investigadores, onde irão isolar e observar o seu próprio DNA.


O Professor Steven Casteleiro

20 de abril de 2010

27 de março de 2010

Jantando com Eça

A terminar o Dia dos Departamentos, fomos "jantar com Eça".


Promovido pelo Núcleo de Estágio de Português, com a colaboração das Professoras Mª Celeste Alves, Mª José Soares e Susel Fonseca, o jantar literário no qual desfilaram figuras ecianas, decorreu com todo o rigor da época e com bastante animação. Desde o menu, até à carta dos vinhos, tudo era alusivo à obra de Eça de Queirós - Os Maias.


Houve prémios para os melhores trajes e, no final, assistimos a uma representação dos alunos que interpretaram o passeio final de Carlos e Ega pelas ruas da capital.


Foi "Chic a valer!"

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