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16 de junho de 2014

Alunas 12ºA - 3ºlugar

As alunas Cláudia Costa Pinto e Márcia Duarte, do 12ºA arrecadaram o 3º lugar, no concurso promovido pelo departamento de educação médica do MedUBI - Núcleo de Estudantes de Medicina da Universidade da Beira Interior: FCS Scientific Weekend. O Evento decorreu nas instalações da Faculdade de Ciências da Saúde (FCS), nos dias 9 e 10 de maio e nele participaram alunos das Escolas Secundária Frei Heitor Pinto, Secundária do Fundão e Escola Secundária de Campos Melo.
As alunas desenvolveram um tema relacionado com o Cancro. Prevenção e Terapêuticas: imunoterapia e terapêutica génica, onde abordaram ainda a situação da atriz Angelina Jolie como um estudo de caso, pois esta atriz, segundo as notícias que circularam nos meios de comunicação social, submeteu-se recentemente, a uma  dupla cirurgia para remoção das glândulas mamárias, após a descoberta através de testes genéticos, de uma elevada probabilidade de sofrer de cancro da mama, um cancro com uma componente  hereditária. 
As alunas apresentaram o trabalho a um júri constituído por docentes da FCS e investigadores selecionados para o evento. Supervisionei a parte final da elaboração do trabalho (PowerPoint e Poster Científico) através de algumas sugestões que foram tidas em conta pelas alunas. 
Este prémio constitui um motivo de orgulho para as alunas e para mim como professor bem como para o grupo de Biologia/Geologia e para a escola, na medida em que permitiu às alunas aprofundar um tema que faz parte do programa da disciplina de Biologia e confrontar os conhecimentos que possuíam com alunos de outras escolas. O treino de outro tipo de competências que adquiriram neste evento também foi importante para as suas futuras vidas académicas e profissionais.

O Professor: Steven Casteleiro




25 de janeiro de 2013

14 de fevereiro de 2012

Visita de Estudo a Cantanhede - 12ºA e B

No dia 24 de Janeiro, ainda com o sol por despertar, os alunos do 12ºA e B partiram, no âmbito da disciplina de Biologia, em direção a Cantanhede, uma simpática cidade do distrito de Coimbra. Pelas dez horas, com o sono já reposto, a visita teve inicio.
Na parte da manhã, visitamos a Quinta Piloto de Agricultura Biológica, que a Inova-Empresa Municipal está a desenvolver desde 2006. Alfaces, cenouras, salsa, rúcula, pimentos, alho francês, rabanetes, manjericão estão já a ser produzidos nesta quinta por nós visitada que pretende, sobretudo, chegar ao agricultor tradicional e mudar-lhe o hábito do recurso, fácil, a pesticidas e químicos. Numa visita que primou pelo desfazer de inúmeras ideias erradas, aprendemos que agricultura biológica não é sinónimo de produtos raquíticos e bichados e que as suas práticas se baseiam no funcionamento do ecossistema agrário recorrendo a práticas – como rotações culturais, adubos verdes, consociações, luta biológica contra pragas e doenças - que fomentam o seu equilíbrio e biodiversidade.
Na parte da tarde, no Biocant, realizamos uma atividade prática “Da chave para a fechadura” cujo objetivo era reconhecer o papel fundamental das enzimas em muitas das reações químicas que ocorrem nos organismos vivos e o seu modo de atuação. Foi usado um método de medição da maltose produzida por ação da amílase e foram estudados vários fatores que influenciam a atividade enzimática, tais como: diferentes quantidades de enzima, diferentes quantidades de substrato, pH e temperatura.
Ao que parecia ser uma simples visita estudo, tornou-se inesquecível não só pela panóplia de conhecimentos por ela proporcionado mas também pela aquisição de um novo membro para a família Campos Melo: um porquinho da Índia que trouxemos da Quinta Piloto de Agricultura Biológica.
Ana Carolina Rodrigues, nº 2 do 12º B

28 de julho de 2011

Uma bebé coruja na ESCM

"Quando hoje de manhã os funcionários da portaria chegaram à escola encontraram, junto ao portão inferior, a pequena bebé coruja que por ali andava um pouco assustada e desorientada.
Telefonámos logo para o número de Protecção à Floresta (117) e ao fim de algum tempo, a GNR levou a coruja para o Centro de Interpretação Ambiental de Castelo Branco.
Agora esperamos que os técnicos do ICNB (Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade) consigam encontrar uma solução adequada para a pequena ave, que na tradição académica representa, como lembrou a Professora de Biologia DrªRegina Conceição, o símbolo da sapiência".


O Professor de Biologia: Steven Casteleiro







22 de junho de 2011

Comemoração do Dia Mundial do Ambiente

Para comemorar o Dia Mundial do Ambiente, os alunos das turmas A e B de 12 º ano de Biologia, elaboraram cartazes, panfletos e modelos 3D que foram expostos no átrio da nossa escola nos dias 7, 8 e 9 de Junho.

O Professor de Biologia: Joaquim Nave











10 de maio de 2011

"Laboratórios Abertos": Dia dos Departamentos

No Dia dos Departamentos os Laboratórios de Física, Química e Biologia/Geologia mostraram animadas actividades experimentais explicadas pelos alunos de ciências."
No Laboratório de Física havia, entre várias experiências, demonstrações de fluido não newtoniano e fluido ferromagnético, o efeito fotoeléctrico e o fenómeno da convecção em fluidos. No Laboratório de Química podiamos tornar visível a nossa impressão digital, ver os efeitos em flores do azoto líquido e ver como se fazem os "pega-monstros" entre outras experiências muito interessantes.
No laboratório de Biologia desenvolveram-se actividades de Biologia 12º - como produzir alguns dos alimentos que fazem parte das nossas mesas (pão e queijo...); da Área de Projecto - papel das minhocas na decomposição da matéria orgânica e actividades no âmbito das Ciências Forenses. A Geologia também aqui teve a sua presença com actividades no âmbito dos riscos geológicos (zonas de vertentes, na rede hifdrográfica, vulcões e sismos); com alguns recursos geológicos - minerais e rochas e ainda uma feira de minerais.
O Grupo de Matemática também desenvolveu as suas actividades nas salas 8, 9 e 10 com diversos jogos que animaram os neurónios de muitos alunos.
As salas de Electricidade e de Informática tiveram a sua animação com alguns trabalhos que têm vindo a ser desenvolvidos por alunos e professores dessas áreas.
Esperemos que os alunos de outras escolas que nos visitaram percebam a seriedade e o entusiasmo com que se aprende ciência na nossa escola!

Professoras responsáveis:Rosa Simões e Regina Almeida














17 de março de 2011

Visita de estudo à Renova e ao Centro Ciência Viva do Alviela

No passado dia 10 de Março realizou-se a visita de estudo do 11º ano das Turmas A, B e C1, no âmbito dos conteúdos programáticos das disciplinas de Física e Química A visitámos uma unidade industrial - a fábrica da Renova e como actividade de campo na Biologia e Geologia visitámos o Centro Ciência Viva do Alviela e fizemos um pequeno percurso pedestre para observarmos algumas formas características da paisagem cársica.
Regina Almeida, professora de Biologia e Geologia





12 de junho de 2010

"Os nossos avós tinham razão" (II)

Nomes:
Investigadores:
João Tourais; nº 9; 12ºA
João Duarte; nº 10; 12º A
Instituição:
Escola Secundária Campos Melo

Resumo/Abstract:
Antigamente, algumas especiarias eram utilizadas na conservação de alimentos. Nos dias de hoje, utilizam-se novas e modernas técnicas para este fim, que recorrem, por exemplo, ao controle de condições ambientais ou à adição de conservantes.
Neste artigo apresenta-se o relato de uma actividade onde se pretendia comprovar que as especiarias conservam alimentos pelas suas propriedades antimicrobianas. Construíram-se vários meios de cultura que continham a bactéria Bacillus cereus, onde foram colocados diferentes temperos. Observou-se que as culturas de bactérias se desenvolveram de forma diferente de tempero para tempero. Assim, concluiu-se quais as melhores especiarias no combate à contaminação de alimentos e ao prolongamento da sua conservação.

Termos - chave:
Propriedades antimicrobianas; Temperos; Conservação de alimentos; Microrganismos.
Os nossos avós tinham razão porque eles sabiam qual o melhor tempero, para preservar os alimentos e como temperar a comida de modo a torná-la mais saborosa. Apesar de este conhecimento ser feito à base de observações empíricas, têm por trás explicações científicas, e foram essas justificações que se procuraram quando se realizou esta actividade prática. Para além disso, este trabalho prático teve como objectivos, verificar as propriedades antimicrobianas dos temperos e comparar o desenvolvimento de microrganismos nas Caixas de Petri com diferentes temperos nos meios de cultura. Para isso, utilizou-se uma bactéria que se fez crescer em placas favoráveis ao seu desenvolvimento e nas quais se colocaram as especiarias em estudo.
Hoje em dia admite-se uma teoria, bastante plausível, de que os hábitos alimentares que temos, tais como a utilização de condimentos e especiarias, terão sido transmitidos de geração em geração, quer geneticamente, quer pela cultura, e podem estar relacionados com a actividade antimicrobiana dessas substâncias.
As propriedades antimicrobianas são qualidades que fazem com que essas substâncias não desenvolvam microorganismos (micróbios).
A deterioração dos alimentos geralmente dá-se como resultado da actividade de enzimas (enzimas autolíticas), presentes nos mesmos, ou como resultado da actividade de microrganismos, entre eles os micróbios. Se estes últimos forem patogénicos, podem levar a uma situação de perigo para a saúde humana e portanto é muito importante evitar a sua contaminação. As ervas naturais e as especiarias podem ser utilizadas no combate à sua infecção, pois algumas possuem características antimicrobianas.
Para estudar esta acção antimicrobiana, criou-se um meio de cultura adequado ao desenvolvimento de microrganismos. Posteriormente foi espalhado no meio de cultura, uma solução com um medicamento (fonte de bactérias), onde se colocou o tempero (previamente escolhido), em poços abertos no meio. Deixaram-se as Caixas de Petri em condições favoráveis ao desenvolvimento de bactérias (temperatura ambiente) e passado 7 dias observou-se e registou-se os resultados.
Com as observações que se fizeram foi possível elaborar uma lista decrescente em relação às propriedades antimicrobianas de cada tempero: Vinagre; Cravinho; Açúcar; Pimenta; Louro (grupo 1); Sal; Louro (grupo 2); Orégãos; Caril; Salsa. Esta ordem foi atribuída pela observação da quantidade de fungos que as caixas continham (por exemplo na caixa com salsa havia um maior número de fungos desenvolvidos do que na caixa com vinagre) e pela distância dos fungos aos poços (uma bactéria, espalhada num meio de cultura, não cresce em torno de algum agente inibidor, que poderá ser uma especiaria).

1 – Resultados
Baseado na observação empírica alguns resultados eram espectáveis mas outros foram uma pequena surpresa, como é o caso do sal. O sal era esperado como um dos temperos com uma acção antimicrobiana mais forte, por ser dos temperos mais utilizados, quer para conservar (no passado uma das formas de preservar e conservar os alimentos por mais tempo era cobri-los com sal, de forma a manter as suas propriedades), quer para temperar a comida, e como tal deveria estar no inicio da lista. Mas tal não se verificou ficando pelo meio da tabela. Este resultado pode ter várias explicações. O sal usado na experiência pode ter sido exposto a bactérias que tenham comprometido a avaliação dos resultados ou algum erro humano, na execução do procedimento, pode ter posto em causa a veracidade do produto final.
Por outro lado comparando os resultados auferidos com os recolhidos pelo outro turno, verifica-se que certos temperos como o sal ou a salsa se comportaram de forma diferente em relação ao desenvolvimento dos microrganismos. A série de temperos que obtiveram foi: Açúcar; Sal; Vinagre; Salsa; Pimenta Branca; Noz-moscada; Louro; Hortelã-pimenta; Louro. Ou seja confrontando com os outros resultados, verifica-se que o sal e a salsa já se encontram em lugares mais cimeiros, aproximando-se mais do que se considera como sendo a verdade.

2 – Salsa
Pode-se concluir que o vinagre, o cravinho, o açúcar e a pimenta possuem propriedades antimicrobianas fortes, podendo servir como uma alternativa aquando a escolha do método de conservação de um alimento. Já o sal e a salsa, apesar de terem apresentado características antimicrobianas, não revelaram uma acção tão eficaz como as especiarias mencionadas anteriormente, e contrariaram os resultados obtidos na outra actividade experimental realizada, dificultando conclusões que se possam retirar. Por fim, o louro, o caril e os orégãos mostraram possuir pouca eficácia no impedimento da contaminação por microrganismos, tendo ficado rodeados por colónias de bactérias.

3 – Caril
Algumas formas de explicar a discrepância de resultados obtidos são o facto de a actividade prático-laboratorial não ter sido feita em condições assépticas (ausência de microorganismos), podendo estar algum material contaminado, ou o próprio ar ter contaminado o dispositivo experimental ou o facto de não se ter esterilizado todo o material utilizado (apesar de a maioria se ter esterilizado no autoclave).
Podia-se ter minimizado as condições ambientais esterilizando todos os materiais e realizar todas as experiências em câmaras de fluxo laminar.

Bibliografia/Sites consultados
• MATIAS, Osório; MARTINS, Pedro; VIEIRA, Maria da Natividade. Biologia 12 – Parte 2. 1ª Edição, Areal Editores, 2009
• SILVA, Amparo Dias da; SANTOS, Maria Ermelinda; MESQUITA, Almira Fernandes; BALDAIA, Ludovina; FÉLIX, José Mário. Terra, Universo de Vida – Biologia 12ºAno. 1ª Edição, Porto Editora, 2008
• http://cienciaviva.pt/docs/protocoloespeciaria.pdf (consultado a 31/05/2010)

11 de junho de 2010

“Os Nossos Avós Tinham Razão”

Resumo
“Propriedades Antimicrobianas dos Temperos” é o nome da actividade prática realizada no dia 7/5/2010, cujos objectivos foram principalmente aferir se os diferentes condimentos contribuem para a preservação dos alimentos e identificar o condimento que tem maior capacidade de manter o meio asséptico. Para isso, seleccionaram-se alguns condimentos – vinagre, cravinho, açúcar, pimenta, louro, sal, orégãos, caril e salsa – e colocou-se cada um deles num meio de cultura (caldo de frango, mel e ágar-ágar), previamente preparado e esterilizado numa autoclave, onde se tinha pipetado algumas gotas de uma solução bacteriana (água esterilizada e Lactobacilus casei proveniente de um medicamento antidiarreico).

Palavras-chave: conservação de alimentos; condimentos/especiarias/temperos; cultura bacteriana; microrganismos; esterilização.

“Os Nossos Avós Tinham Razão”
É um facto conhecido que, há apenas alguns anos atrás, na ausência de frigoríficos e outros electrodomésticos, os alimentos eram conservados através de outros métodos, nomeadamente através da saturação do alimento num condimento. Alguns desses métodos mantiveram-se, como é o caso do bacalhau salgado, e outros foram-se perdendo ao longo do tempo.
Ao longo desta actividade prática decidiu-se testar a sapiência dos “nossos avós” quanto à conservação de alimentos, usando diferentes temperos. Para isso, seleccionaram-se alguns desses temperos e testou-se a sua capacidade de conservação: preparou-se um meio de cultura nutritivo e devidamente esterilizado; usando uma cápsula de um medicamento, preparou-se uma solução rica em bactérias L. casei, com a qual se contaminou o meio de cultura, obtendo assim uma cultura bacteriana em cada caixa de Petri; colocou-se um condimento diferente em cada meio de cultura. Ao longo de todo o processo, o cuidado com a esterilização foi essencial para garantir resultados fidedignos, isto é, sem contaminação exterior.
Uma semana depois, foi possível observar em que caixa de Petri houve um maior ou menor desenvolvimento de microrganismos. Os resultados obtidos foram os seguintes:

Desenvolvimento de microrganismos: (por ordem crescente)

1. Vinagre
2. Cravinho
3. Açúcar
4. Pimenta
5. Louro
6. Sal
7. Louro
8. Orégãos
9. Caril
10. Salsa

No meio de cultura que continha vinagre não havia qualquer microrganismo visível, podendo ser assim ser considerado o condimento mais eficaz na conservação. Os pickles são um bom exemplo dessa forma de conservação e, de facto, este alimento consegue conservar-se durante longos períodos de tempo.
A salsa foi, de longe, o pior condimento para a conservação. Para além de todo o meio de cultura ter sido invadido por microrganismos, a própria salsa tinha também sido ocupada por eles.
O louro foi utilizado por dois grupos distintos e, apesar de ser o mesmo condimento, não ocupa o mesmo lugar nos dois casos. Isto pode ser explicado pelas seguintes hipóteses:
- Não terem sido seguidos hábitos de higiene com um deles;
- Contaminação da experiência durante o procedimento;
- Diferente quantidade de bactérias no meio de cultura no momento inicial da experiência.
O sal, ao contrário do esperado empiricamente, encontra-se em 6º lugar na sequência de condimentos que evitam o desenvolvimento de microrganismos. Apesar de ser, provavelmente, o condimento mais utilizado na conservação de alimentos, a experiência realizada veio mostrar que este não é dos melhores para tal.
Pode-se concluir que “os nossos avós tinham razão” em conservar alimentos utilizando vários temperos pois a sua utilização provou-se ser bastante válida para o vinagre, o cravinho e o açúcar – como nos doces e compotas.


Mariana de Brito Serra, nº14
Nuno A. S. R. Baltazar, nº 16

4 de maio de 2010

Dia D - Dia do DNA

A Estrutura da molécula do DNA - ácido nucleico portador da informação hereditária,
foi descoberta há 55 anos, no dia 25 de Abril. Esta descoberta é comemorada a nível internacional com iniciativas em diferentes instituições, entre as quais a Faculdade de Ciências da Saúde, na UBI. Assim, os alunos do 12º ano, turmas A e B, juntaram-se às comemorações e participaram na parte da manhã, da passada sexta-feira, numa sessão que decorreu no auditório da escola, sobre a investigação mais recente e o futuro potenciado pelas novas descobertas em torno da genética.


À tarde, na Faculdade, puderam visitar algumas salas específicas de aprendizagem e depois participaram na resposta a um Quiz através da plataforma de avaliação.




Os alunos Joana Tavares, João Tourais e João Duarte foram os melhores classificados da escola. O prémio é um dia inteiro de trabalho nos laboratório da Faculdade de Ciências da Saúde, junto dos investigadores, onde irão isolar e observar o seu próprio DNA.


O Professor Steven Casteleiro

11 de março de 2010

12ºA e B nos Dias da UBI

Os alunos do 12º A e B através da disciplina de Biologia marcaram presença nos dias da UBI, na Faculdade de Ciências da Saúde. Para além de conhecerem alguns dos laboratórios e salas de aprendizagem puderam experimentar algumas actividades organizadas pelos alunos dos cursos de Medicina, Ciências Farmacêuticas e Ciências Biomédicas.
Os alunos do 12º ano observaram a morfologia interna de um rato dissecado, determinaram o grupo sanguíneo no sistema ABO e efectuaram um check-up bastante completo, com os futuros médicos, que incluiu a medição da tensão arterial, os níveis de glicémia, medição do perímetro abdominal, entre outros parâmetros. No final, a consulta terminou com alguns conselhos para a promoção de um estilo de vida saudável.

O Professor: Steven Casteleiro





14 de dezembro de 2009

"Natal" na ESCM


Nasceu o “Badjeras” no Laboratório de Biologia

Olá sou o Badjeras. Nasci na passada 6ªfeira de manhã ou 5ªfeira ao final da tarde. Não sei bem quando foi pois a enfermeira de serviço, a Ana Barroso do 12º A, visitou-nos a mim e aos meus irmãozinhos, na incubadora improvisada instalada no Laboratório de Biologia, ontem ao final da manhã e nessa altura eu ainda estava no meu ovo.







Quando os alunos do 12º A e B chegaram ao Laboratório para participarem na aula de Biologia ouviram-me piar. Abriram a porta da estufa e eis que apanharam um valente susto: lá estava eu, todo frágil, à espera que me tirassem dali. O espanto passou rapidamente à alegria generalizada e a confusão instalou-se no laboratório pois, tal como os pais babados, ninguém sabia muito bem o que fazer comigo. Muitos alunos estavam confiantes que iria nascer… outros não tinham essa expectativa, incluindo o professor, que sempre mostrou algumas reservas quanto ao sucesso do nosso nascimento. O Norberto Costa, que já tinha muita prática em alimentação de aves, foi rapidamente buscar um conta-gotas para me dar água a beber. Outros alunos foram a correr para a Internet, para encontrar respostas sobre o que fazer com um pintainho recém-nascido.




Após a agitação inicial, improvisaram uma cama e um quartinho para eu descansar. É que aquela agitação toda deixou-me cansado e a luz da sala ainda me estava a incomodar. O resto da aula foi passada com o meu piar insistente em busca de colo e atenção. A Vânia Neves, a minha mãe adoptiva, levou-me com o consentimento do João Marques – o meu pai adoptivo, para um galinheiro, onde me vou juntar a outras galinhas e galos que a minha avó já possui. Hoje foi um dia de festa pois até a minha avó, tão contente que estava, foi buscar-me de carro à escola, para chegar mais depressa à minha nova morada. Os meus companheiros de estufa ainda estão no laboratório, à espera da sua vez para verem a luz do dia.

Os alunos de Biologia do 12º A e B

23 de junho de 2009

Afinal os nossos avós tinham razão

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Por Ana Carolina Teodózio, Ana Rita Arcão, Ana Rita Santos, Marta Jacob

Escola Secundária/3º CEB Campos Melo

Biologia 12º Ano Turma A

2008/2009

Resumo – Neste artigo apresenta-se o relato de uma actividade que pretendia comprovar que as especiarias conservam alimentos pelas suas propriedades antimicrobianas. Construiu-se um meio de cultura que continha a bactéria Lactobacillus casei, onde foram colocadas diferentes especiarias. Observou-se que as culturas de bactérias se desenvolveram longe das especiarias, excepto do pimentão e do tomilho. Assim, concluiu-se que grande parte das especiarias evita a contaminação de alimentos e prolonga a sua conservação.

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Introdução

Antigamente, algumas especiarias eram utilizadas na conservação de alimentos. Nos dias de hoje, utilizam-se novas e modernas técnicas para este fim, que recorrem, por exemplo, ao controle de condições ambientais ou à adição de componentes artificiais.

Com este trabalho, pretendeu-se verificar a capacidade antimicrobiana de certas especiarias na conservação de alimentos e comprovar a eficácia dos métodos de conservação mais antigos. Para isso, utilizou-se uma bactéria que se fez crescer em placas favoráveis ao seu desenvolvimento e nas quais se colocaram as especiarias em estudo.

Desenvolvimento

A conservação dos alimentos tem como principal objectivo, como o próprio nome indica, preservar a qualidade do alimento após a sua produção e antes do seu consumo.

A deterioração dos alimentos geralmente dá-se como resultado da actividade de enzimas autolíticas, presentes nos mesmos, ou como resultado da actividade de microrganismos, entre eles os micróbios.

É importante evitar que o alimento seja contaminado por estes últimos, pois muitos podem ser patogénicos e, consequentemente, nefastos à saúde humana. Daí que seja indispensável uma manipulação asséptica dos alimentos e a adopção de certas medidas que previnam a alteração do produto pela actividade microbiana.

Frequentemente recorre-se ao uso de especiarias e ervas naturais que possuem características antimicrobianas e conferem estabilidade à manutenção da qualidade inicial dos alimentos. Para estudar esta acção antimicrobiana, criou-se um meio de cultura favorável ao desenvolvimento de bactérias Lactobacillus casei, obtidas a partir do medicamento Antibiophilus, em caixas de Petri. De seguida, fizeram-se nestas pequenos poços relativamente equidistantes, onde se colocaram as seguintes especiarias: tomilho, cominho, pimentão, orégão, pimenta, alho, sal e louro. Os resultados obtidos, passados cinco dias, podem ser observados nas seguintes imagens:


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Verificou-se que o louro, o cominho, os orégãos, a pimenta branca, o sal e o alho exercem uma forte acção antimicrobiana, podendo servir como uma alternativa aquando a escolha do método de conservação de um alimento. Já o tomilho, apesar de também ter apresentado características antimicrobianas, não revelou uma acção tão eficaz como as especiarias mencionadas anteriormente. Por fim, o pimentão mostrou não possuir qualquer eficácia no impedimento da contaminação por microrganismos, tendo ficado todo ele rodeado por colónias de bactérias.

Bibliografia

  • SILVA, Amparo Dias da; SANTOS, Maria Ermelinda; MESQUITA, Almira Fernandes; BALDAIA, Ludovina; FÉLIX, José Mário. Terra, Universo de Vida – Biologia 12ºAno. 1ª Edição, Porto Editora, 2008
  • http://www.inf.ufrgs.br/~mirella/Dicas.html (consultado a 27/05/2009)
  • http://eden.dei.uc.pt/~ctp/papers.htm (consultado a 27/05/2009)
  • http://www.cesnors.ufsm.br/projetos/textos-academicos/EXEMPLO%20DE%20UM%20ARTIGO%20CIENTIFICO%20(%20Modelo%20Paper).doc/view (consultado a 27/05/2009)

Nota: um dos trabalhos de final de ano do 12º ano, elaborados no âmbito da disciplina de Biologia, leccionada pela professora Regina Conceição


13 de maio de 2009

Formação Sexual - PES

Os alunos da disciplina de Biologia do 12º ano, turmas A, B e C terminaram as sessões de Formação Sexual que implementaram junto dos colegas mais novos, do 7º ano.
As dúvidas colocadas, reveladoras do interesse sobre os assuntos tratados, foram mais que muitas.
Os temas foram trabalhados através de uma metodologia que privilegiou a interacção com os alunos, por forma a que se sentissem mais à vontade para exporem as suas dúvidas.

23 de abril de 2009

Voltámos a Estremoz








Voltámos a Estremoz.
As turmas A, B e C, do 11º ano deslocaram-se a Estremoz para, no âmbito da disciplina de Biologia/Geologia, visitarem o Centro de Ciência Viva de Estremoz e conhecer a indústria extractiva de mármore na região.
A visita, que já se tornou um must, permitiu aos alunos da disciplina relembrarem conceitos, aprenderem novas perspectivas sobre Geologia e integrarem os conhecimentos adquiridos nas aulas, com os modelos interactivos expostos neste centro, dedicado à Geologia da região do Alentejo.
Para o ano haverá mais.