5 de abril de 2013
30 de janeiro de 2013
Comunidade de Leitores
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28 de janeiro de 2013
"Livros com Biologia" - Dr. Joaquim Nave
No passado dia 23 de janeiro, no âmbito da sessão "Livros Com Biologia Dentro",o Dr.Joaquim Nave, professor de Biologia, apresentou a alguns alunos um livro marcante da sua vida. O livro que nos deu a conhecer foi "O Pecado de Darwin" do nova iorquino John Darnton e, através de um discurso claro e apelativo, o Professor Joaquim Nave partilhou a sua experiência enquanto leitor e motivou-nos para a leitura desta obra cuja ação se desenrola a partir de uma personagem real sobejamente conhecida, Charles Darwin, cientista britânico responsável pela teoria da evolução das espécies que, desde o seu aparecimento, tem feito correr muita tinta.Com a leitura deste livro, que mistura factos históricos e ficção, podemos descobrir o que levou Darwin a formular a teoria da evolução, porque demorou vinte e dois anos a escrever A Origem das Espécies, que doença misteriosa o debilitou durante anos ou quem era o seu rival secreto.Uma sugestão irresistível!
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10:19 p.m.
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27 de fevereiro de 2012
Honrar a palavra
No negócio de mobílias usadas, não se pode comprar por catálogo, como se faz com as novas. As pessoas aparecem e o comerciante tem de ir às casas vê-las e fazer o seu preço. “Não se pode vender o que não se tem,” costumava dizer o meu pai. Por isso, estas visitas eram de extrema importância para ele.
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10:47 p.m.
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13 de janeiro de 2012
Concurso Nacional de Leitura 2011-2012
Alunas da ESCM apuradas para a 2ªfase - Finais Distritais:
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AMM
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12:25 a.m.
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10 de junho de 2011
Livro de poemas
SINOPSE: Julguei um dia ser MAIS UM HETERÓNIMO DE FERNANDO PESSOA. Fiz de mim um seu fiel discípulo, imaginando ser uma alma gémea do poeta e desejando seguir as pisadas do Mestre. Loucura? Megalomania? Que seja. Mesmo assim, decidi retirar do meu baú este livro de poemas com a assinatura de Sebastião Saudade, que é o nome deste heterónimo ficcional, esperando ser acolhido por um qualquer leitor benévolo...
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10:53 p.m.
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2 de abril de 2011
Assim não jogo
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8:30 a.m.
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30 de dezembro de 2010
25 de novembro de 2010
Dr Eric Mendes - ex-aluno da ESCM
No dia 19 de Novembro o Dr Eric Mendes, lançou na Faculdade de Engenharia da Universidade da Beira Interior (UBI) o seu primeiro livro “Perimetro de Protecção de captação de águas subterrâneas para consumo humano em zonas de montanhas – Caso de estudo da cidade da Covilhã”.O Dr Eric Mendes completou o 12º ano nesta escola, onde iniciou os seus estudos na área da Geologia seguindo depois para a Universidade de Lisboa onde concluiu o curso de Geologia Aplicada e do Ambiente em 2003. Em 2007 defendeu com sucesso o seu trabalho de mestrado na área de Geotecnia Ambiental. Tem já cerca de 24 artigos científicos, publicados em revistas nacionais e internacionais. Entretanto, entrou num projecto de doutoramento na UBI, do tipo Universidade-Empresa, com uma bolsa de estudos co-financiada pela FCT (Fundação para a Ciência e Tecnologia) e Empresa Beira Vicente. O seu trabalho de doutoramento inclui estudos na zona da Serra da Gardunha, com o objectivo principal de contribuir para uma exploração sustentada da água subterrânea que serve de base a linha de engarrafamento da Água de Nacente Fonte da Fraga.
No livro agora lançado apresenta um caso de estudo da definição do perímetro de protecção de 74 captações de água subterrânea localizadas na Serra da Estrela. Estas captações pertencem à empresa municipal Águas da Covilhã e encontram-se integradas no sistema global de abastecimento público, que serve cojuntamente com o sistema da Barragem da Cova do Viriato, cerca de 30000 habitantes.
Aquelas captações, além de relativa proximidade entre elas são ainda muito singulares em relação ao contexto clássico da optimização de perímetros de protecção. São do tipo minas, drenos, furos semi-horizontais e nascentes, sendo de salientar que estas captações são muito comuns em regiões montanhosas.
Assim, neste trabalho apresenta-se uma metodologia própria que resulta de uma conjugação de quatro métodos ou aspectos: 1) método de Wyssling; 2) aplicação da fórmula expressa no Decreto-Lei nº 382/99 de 22 de Setembro; 3) aspectos geológicos/estruturais e geomorfológicos da envolvente às captações; 4) vulnerabilidade das formações geológicas envolventes às captações.
Esta metodologia poderá ser alargada a outras zonas de montanha sendo de salientar que já foi aplicada a inumeras captações de abastecimento publico de vários municipios portugueses.
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AMM
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20 de novembro de 2010
Feira do Livro na Biblioteca da Escola
Até dia 29 de Novembro decorre, na Biblioteca da escola, a FEIRA do LIVRO. Há livros para todos os gostos e para todas as idades…
É o lugar ideal para comprar uma inesquecível prenda de Natal! Obrigatório visitar!
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AMM
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28 de setembro de 2010
18 de junho de 2010
Adeus, José Saramago!
«Morre aos 87 anos Saramago, Nobel da Literatura em 1998
O escritor português e Prémio Nobel da Literatura em 1998 José Saramago morreu hoje aos 87 anos em Lanzarote. O autor português encontrava-se doente mas em estado «estacionário», mas a situação agravou-se, explicou o seu editor, Zeferino Coelho.
José Saramago nasceu na aldeia ribatejana de Azinhaga, concelho de Golegã, no dia 16 de Novembro de 1922, embora o registo oficial mencione o dia 18.
Os seus pais emigraram para Lisboa quando ele ainda não tinha três anos de idade. Toda a sua vida tem decorrido na capital, embora até ao princípio da idade madura tivessem sido numerosas e às vezes prolongadas as suas estadas na aldeia natal.
Fez estudos secundários (liceal e técnico) que não pôde continuar por dificuldades económicas. No seu primeiro emprego foi serralheiro mecânico, tendo depois exercido diversas outras profissões, a saber: desenhador, funcionário da saúde e da previdência social, editor, tradutor, jornalista.
Publicou o seu primeiro livro, um romance («Terra do Pecado»), em 1947, tendo estado depois sem publicar até 1966. Trabalhou durante doze anos numa editora, onde exerceu funções de direcção literária e de produção. Colaborou como crítico literário na Revista Seara Nova.
Em 1972 e 1973 fez parte da redacção do Jornal Diário de Lisboa onde foi comentador político, tendo também coordenado, durante alguns meses, o suplemento cultural daquele vespertino. Pertenceu à primeira Direcção da Associação Portuguesa de Escritores. Entre Abril e Novembro de 1975 foi director-adjunto do Diário de Notícias.
A partir de 1976 passou a viver exclusivamente da escrita, inicialmente como tradutor, depois como autor.
Em 1980, alcançou notoriedade com o livro «Levantado do Chão», visto hoje como o seu primeiro grande romance. «Memorial do Convento» confirmaria esse sucesso dois anos depois.
Em 1991, publica «O Evangelho Segundo Jesus Cristo», livro censurado pelo Governo - o que levou Saramago a exilar-se em Lanzarote, nas Ilhas Canárias (Espanha), onde viveu até hoje. Foi ele o primeiro autor de língua portuguesa a receber o Prémio Nobel de Literatura, em 1998.
Entre os seus outros livros estão os romances «O Ano da Morte de Ricardo Reis» (1984), «A Jangada de Pedra» (1986), «Ensaio sobre a Cegueira» (1995), «Todos os Nomes» (1997), e «O Homem Duplicado» (2002); a peça teatral «In Nomine Dei» (1993) e os dois volumes de diários recolhidos nos «Cadernos de Lanzarote» (1994-1997). »
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12 de dezembro de 2009
Leituras de Natal II - Série III
Brücken Bauen
(Tradução e adaptação)
3 de dezembro de 2009
Leituras de Natal - I- Série III
É véspera de Natal. Mas não para Irina. Para ela só será Natal a 7 de Janeiro, quando as aulas tiverem recomeçado.
A mãe aproveita umas horas extra, na pastelaria, para preparar fornadas de bolos-reis.
O pai, antes de sair, marcou-lhe páginas e páginas de trabalhos de casa. É preciso, para poder acompanhar os colegas,
Folheando o dicionário, a pequena ucraniana procura as palavras portuguesas que há-de escrever em frente das que tão bem conhece.
ОЛiВЕДЬ — lápis
ЗОШИТ — caderno
КИГА — livro
ШКОЛА — escola
Tudo diferente! Até o abecedário... Na escola, os outros fazem pouco dela e chamam-lhe “língua de trapos”. Que quererá isso dizer?
Vai à página 190, logo em seguida à 293. Era de calcular...
Tem, no entanto, orgulho em ser a melhor a matemática. Ninguém a bate em contas. Quando a professora entrega os testes e lhe dá vinte, há sempre um grupinho irritado que, no recreio seguinte, se junta, numa roda, à sua volta, cantarolando:
Irina, Irina, Irina,
Que menina tão fina!
Tem cara cor de sal,
Olhos cor de piscina.
Cabelos cor de margarina.
Ai, doem-te as saudades?
Vai tomar aspirina.
Na Ucrânia deixou tantos amigos...
Evita aqueles olhos escuros que se fixam nela, uns curiosos, outros trocistas, outros indiferentes.
Sente-se como uma extraterrestre. Porque é que os pais a mandaram vir?
Isola-se no recreio, a um canto, tentando desvendar a algaraviada das conversas. Às vezes, o Afonso murmura-lhe ao ouvido um segredo:
— Pareces uma fada!
E foge logo a correr.
Que palavrão será “fada”? Nem vale a pena procurar no dicionário. Algumas palavras que lhe dizem nem sequer lá vêm. A princípio ainda perguntou à mulher da limpeza o que significavam mas ela empurrou-a com a esfregona.
— Ordinária! Estes imigrantes mal sabem falar mas fixam logo a porcaria... Porque não voltam para o sítio de onde vieram?
Com lágrimas nos olhos, Irina vai agora à janela e vê as luzinhas acender e apagar nas árvores despidas. Por trás das paredes deslavadas das velhas casas, decerto se celebra a consoada. Como será?
Doze pratos se punham na mesa de festa no Natal da sua terra. Uma em memória de cada apóstolo.
É Natal em Portugal. Que interessa? A família está dispersa. A mãe a fazer bolos-reis que não vai provar porque para os ortodoxos é tempo de sacrifício e jejum. O pai lá anda, na construção civil. Como mais ninguém queria trabalhar na noite de 24, foi, sozinho, pintar um café que está a ser remodelado, ao fundo da rua. Os dois irmãos mais novos ficaram em Priluki, lá longe, com a avó.
Irina aquece a sopa e arranja uma sandes de queijo. Como pesa o silêncio!
De repente, sente um grito abafado no andar de cima. Algum assalto? Alguém que caiu? Não sentiu passos nem o baque de uma queda...
Com o coração a bater, põe-se a espreitar pelo óculo. Nada!
— Acudam! Acudam!
Mais ninguém se encontra no prédio. As lojas do rés-do-chão estão fechadas, os vizinhos do primeiro andar foram de férias. Por cima, na mansarda, mora uma rapariga nova, gorda, pálida.
Irina abalança-se a subir. A porta encontra-se apenas encostada e a miúda entra, a medo. Já ninguém grita. Um gemido fraco ecoa ao fundo do corredor.
Haverá feridos? Tem horror ao sangue. Por um momento, pensa em voltar para trás. Mas prossegue, pé ante pé, até ao quarto.
Deitada na cama, a moça, que ela conhece de vista, geme, agarrada à barriga enorme. Irina aproxima-se, repara que está alagada em suor.
— Ladrão atacar tu? Estar doente?
Tremendo, a outra responde:
— Chama o 112. O bebé vai nascer.
Que será o 112? Estará ela a delirar? Quase desfalece.
Então Irina precipita-se pela escada abaixo. A rua encontra-se deserta. Não conhece ninguém nas redondezas. Corre até ao café onde o pai está a pintar paredes.
— Pai, pai! — grita ela.
Anton desce do escadote, pousa o rolo, inquieto ao ver a filha naquela aflição.
— Que foi? Aconteceu alguma desgraça?
Mal sabe o que se passa, marca um número no telemóvel, dá a morada, pede urgência. Segue-a em passo apressado. Sobre eles desaba uma chuva gelada. Ficam com os cabelos a escorrer, encharcam os sapatos nas poças que, num instante, se formam.
Chegados ao prédio, o ucraniano galga os degraus dois a dois, entra sozinho no quarto da vizinha. A filha fica à espera.
— Irina, ferve uma panela de água. Traz-me um frasco de álcool, uma tesoura, toalhas.
A miúda obedece, confusa.
— Traz-me roupa lavada, para me mudar!
O pintor despe o fato-macaco, sujo de tinta e de pó, na casa de banho, enfia uma camisa branca, umas calças desbotadas. Esfrega as mãos e a tesoura com álcool.
— Irina, a água já ferve?
De novo no quarto, fala pausadamente com a rapariga, em voz alta. Ouve-se tudo cá fora.
— Força! Coragem! Está quase...
De súbito ouve-se o choro de um bebé.
— Entra, Irina — diz, pouco depois, o pai. — Vem ajudar. Já és crescida.
Entrega-lhe o recém-nascido.
A rapariga, na cama desalinhada, sorri.
— Embrulha-o num xailinho. Está na gaveta do meio.
Irina aconchega aquele corpo tão pequenino e frágil. Embala-o devagarinho, como fazia com as bonecas. Uma minúscula mãozinha aperta então o seu polegar.
O alarme de uma ambulância apita. Pára à entrada do edifício. Duas enfermeiras precipitam-se pela porta dentro.
— Então, viram-se atrapalhados? Um parto faz sempre confusão, principalmente aos homens.
— Sou médico — confessa o ucraniano. — Mas, em Portugal, ando nas obras...
As enfermeiras cruzam um olhar subitamente triste. Examinam a criança.
— O bebé nasceu no dia de Natal. É o nosso Menino Jesus.
A mãe olha para o homem e pergunta:
— Como é que o doutor se chama?
— Anton.
— António? Quer ser o padrinho? Vou pôr-lhe o seu nome.
As enfermeiras levam a rapariga e o bebé para a ambulância.
— Vão dar um passeio até à maternidade. Estão ambos óptimos.
— Manhã nós visitar! — exclama a garota.
Já passa da meia-noite. Pai e filha descem até ao patamar do primeiro andar. Na escada nunca há luz. Felizmente a gente do 112 usa lanternas... Mas, logo que o pessoal da ambulância se afasta, a escuridão instala-se. Às apalpadelas, o pai mete a chave na fechadura. Tropeça num embrulho.
— Que será? — espanta-se ele. — Esta é uma noite de surpresas.
Sobre o tapete de cairo está um embrulho enfeitado com um laçarote cor-de-rosa. Traz um bilhete preso com fita-cola.
Para uma fada loura.
com amizade
A menina abre-o. É um conjunto de canetas de ponta de feltro.
— O Pai Natal português não se esqueceu de ti — ri-se o médico.
— O Afonso é a única pessoa que me trata por fada — replica a Irina, um bocadinho corada.
Corre para o dicionário, passando as páginas até à número 159 e exclama, radiante:
OЗНАКА — fada
Depois, pega numa folha de papel e desenha, a amarelo, uma estrela a brilhar, a brilhar, a brilhar.
Há sempre uma estrela no Natal
30 de outubro de 2009
À conversa com o autor de "Não Tenhas Medo do Escuro", Prof. Doutor Gabriel Magalhães

Seguiu-se um curto, mas vivíssimo debate, no qual o autor pôde responder a algumas questões colocadas pelo auditório.
No final, o balanço foi muito positivo.
Equipa da Biblioteca
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28 de outubro de 2009
"Eu e os Livros"
Convidam-se os Exmos. Senhores Encarregados de Educação para estarem presentes com os seus Educandos numa sessão informal, subordinada ao tema "Eu e os Livros", a realizar na Biblioteca Escolar no dia 29 de Outubro, pelas 18h30m.
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27 de outubro de 2009
Amanhã, 4ªfeira, À conversa com os livros
Sinopse
Um cadáver que desaparece; uma mulher que morreu - e que talvez não tenha morrido; um pintor louco; uma governanta que se dedica a afogar gatos pretos; um poeta que recita nas estações de serviço e um enigmático velho de barba branca; uma japoneira movendo-se de um lado para o outro. Eis alguns dos ingredientes narrativos de Não Tenhas Medo do Escuro, romance que obteve o Prémio de Revelação APE/DGLB.
Afectada por um cancro, uma professora procura um sentido para a sua vida. Vagueia por Lisboa, Porto e Amarante; entretanto, uma criatura de sombra persegue-a. Após a sua morte, o seu corpo desaparecerá. A chave para este enigma encontra-se nos poemas que analisou com os seus alunos e nas pessoas que conheceu nos seus últimos meses. Não Tenhas Medo do Escuro é um romance de mistério, uma homenagem à poesia portuguesa e uma reflexão sobre o valor da vida e o poder da arte.
http://www.wook.pt/ficha/nao-tenhas-medo-do-escuro/a/id/1532882
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22 de outubro de 2009
À conversa com os livros
Integrado no mês das BEs irá decorrer no próximo dia 28, 4ªfeira,
Não Tenhas Medo do Escuro
*Gabriel Magalhães é doutorado em Filologia Hispânica e Portuguesa, Professor de Literatura Portuguesa na Universidade de Salamanca e de Literatura Espanhola na Universidade da Beira Interior, profundo conhecedor das culturas de Espanha e Portugal. Reside actualmente em Portugal, mas já viveu na Galiza, no País Basco e em Castela. Lançou recentemente o livro Não Tenhas Medo do Escuro.
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