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24 de outubro de 2012

Dra. Isabel Fael recebe Medalha de Mérito

No passado dia 20 de outubro na Sessão comemorativa do 124º aniversário da cidade, na Câmara Municipal da Covilhã, a Diretora da Escola Secundária Campos Melo - Dr.ª Isabel Maria Marques de Almeida Lopes Fael - foi homenageada e recebeu a Medalha de Mérito Municipal.

"Responsável pela escola que, para muitos, foi a primeira universidade da Covilhã, soube reconduzi-la às exigências dos tempos que vivemos. Adaptando a sua oferta de ensino. Imaginando novos cursos e atividades, recreando a sua vocação formadora, em ligação com as empresas. Abrindo fronteiras aos seus alunos, na perspetiva de que a adaptação à globalização começa na escola local. A ação da Dra. Isabel Fael é motivo de orgulho para a cidade e, nestes termos, a Câmara Municipal deliberou atribuir-lhe a Medalha de Mérito Municipal, categoria prata, por relevantes serviços prestados no exercício da sua atividade profissional ao serviço do ensino e da cultura, com repercussão no prestígio e afirmação do nosso Concelho."




A Comunidade Escolar da ESCM felicita, com muito orgulho, a sua Diretora e congratula-se com o reconhecimento do seu mérito  por parte da Câmara Municipal.

22 de outubro de 2012

Entrega de Diplomas aos melhores alunos do concelho da covilhã



No âmbito das comemorações do dia da cidade da Covilhã, a Câmara Municipal, à semelhança do que tem feito em anos anteriores, homenageou os bons alunos do concelho.
A cerimonia teve lugar no dia 13 de outubro, no Teatro Municipal.

Parabéns aos alunos da Escola Secundária Campos Melo que, no ano letivo de 2011-2012, se destacaram pelos bons resultados: 

9º Ano:
MARIANA MOURA DOS SANTOS ALMEIDA

12º Ano:

catarina raquel abreu ramos
daniella lopes de figueiredo
rodrigo carvalho ramos
telma soraia ribeiro vicente
daniela marques da silva
joão miguel saraiva miraldes
joão pedro pires santos
Frederico joaquim santa lopes ramos duarte
leandro gonzalez cutelo
Ana sofia esteves barata paiva
beatriz torgal martins
julie saraiva pais
mariana silva roberto
Madalena gonçalves c. s. coelho  
sara filipa martinho nicolau
vera rute soares gomes
antónio pedro santos serra
inês filipa duarte pereira
rui jorge pereira lourenço
sara raquel barbosa pinto
nélia vila fonseca
inês patrícia fonseca costa sousa
Diana soraia gonçalves dos santos
Tiago miguel mendonça martins
débora do carmo mendes
filipa daniela cunha brito
gabriel américo marques gonçalves
ana de jesus martinho machado
inês ramos cruz
sofia costa craveiro
daniela saraiva miraldes
sara isabel cardoso silva
Ana catarina pinto correia
ana luisa costa serra
barbara isabel gouveia matos
guilherme carvalho ramos
fábio daniel gonçalves brito
ana sofia saraiva patricio
catarina  isabel esteves santarém
daniel lopes barroso
António guilherme seixas mendes
andré saraiva geraldes      
marilia duarte bernardo
ricardo jorge oliveira rabasquinho
sofia alves lazera

20 de outubro de 2012

20 de outubro - dia da cidade da Covilhã


O passado da Covilhã remonta aos tempos da romanização da Península Ibérica, quando foi castro proto-histórico, abrigo de pastores lusitanos e fortaleza romana conhecida por Cava Juliana ou Silia Hermínia. Quem mandou erguer as muralhas do seu primitivo castelo foi D. Sancho I que em 1186 concedeu foral de vila à Covilhã. E, mais tarde, foi D. Dinis que mandou construir as muralhas do admirável bairro medieval das Portas do Sol.
Era já na Idade Média uma das principais "vilas do reino", situação em seguida confirmada pelo facto de grandes figuras naturais da cidade ou dos arredores se terem tornado determinantes em todos os grandes Descobrimentos dos séculos XV e XVI: o avanço no Oceano Atlântico, o caminho marítimo para a Índia, as descobertas da América e do Brasil, a primeira viagem de circum-navegação da Terra. Em plena expansão populacional quando surge o Renascimento, sector económico tinha particular relevo na agricultura, pastorícia, fruticultura e floresta. O comércio e a indústria estavam em franco progresso. Gil Vicente cita "os muitos panos finos". O Infante D. Henrique, conhecendo bem esta realidade, passou a ser "senhor" da Covilhã. A gesta dos Descobrimentos exigia verbas avultadas. As gentes da vila e seu concelho colaboraram não apenas através dos impostos, mas também com o potencial humano.
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A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de Outubro de 1870 pelo Rei D. Luís I, por ser "uma das villas mais importantes do reino pela sua população e riqueza."

                                                                                             wikipedia

21 de outubro de 2011

20 de Outubro - Feriado Municipal da Covilhã

O passado da Covilhã remonta aos tempos da romanização da Península Ibérica, quando foi castro proto-histórico, abrigo de pastores lusitanos e fortaleza romana conhecida por Cava Juliana ou Silia Hermínia. Quem mandou erguer as muralhas do seu primitivo castelo foi D. Sancho I que em 1186 concedeu foral de Vila à Covilhã. E, mais tarde, foi D. Dinis que mandou construir as muralhas do admirável bairro medieval das Portas do Sol. Era já na Idade Média uma das principais “vilas do reino”, situação em seguida confirmada pelo facto de grandes figuras naturais da cidade ou dos arredores se terem tornado determinantes em todos os grandes Descobrimentos dos sécs. XV e XVI: o avanço no Oceano Atlântico, o caminho marítimo para a Índia, as descobertas da América e do Brasil, a primeira viagem de circum-navegação da Terra. Em plena expansão populacional quando surge o Renascimento, sector económico tinha particular relevo na agricultura, pastorícia, fruticultura e floresta. O comércio e a indústria estavam em franco progresso. Gil Vicente cita “os muitos panos finos”. O Infante D. Henrique, conhecendo bem esta realidade, passou a ser “senhor” da Covilhã. A gesta dos Descobrimentos exigia verbas avultadas. As gentes da vila e seu concelho colaboraram não apenas através dos impostos, mas também com o potencial humano. A expansão para além-mar iniciou-se com a conquista de Ceuta em 1415. Personalidades da Covilhã como Frei Diogo Alves da Cunha, que se encontra sepultado na Igreja da Conceição, participaram no acontecimento. A presença de covilhanenses em todo o processo prolonga-se com Pêro da Covilhã (primeiro português a pisar terras de Moçambique e que enviou notícias a D. João II sobre o modo de atingir os locais onde se produziam as especiarias, preparando o Caminho Marítimo para a Índia) João Ramalho, Fernão Penteado e outros. Entre os missionários encontramos o Beato Francisco Álvares, morto a caminho do Brasil; frei Pedro da Covilhã, capelão na expedição de Vasco da Gama para a Índia, o primeiro mártir da Índia; o padre Francisco Cabral missionário no Japão; padre Gaspar Pais que de Goa partiu para a Abissínia; e muitos outros que levaram, juntamente com a fé, o nome da Covilhã para todas as partes do mundo. Os irmãos Rui e Francisco Faleiro, cosmógrafos, tornaram-se notáveis pelo conhecimento da ciência náutica. Renascentista é Frei Heitor Pinto, um dos primeiros portugueses a defender, publicamente, a identidade portuguesa. A sua obra literária está expressa na obra “Imagem da Vida Cristã”. Um verdadeiro clássico. A importância da Covilhã, neste período, explica-se não apenas pelo título “notável” que lhe concedeu o rei D. Sebastião como também pelas obras aqui realizadas e na região pelos reis castelhanos. A Praça do Município foi até há poucos anos, de estilo filipino. Nas ruas circundantes encontram-se vários vestígios desse estilo. No concelho também. Exemplos de estilo manuelino também se encontram na cidade. É o caso de uma janela manuelina da judiaria da Rua das Flores. É o momento de citar o arquitecto Mateus Fernandes, covilhanense, autor do projecto da porta de entrada para as Capelas imperfeitas, no mosteiro da Batalha.
As duas ribeiras que descem da Serra da Estrela, Carpinteira e Degoldra, atravessam o núcleo urbano e estiveram na génese do desenvolvimento industrial. Elas forneciam a energia hidráulica que permitiam o laborar das fábricas. Junto a essas duas ribeiras deve hoje ser visto um interessante núcleo de arqueologia industrial, composto por dezenas de edifícios em ruínas. Nos dois locais são visíveis dezenas de antigas unidades, de entre as quais se referem a fábrica-escola fundada pelo Conde da Ericeira em 1681 junto à Carpinteira e a Real Fábrica dos Panos criada pelo Marquês de Pombal em 1763 junto à ribeira da Degoldra. Esta é agora a sede da Universidade da Beira Interior na qual se deve visitar o Museu de Lanifícios, já considerado o melhor núcleo museológico desta indústria na Europa.
A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de Outubro de 1870 pelo Rei D. Luís I, por ser “uma das villas mais importantes do reino pela sua população e riqueza”.


20 de outubro de 2009

Dia da Cidade

DECRETO QUE ELEVA A VILA DA COVILHÃ A CIDADE

"Attendendo a que a muito notável villa da Covilhã, no districto de Castello Branco, é uma das villas mais importantes do reino pela sua população e riqueza:

Attendendo a que a mesma Villa é uma das povoações do reino que mais se têem distinguido pela fecunda iniciativa de seus habitantes na fundação e aperfeiçoamento de muitos e importantes estabelecimentos fabris, cujos productos podem já disputar primazia com os das fábricas estrangeiras mais acreditadas pelo seu desenvolvimento industrial;

E desejando dar aos habitantes da referida villa um solene testemunho de subido apreço em que tenho os seus honrados esforços pelo progresso e aperfeiçoamento da indústria nacional;

Hei por bem fazer mercê à dita villa da Covilhã de a elevar à categoria de cidade, com a denominação de cidade da Covilhã e me praz que directamente lhe pertencerem; devendo expedir-se à respectiva Câmara Municipal a competente carta em dois exemplares, um para título d'aquela corporação e o outro para ser depositado no real archivo da torre do tombo.

O Ministro e Secretário d'Estado dos Negócios do Reino assim o tenha entendido e faça executar.
Paço da Ajuda, em 20 de Outubro de 1870.
Rei - António, Bispo de Viseu."

citação daqui

29 de janeiro de 2009

António Alçada Batista



Aniversário Natalício




Nasceu na Covilhã a 29 de Janeiro de 1927 o "escritor de afectos", "com uma sensibilidade feminina", como um dia disse de si próprio. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, apenas exerceu advocacia entre 1950 e 1957, tendo, contudo, deixado uma vasta obra na área da ficção e ensaio. Esteve também ligado ao jornalismo e à edição. São deste defensor da liberdade e dos direitos do homem obras como Peregrinação Interior, Um olhar à nossa volta, Pesca à linha, Nós e os Laços, Catarina ou o Sabor da Maçã, Tia Suzana, meu Amor e O Riso de Deus, entre muitas outras.


Faleceu em Lisboa no passado dia 7 de Dezembro.

18 de outubro de 2008

138º Aniversário da Cidade da Covilhã

Na próxima segunda-feira, dia 20, é feriado porque se comemora o 138º ANIVERSÁRIO da Elevação da COVILHÃ a Cidade.
Às 11:30h decorrerá, na Câmara Municipal, a SESSÃO COMEMORATIVA que inclui:
-Homenagem a diversas personalidades e instituições
-Assinatura de protocolos de Colaboração
-Entrega de prémios aos projectos do Troféu Liberty Seguros/Parkurbis CRIAR 08
-Apresentação das obras literárias “Os Paços do Concelho da Covilhã-50 Anos” e “Covilhã Metamorfose” editadas pela Câmara Municipal da Covilhã.
..

Os Paços do Concelho construídos por Cláudia Farias e Margarida Nunes do 7ºB.
BB, NRD e MRS

22 de maio de 2008

Painel «A Covilhã»

É de facto uma obra de se lhe tirar o chapéu.


Para os nossos leitores que já comentaram (e para os que ainda não o fizeram) poderem apreciar melhor, aqui fica o excelente trabalho de Área de Projecto das alunas Elisabete E., Jessica R., Sofia A. e Susana P., do 12º F da nossa escola.


Podem ampliar, que a foto foi "postada" em grande.
.

ARTE É NA CAMPOS MELO!
.
Entrada dedicada ao pofessor Raul Martins, que tanta atenção e tantas palavras bonitas de incentivo tem enviado à nossa escola.
.
Nota: Em breve começaremos a divulgação dos trabalhos de Área de Projecto do 12º Ano.

19 de maio de 2008

Café Literário




Hoje, 19 de Maio às 21h30, no Bar Wine Gallery
Café Literário com Nuno Júdice

18 de maio de 2008

Dançar Sobre a História

Teve lugar na passada sexta-feira,
na zona histórica da Covilhã, uma noite
dedicada à dança e à expressão de sentimentos...
Organizada pelo Conservatório de Música da Covilhã
com produção e coreografia da Profª Ana Seixas.
Quatro coreografias em Quatro espaços da cidade.



Parabéns aos participantes pelo espectáculo de "emoções na noite"...

Apoios: Câmara Municipal da Covilhã;

Junta de Freguesia de Sta. Maria

17 de maio de 2008

Vrum...Vrum...




17 e 18 de Maio


Rampa Internacional Serra da Estrela, Cidade da Covilhã 2008, na Serra da Estrela











Foto daqui

6 de março de 2008

Um "simplex" para ler


De acordo com a notícia publicada ontem no Urbi et Orbi, jornal online da UBI, «A Câmara Municipal da Covilhã, em parceria com as bibliotecas escolares do concelho, criou um cartão de leitor com o objectivo de optimizar os serviços de documentação, facilitando e melhorando as tarefas prestadas pelas instituições em questão.»


Saudamos a iniciativa!

2 de fevereiro de 2007

William Faulkner

William Faulkner


Hoje às 21h00.
Tertúlia acerca de um dos maiores escritores norte-americanos do século XX.
Prémio Nobel da Literatura em 1949.
Local:Academia Sénior da Covilhã.
Conferencista: Paula Mesquita (Docente da UBI).

19 de dezembro de 2006

E MAIS ARTISTAS!!!

E MAIS ARTISTAS!!!









Alunos de Artes da ESCM na ARTE COVILHÃ

6 de dezembro de 2006

ARTE COVILHÃ

ARTE COVILHÃ



8, 9 e 10 de Dezembro
das 15h às 23h

Feira de Artes no Pavilhão da ANIL.

Da nossa Escola participam as turmas do 10º, 11º e 12º Anos do Curso de Artes.