24 de novembro de 2010

NOITE DE OBSERVAÇÃO ASTRONÓMICA




Decorreu no passado dia 18 de Novembro a Noite de Observação Astronómica, dirigida aos nossos alunos do 7º ano, em que estiverem envolvidos diversos professores da nossa escola e no qual o Núcleo de Estágio de Física e Química participou com enorme prazer.
Embora as condições atmosféricas não tenham sido as mais favoráveis, entre uma nuvem e outra foi possível fazer algumas observações astronómicas. Com o telescópio viram-se as crateras, os “mares” e os “continentes” da Lua e as quatro luas de Júpiter que Galileu foi o primeiro homem a ver: Io, Ganímedes, Calisto e Europa. Com a ajuda de um mapa do Céu Nocturno também se identificaram algumas constelações – Cassiopeia, Auriga, Pleiades e Orion – e as estrelas Polar da Ursa Menor, Vega de Lira e Betelgeuse e Rigel de Orion.
Em conclusão gostaríamos de referir que esta actividade teve uma enorme adesão por parte dos alunos e professores envolvidos neste projecto.
Um muito obrigado a todos que tornaram possível esta noite memorável.

NÚCLEO DE ESTÁGIO DE FÍSICA E QUÍMICA

22 de novembro de 2010

A História dos brincos de penas (final)

…continuação

Finalmente, sentiam-se preparados para dar o seu sábio parecer, muito pausadamente, ao Grande Chefe Pé-de-galo, que aguardava sentado junto deles.
Foi Pé-Sentado quem falou:
— Após cuidadoso exame às penas trazidas pelo pequeno Pé-de-atleta, concluímos que não são penas de ave.
O Grande Chefe mostrou-se surpreendido e perguntou, atrás de uma densa nuvem de fumo:
— Não são penas de ave?!
E o que são, então?
Desta feita, foi a voz do velho índio Pé-de-guerra que soou, muito misteriosa:
— São penas... de gente.
Quando a notícia foi dada ao pequeno índio Pé-de-atleta, duas luas e meia mais tarde, ele pôs-se a pensar e concluiu que a pessoa da tribo que parecia ter mais penas era eu mesma, índia Pé-Chato, que estou a contar-te como tudo se passou.
Na verdade, não pude estar presente na reunião em volta da fogueira onde as penas foram mostradas a toda a tribo. Fiquei de cama com febre e com uma pena terrível de não ir.
O pequeno índio veio, então, ter comigo ao pé do riacho e foi directo ao assunto, mostrando-me as penas:
— São tuas?
Eu não podia negar, eram mesmo minhas, embora me custasse acreditar que estavam ali, à frente do meu nariz. Então, abanando a cabeça em sinal afirmativo, respondi-lhe «lá» com o polegar esticado, como vi uma vez num filme de outra civilização.
Entendi que devia explicar ao pequeno índio o que tinha acontecido.
Peguei nas penas e comecei a contar-lhe:
— Trata-se de penas da alma. Sabes como é, quando se fica muito triste ou com muitas saudades, nascem-nos penas como estas, no fundo da alma.
— Estás a dizer que estas penas saíram mesmo da tua alma?! — admirou-se Pé-de-atleta.
—É como dizes — confirmei.
— Conta mais!— pediu ele.
— Bem, normalmente, as penas ficam cá dentro de nós. Só saem se alguém nos ajudar a deitá-las para fora, o que nem sempre é fácil — disse eu.
— E o que foi que tu fizeste? — tornou o pequeno índio.
— Falei com um dos mais velhos da nossa tribo que me disse assim: «As penas só te deixarão quando não tiveres pena de as deixar ir embora.» Na altura, não percebi bem o que ele me disse, mas resolvi afastar-me e ir até à montanha onde os veados costumam passear. Lá, pus-me a pensar, a pensar... Subi à rocha que está mesmo no cimo e dei um suspiro muito muito fundo até o pensamento ficar quase vazio.
Depois, deixei o ar ainda fresco da manhã entrar nos meus pulmões e, logo em seguida, as minhas penas começaram a sair e a subir pelo ar, muito devagarinho.
— Fala-me agora destas penas — pediu Pé-de-atleta.
Respirei fundo e fiquei a pensar se deveria ou não contar-lhe.
Depois, achei que sim, porque tinha sido ele a encontrar as minhas penas, que, afinal, tinham acabado por cair mesmo à frente do seu nariz arrebitado.
— Estas são todas penas de saudades, por isso são bonitas — disse-lhe. Mas achei melhor explicar: — Saudades das pessoas que já não vivem comigo porque partiram para o céu, e saudades também da minha irmã Pé-de-vento, que não vejo há mais de cem luas.
— Estás a falar daquela que está na grande cidade, a estudar para ficar a saber curar dores de barriga, constipações e comichões?
— Essa mesma, meu amigo. Ela está onde tem de estar. E eu fiquei com saudades, mas estou feliz porque sei que voltarei a vê-la! Somos amigas e, em muitas coisas, semelhantes. Havemos de reencontrar-nos. Agora, tenho essa certeza. Só ainda não sei o que vou fazer com estas penas... Não me passou pela cabeça voltar a vê-las.
Pensei que me tinha mesmo visto livre delas...
— Isso é fácil! Faz alguma coisa útil — sugeriu Pé-de-atleta, muito despachado.
— O quê, por exemplo?
Então, Pé-de-atleta deu-me uma resposta que, na altura, me pareceu meio disparatada:
— Olha, faz uns brincos!
— Essa ideia não tem pés nem cabeça! — refilei.
— As ideias não precisam de ter pés nem cabeça. Basta que sejam boas!
Franzi o sobrolho e murmurei longamente: «Huuuummm...» como ouço fazer aos anciãos da tribo quando ficam a pensar numa coisa importante.
Na verdade, a ideia de Pé-de-atleta, o pequeno índio, era boa. Só precisava de pô-la em prática, mas como?! Eu não sabia fazer brincos, nem pulseiras, nem sequer um anel de latão para o dedo mindinho!
Lembrei-me, então, de levar as minhas penas ao artesão da nossa tribo, o famoso índio Pé-Dali. Ele era o fabricante de tapetes de sela e o único artista que eu julgava capaz de transformar penas em qualquer coisa bonita para se usar.
Sem demora, fui ter com o artista.
Ele estava no seu tipi a fazer o desenho de um cavalo e quase nem deu pela minha presença. Entreguei-lhe as penas e pedi-lhe que fizesse com elas um par de brincos — os mais bonitos que ele conseguisse
fazer. Pedi-lhe também que não se demorasse, de modo a estarem prontos para o aniversário de Pé-de-vento, no segundo dia do sexto mês.
Porém, Pé-Dali não se despachou... Os artistas são imprevisíveis, sabes como é. Só agora tenho os brincos prontos. À espera de que Pé-de-vento regresse para lhos dar. Ela vai gostar. Ficaram lindos!
E pronto. A história dos brincos de penas está a acabar...
Todas as histórias têm um fim, menos a história da nossa vida — essa está escrita num livro muito grande (o maior do Universo), que só existe na biblioteca que há no Céu. Cá na Terra, ninguém teria tempo de o ler. Tu e eu também aparecemos lá, no grande livro. E, claro, aparecem também todas as outras pessoas do mundo — índias ou não. Porém, só Deus conhece esse livro de cor e sem precisar de o ler, porque sabe tudo.
Mas, antes de terminar, ainda queria dar-te a conhecer a conclusão a que cheguei: é que, afinal, sempre se pode fazer alguma coisa útil com as nossas penas quando elas não querem ir-se embora (porque há penas assim, um bocado teimosas, que querem ficar cá dentro a causar-nos tristeza). O meu tetravô Pé-de-nabo, que era um grande filósofo (que é como quem diz, gostava de pensar nas horas livres), dizia assim: «Se a vida te dá um limão azedo, junta-lhe água e açúcar e tens uma limonada!»
Boa ideia, não é?

FINAL

Maria Teresa Maia Gonzalez
A História dos brincos de penas
Lisboa, Editorial Presença, 2006

via A Equipa Coordenadora do Clube das Histórias

21 de novembro de 2010

A Sónia Guilherme merece o nosso voto e...foi nossa aluna!!

"Olá,
Chamo-me Sónia Guilherme, sou natural do Dominguizo - Covilhã, e sou uma das 10 finalistas do casting da MGM “My favorite girl”, que consiste na procura de uma apresentadora para o seu novo programa de televisão sobre cinema o “MGM DIZ”.
(O canal MGM Portugal encontra-se disponível na grelha da MEO.
Para mais informações sobre o casting ler:
http://tv.sapo.pt/gente/artigo/mgm_my_favorite_girl/ )

Preciso dos votos do público para poder passar à próxima fase deste casting.
As votações iniciaram-se dia 15/11/2010 e estão patentes no site da sapo.pt.

Com a vossa ajuda poderei ser a próxima apresentadora do programa de televisão “MGM DIZ” do canal cinematográfico MGM Portugal. Para isso basta seguirem o seguinte link: http://videos.sapo.pt/5IWfoZjuYHp3jS00sFLM ver o vídeo, e votar em mim!... E brevemente poderei ser eu a vossa “Favorite Girl”! ;D

Agradeço desde já a atenção prestada, e comecem já a votar!
Qualquer dúvida façam o favor de contactar via e-mail ou mensagem no facebook.
Atentamente e com os melhores cumprimentos,
Sónia Guilherme"

20 de novembro de 2010

Feira do Livro na Biblioteca da Escola

Até dia 29 de Novembro decorre, na Biblioteca da escola, a FEIRA do LIVRO. Há livros para todos os gostos e para todas as idades…
É o lugar ideal para comprar uma inesquecível prenda de Natal! Obrigatório visitar!

MAIS LIVROS, MAIS LIVRES!

Profª Maria Cardoso

19 de novembro de 2010

Concurso Escola Electrão

A nossa escola irá participar pelo terceiro ano consecutivo no concurso Escola Electrão, promovido pela Amb3E com o apoio do Ministério da Educação e da Agência Portuguesa do Ambiente.
Conseguimos reunir no ano passado cerca de 3,5 toneladas de REEE tendo sido a média por escola de 2,5.
Para que este ano possamos reunir o máximo deste tipo de resíduos, alguns extremamente poluentes, solicitamos a todos quantos possuam equipamentos eléctricos e electrónicos em fim de vida, o favor de os depositarem na nossa escola, na entrada superior do pavilhão gimnodesportivo (em frente à sala 31), ou contactarem um dos professores responsáveis por este projecto (Cristina Lourenço, João Paulo Patrício ou Vitor Soares).
Para mais informações visitar o sitio: http://www.escolaelectrao.pt/

18 de novembro de 2010

Visita de Estudo ao Parkurbis

Na quarta-feira, 17 de Novembro, fomos visitar o PARKURBIS – Parque de Ciência e Tecnologia. A visita começou logo pelas nove da manhã e foi muito interessante. Tivemos como guia a Dra. Daniela que nos explicou o que é o parque, quais os seus objectivos e qual a sua missão. Visitámos várias empresas que já estavam à nossa espera, pudemos fazer perguntas e contactar com realidades que desconhecíamos. Apesar de um pouco cansativa, valeu a pena pelo que aprendemos.

A turma do 8ºA

17 de novembro de 2010

English Corner - Halloween - 8ºs A e B







No Halloweeen, os alunos das turmas A e B do 8º ano, responderam à proposta da sua professora de Inglês – Dra.Leonor Lobo – e fizeram postais com anedotas, dizeres e adivinhas. Esses postais estiveram expostos no “English Corner”, na semana passada o que despertou a atenção de muitos alunos e professores, que por ali passaram.
Vejam agora e digam lá se os trabalhos estão ou não estão muito”bonitos”…ou seja… ASSUSTADORES!


Mariana Moura Almeida 8ºA

16 de novembro de 2010

English Corner

Este ano, o “English Corner” vai continuar a estar activo !! Nesse espaço (agora com um cartaz novo e…GRANDE), poderão ser vistos muitos trabalhos em Língua Inglesa, que os alunos vão fazer ao longo do ano. Tal como no ano passado, criatividade não vai faltar, nem temas que mereçam a nossa reflexão.

Keep up the good work!!

A Professora Representante do Grupo de Inglês: Ana Maria Moura

15 de novembro de 2010

Visita de Estudo ao Porto



No dia 4 de Novembro fomos visitar o Porto, para ver a Casa da música e o Museu Soares dos Reis. Todas as turmas do curso geral de artes e do curso profissional técnico de design de equipamento.
Em primeiro lugar visitámos o Museu Soares dos Reis que, na opinião geral, foi interessante ver as esculturas, as pinturas e todas as peças de cerâmica e vidro.
Depois fizemos um trajecto pelas ruas do Porto até à Avenida dos Aliados onde pudemos apreciar a arquitectura e as obras de arte espalhadas pela cidade.
Na Casa da Música todos gostaram, principalmente, da arquitectura do edifício e dos diferentes tipos de salas com as mais variadas funções, assim como das cores aplicadas em cada uma delas, não esquecendo o bar suspenso e a sala VIP com vista para o Porto.
Foi uma visita que contribuiu para o enriquecimento dos nossos conhecimentos e muito agradável para todos.


Alexandre Martins 10º H

14 de novembro de 2010

Dia dos Clubes - NanoClube





Por convite do NanoClube, a Professora Doutora Amélia Rute dos Santos (docente da UBI) participou no Dia dos Clubes da ESCM proferindo uma palestra alusiva ao tema das Nanotecnologias. Com a participação do Dr. João Matos (Mestrando em Nanomateriais), foi apresentado “O Maravilhoso Mundo dos Nanomateriais” de forma informal, prática e enriquecedora de saberes que suscitou ampla participação dos alunos e professores que esgotavam a lotação do Auditório da escola.
O Nanoclube congratula-se com o sucesso da actividade esperando que este se converta em inscrições no clube, para que possamos participar activamente neste mundo espantoso dos Nanomateriais.
É imperativo agradecer a amabilidade dos palestrantes, por se disponibilizarem a deslocar-se à nossa escola e nos agraciarem com tão extraordinária tertúlia.
O nosso Bem Hajam !!!!


A Professora responsável pelo NanoClube: Marina Santos

13 de novembro de 2010

Projecto PC Melo Doc

O Projecto PC Melo Doc, promovido pelos docentes do grupo 550 (Informática) e que teve início no ano lectivo 2009/2010, visa aproveitar os recursos existentes na escola para ajudar de forma gratuita todos os utilizadores ligados à comunidade escolar, na resolução de problemas existentes nos computadores que utilizam regularmente ou em computadores que possuíam e se encontravam avariados ou obsoletos.
Para além de fornecer um serviço gratuito de diagnóstico, manutenção e reparação de equipamentos informáticos, o presente projecto veio possibilitar aos alunos do Curso Profissional de Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos e Curso de Educação e Formação de Instalador/Reparador de Computadores, o contacto com situações que correspondem à realidade do mercado de trabalho para o qual estes cursos foram planeados.
Ao longo do ano lectivo foram várias as intervenções realizadas no âmbito deste projecto, não só a equipamentos de funcionários e de professores da escola, mas também a equipamento do Estabelecimento Prisional da Covilhã.
Ao todo foram contabilizadas 31 intervenções. Das tarefas efectuadas durante as intervenções, destacam-se a reinstalação e configuração do sistema operativo, optimização do sistema, remoção de vírus, resolução de conflitos entre hardware e software, identificação de componentes defeituosos e limpeza de componentes.
O PC Melo Doc é um projecto que tem continuidade para o presente ano lectivo, por isso se tiver problemas com o seu computador pode entrar em contacto directamente com os professores do grupo 550, com os alunos do Curso Profissional de Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos ou através do e-mail pcmelodoc@gmail.com.


Professor de Informática: Nuno Ramalho

12 de novembro de 2010

Dia dos Clubes - Clube de Artes/Fotografia





No passado dia 29 de Outubro, no âmbito das comemorações do dia dos clubes, o Clube de Artes/Fotografia organizou uma exposição de trabalhos fotográficos e contou com a presença dos novos elementos que frequentam o Clube e que dinamizaram, no laboratório de fotografia, pequenas demonstrações de como se revelam fotografias.
Contámos ainda com a colaboração do curso Cef – Operador de Fotografia e com os trabalhos por eles realizados e que estiveram representados também em exposição, acompanhados do docente Fernando Santos.
O entusiasmo da manhã foi de tal ordem que os alunos estiveram durante a tarde a realizar pequenas experiencias no laboratório.

O Professor Coordenador do Clube : João Boléo

11 de novembro de 2010

Os alunos do 7º e 9ºanos ensinam os Pais e Encarregados de Educação



Os alunos do 7º e 9ºanos receberam os Pais, Encarregados de Educação e Directoras de Turma para participarem na sessão “Matemática é uma ciência para todos”, em que eles foram os professores.
A sessão decorreu na 6ªfeira, dia 5 de Novembro pelas 18:30h e consistiu na exploração da exposição “À procura de Padrões” e na dinamização de jogos que constam do CNJM VII - Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos.
A exposição contava com alguns posters ilustrativos de padrões na natureza e de jogos interactivos que exploravam as simetrias e regularidades.
Os alunos guiavam os Pais e os Encarregados de Educação pelas actividades a desenvolver assumindo o papel de professor. O entusiasmo e o empenho de todos os participantes foi bem visível ao longo da sessão.
As professoras de Matemática das turmas envolvidas e a Representante do Grupo de Matemática agradecem a participação activa e entusiástica de todos neste projecto e um muito obrigada também aos funcionários pela ajuda prestada.
Bem hajam.


Professoras Guida Dias, Cristina Ribeiro e Natalina Martins

10 de novembro de 2010

Patrícia Cunha - Exposição





A Escola Campos Melo orgulha-se de divulgar o trabalho da aluna Patrícia Cunha, cuja exposição teve lugar no Hospital Pêro da Covilhã entre 27 de Outubro e 4 de Novembro.

Perseverança e talento não faltam a esta nossa aluna!
Parabéns Patrícia !!
Continuação de um excelente trabalho e muito sucesso!
O Clube do Jornal da ESCM

9 de novembro de 2010

Dia dos Clubes - Clube de Holografia





Com a colaboração dos Professores Estagiários do grupo de Física e Química, o Clube de Holografia convidou o Profesor Doutor Paulo Parada, Presidente de Departamento de Física da UBI, para proferir uma palestra dirigida aos alunos dos 8º e 9º anos. O professor falou sobre a Natureza da Luz, um tema que permite uma melhor compreensão dos princípios fundamentais da holografia e que esperamos tenha motivado os alunos a inscreverem-se no Clube de Holografia.
Professora responsável pelo Clube de Holografia: Rosa Simões

7 de novembro de 2010

Dia dos Clubes - Clube de Teatro

Mais um ano se iniciou e mais uma vez o Clube de Teatro participou na comemoração do "Dia dos Clubes" com uma actividade de Animação de Halloween, realizada no refeitório. Além da ementa especial, que o clube propôs, estiveram presentes alguns personagens do género "morto-vivo" que além de conviver com os alunos da escola, acompanharam o desenvolvimento de alguns jogos e ofereceram algumas lembranças, alusivas ao dia. Foi, mais uma vez, uma experiência agradável e que se realizou com entusiasmo. Finalmente, agradecer à Direcção, pelo apoio prestado, às cozinheiras da escola, por serem sempre tão prestativas e dinâmicas e à Anabela Inácio, por todo o apoio prestado durante a preparação e realização da actividade.
Professora Responsável pelo Clube de Teatro: Paula Rocha

5 de novembro de 2010

Pedro Seromenho no Auditório da ESCM

No passado dia 19 de Outubro, e a convite da Coordenadora da Biblioteca da Escola, Pedro Seromenho, ilustrador e escritor de literatura infanto-juvenil, esteve na nossa escola e partilhou com os alunos do 7º, 8º e 9ºanos o seu talento. Em registo informal, apresentou as suas obras, mostrou as suas ilustrações e desenhou as ideias dos nossos alunos. No fim, houve uma concorrida sessão de autógrafos.
Aqui fica o filme daquela manhã…

Profª Maria Cardoso

3 de novembro de 2010

Ninho de poetas

Paz Condicionada, Pobreza Descontrolada

Paz, o que é a paz?
Será que realmente existe ou apenas finge que se faz?
Já se viu que a situaçao é de facto inacreditável
Mas será que a solução é realmente incontestável?
É bem visivel a crueldade presente na sociedade
Fala-se em democracia, mas a ditadura é que controla a verdade
Nao vai ser um acto único a alterar o mundo
Nao será facil mudar ideias neste meio moribundo
Cabe à geração actual controlar a situação
Pegá-la com corpo e alma, melhorá-la com o coração
Tentar ver a posição dos mais necessitados
Fornecer algum apoio e melhorar os seus cuidados
Compreender o sofrimento de dormir numa cama de cartão
À chuva e à mercê do vazio da solidão
Sonhar em céu aberto, sem uma parede protectora
Situação na qual a tristeza sairá sempre vencedora
Porque se desperdiçam tantos fundos em guerras e ilusões?
E nao se faculta uma chance aos que vivem por tostões?
Batalhas sem propósito, crises a nível mundial
Em que se luta para defender apenas o bem capital
Onde se aplica o dinheiro do suposto apoio social?
Onde está, que nao se vê, a promessa ancestral?
De dar à paz uma vitória por tanto tempo merecida
E levar um sorriso a todo aquele que o necessita
Onde estamos todos nós nas mais árduas ocasiões?
Será que fazemos o impossível para findar complicações?
Consciência eu sei que tenho
E Vontade em tudo empenho
A esperança no entanto partiu
Quando a vida me traiu
Portanto fico e não desisto, embora me encontre triste
Com coragem vou em frente numa esperança que persiste.

Contra obstáculos fico firme, exerço uma força voraz
Com uma certa espectativa de ainda em vida ver a Paz!



Elisabete Andrade, 12ºB

2 de novembro de 2010

Palestra sobre o tema "Monarquia ou República"


"Os alunos dos cursos EFA do 1º e 2º ano
assistiram a uma palestra sobre o tema "Monarquia ou República", que
teve lugar na Biblioteca Municipal da Covilhã, no âmbito das comemorações
do Centenário da República.
A conversa, que colocou o regime monárquico em oposição ao regime republicano,
foi dinamizada pelo monárquico Nuno da Câmara Pereira e do lado republicano por Luis Mateus.
No final foram respondidas algumas questões colocadas pela audiência".


Professor Steven Casteleiro

1 de novembro de 2010

Concurso robô bombeiro

No passado dia 17 de Junho de 2010 a equipa ESCM Roboteam participou no Concurso Robô Bombeiro realizado na cidade da Guarda.
Tal como de certa forma já é de costume, as coisas não começaram da melhor forma para a ESCM Roboteam pois, comparando este concurso com o acontecimento mais importante do ano, o Campeonato do mundo de futebol, tal com Portugal se viu à última da hora privado de Nani a ESCM Roboteam viu-se privada também de um dos seus elementos, o aluno André Rodrigues, por isso desta vez a equipa só foi representada pelos alunos Ricardo Santos e Rúben Nascimento e pelo professor José Barbosa.
Mas tirando este pormenor as coisas até começaram bem para a equipa e, desde logo deve-se sublinhar o facto de que o robô escolhido para o cartaz do concurso este ano foi o da ESCM Roboteam.
Agora falando da prestação do robô, o objectivo do concurso é faze-lo andar numa pista com quatro quartos onde há uma vela acesa num deles e o robô tem de a descobrir e apaga-la sem a deitar ao chão. A prova e constituída por três mangas sendo que o vencedor é o robô que conseguir descontar mais pontos à sua pontuação inicial o total das três prestações.
Na primeira manga o Robocov v2 robô da ESCM Roboteam com uma prova quase perfeita uma vez que apagou a vela, o único problema foi que ficou apoiado na mesma o que penalizou-o ficando assim no final da primeira manga em segundo lugar uma vez que só dois robôs tinham conseguido apagar a vela.
Já na segunda manga a coisa não foi tão famosa, pois devido ao facto de uma carpete ter tapado parte de uma linha que indicava a entrada de um quarto, o Robocov v2 baralhou-se logo no primeiro tendo feito uma manga desastrosa e como “castigo” a ESCM Roboteam desceu para o sexto posto da tabela.
E por fim a terceira manga, que pode-se dizer que foi um espelho do concurso, uma vez que o robô começou bem mas acabou mal uma vez que quando já estava no segundo quarto e tudo indicava que ia fazer bem o circuito todo e apagar a vela ele detecta uma chama falsa acabando por ficar no segundo quarto.
Por fim saíram as tabelas e a ESCM Roboteam no final ficou em 5º lugar ocupando o honroso Top 5 numa prova onde participaram 20 equipas ou seja acabou por correr bem mas abaixo das expectativas. E terminando assim a temporada com um 5º lugar a equipa, agora de regresso, vai entrar bem forte este ano, uma vez que no futuro as ambições vão ser as mesmas mas a equipa vai entrar em novos projectos, novos desafios e novos objectivos, incluindo até o recrutamento de novos elementos para o clube.


Rúben Nascimento

31 de outubro de 2010

Halloween


O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos (não existe referências de onde surgiram essas celebrações).

A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão(samhain significa literalmente "fim do verão").

A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:

Origem Pagã
A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davamo ao ano novo celta. A "festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam "o céu e a terra" (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrava com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que atuavam como "médiuns" entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.

Origem Católica
Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar "Todos os Mártires". Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses ([[Panteão(Roma)Panteão) num templo cristão e o dedicou a "Todos os Santos", a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III(† 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e "All Hallow Een" até chegar à palavra atual "Halloween".

29 de outubro de 2010

Jantar de homenagem a Arménia Vieira e Gabriel Adriano


Com um misto de saudade e de dever cumprido, mais dois colegas chegaram ao final da sua carreira de professores. Seguramente não da de educadores, porque essa missão será vitalícia. Para lhes prestar uma pequena homenagem, o Grupo de Economia e Contabilidade da Escola Secundária Campos Melo organizou um jantar com os amigos mais próximos, onde estes lhes manifestaram a alegria de terem feito parte da vida deles durante vários anos. Por sua vez, os homenageados relembraram o seu percurso profissional bem como os agradáveis momentos que os uniu durante mais de duas décadas.
Aos aposentados desejamos muita saúde e tempo para fazerem as coisas que sempre lhes agradou fazer.
A eles o nosso obrigado!

Professora Coordenadora Pedagógica do CNO:Maria Rosa Macedo

Hoje - Dia dos Clubes - 29 de Outubro de 2010

As actividades iniciar-se-ão às 10 horas e as turmas envolvidas são as dos 7ºs, 8ºs, 9ºs e 10ºs. Os professores acompanharão os seus alunos até aos locais onde os diversos clubes estarão, com os respectivos responsáveis, a fazer a divulgação das suas actividades.

Haverá um desfile de máscaras, pelas 11.00 no pátio, alusivo ao dia das bruxas e orientado pelo grupo de Artes, seguido de um almoço temático organizado pelo Clube de Teatro.

Durante a tarde haverá actividades desportivas, dinamizadas pelo Clube do Desporto Escolar.

28 de outubro de 2010

A História dos brincos de penas (2ª parte)

…continuação

Porém, o índio Pé-de-dança, o actual mestre-de-cerimónias da tribo, também quis dar um ar da sua graça. De facto, parecia-lhe mal não dar a sua opinião sobre o que quer que fosse, mesmo que não tivesse certezas. Afinal, ele era o mestre-de-cerimónias, com o curso completo, e não um ignorante qualquer!
Bamboleando-se, Pé-de-dança opinou na sua voz de falsete:
— Pois para mim são penas de pavão.
— Pavão?! — insurgiu-se o índio Pé-Coxinho, que até se levantou, procurando a custo equilibrar-se. E repetiu, incrédulo: — Pavão?!
Pé-Coxinho tinha ficado com o pé esquerdo sob a roda de uma carroça, quando era pequeno. Desde então, não voltara a pôr o pé em terra e era campeão em muitas gincanas que a tribo organizava na Primavera, convidando outras tribos a participar — uma espécie de olimpíadas cem por cento índias, com modalidades absolutamente únicas e extraordinárias, nas quais o primeiro prémio era a cobiçada Seta de Ouro. Pé-na-tábua, o condutor mais rápido do Oeste, levantou o braço, pedindo para falar.
Os outros calaram-se e ouviram-no afirmar:
— Concordo com Pé-Coxinho. Não podem ser penas de pavão. Eu acho que são penas de pombo. Já vi umas assim numa revista, numa das viagens que fiz. Tenho praticamente a certeza de que são de pombo, sim.
Ninguém partilhou da opinião de Pé-na-tábua, o condutor de carroça mais veloz e experiente da tribo Sempre-em-pé, que nunca tinha atropelado nem sequer um escorpião.
Depois de a opinião de Pé-na-tábua ser rejeitada por maioria, levantou-se a índia Pé-Firme, mulher do Chefe. Pé-Firme era rechonchuda e forte como um guerreiro, sendo igualmente destemida. Era perita em luta corpo a corpo e nunca virava costas a uma
briga. Usava sempre ao pescoço um colar de dentes de tubarão que o marido comprara a um vendedor ambulante que por ali passara, vindo de um país longínquo.
Ora, a mulher do Chefe não perdia uma oportunidade para se fazer ouvir nas reuniões da tribo. Era, sem dúvida, uma mulher sem papas na língua, que é como quem diz, capaz de dizer tudo o que lhe vinha à cabeça, além de ter uma voz parecida com um trovão dos maiores. De resto, alguns dos homens da tribo tinham a voz mais fina do que a dela,
embora não o quisessem admitir.
Pé-Firme falou:
— Ninguém aqui se entende! Ninguém sabe o que diz! Então não se está mesmo a ver que as penas são de águia?! De que outra ave poderiam ser, se são as águias que mais cruzam os céus por cima das nossas cabeças?
— Não posso concordar com Pé-Firme — interveio Pé-de-chumbo, afastando da testa uma madeixa de cabelo que o incomodava.
Pé-de-chumbo era o pior dançarino de toda a tribo e, certamente, das tribos mais próximas, mas não desistia de tentar, convidando para dançar todas as mulheres que conhecia — desde as mais novas e bonitas às mais velhas e enrugadas.
A mulher do Chefe olhou-o com cara séria, mas ele não se intimidou e explicou:
— As penas de águia são maiores do que aquelas que o pequeno Pé-de-atleta trouxe consigo. Para mim, são penas de condor.
— Com dor fiquei eu depois de dançar contigo — atalhou a índia Sem-Pé, que levara uma pisadela terrível do índio Pé-de-chumbo, numa festa para comemorar uma boa chuvada que caíra do céu para o bem de todos, depois de uma seca prolongada.
Sem-Pé era muito baixa e refilona, falando sempre com o dedo indicador bem espetado no ar. Não suportava que alguém lhe pisasse os calos (que lá eram muitos). Por esta razão, andava sempre de botas, mesmo no pino do Verão.
Chegou então, muito atrasado, Pé-ante-pé, o índio mais preguiçoso da tribo, que se deixara dormir.
Estava realmente embaraçado e sentou-se em silêncio. Quis passar despercebido, mas o Chefe perguntou-lhe o que pensava das penas que Pé-de-atleta tinha na mão.
Depois de olhar para as penas, Pé-ante-pé lá se manifestou:
— São de ganso. É isso mesmo: são penas de ganso-selvagem.
— Ganso-selvagem? Que ideia! Parece que nunca viram um ganso-selvagem! — indignou-se Pé-na-argola, que sonhava ser juiz, mas raramente lhe pediam a opinião.
Depois, ao ver que todos os olhares estavam postos em si, empertigou-se e ajeitou o colar de ossos de galinha que pertencera ao seu pai.
Por fim, tossicou e disse de sua justiça, alto e bom som, em tom quase solene:
— As penas que o pequeno Pé-de-atleta encontrou só podem ser de uma ave: a perdiz.
— Peço a palavra — disse o índio Pé-Sujo, levantando-se. Em seu redor, os companheiros fizeram caretas que nem se deram ao trabalho de disfarçar.
Na realidade, Pé-Sujo dormia sempre ao relento e odiava tomar banho, só o fazendo no dia do aniversário do Chefe. As suas roupas também não eram lavadas há muito tempo e estavam cheias de nódoas de toda a espécie. Por causa disto, ouvia insultos e protestos todos os dias, de mulheres e homens, jovens e crianças. Porém, ninguém conseguia arrastá-lo até à beira do rio para o fazer mergulhar na água ou, pelo menos, lavar os pés.
— Quanto a mim, são penas de avestruz — disse Pé-Sujo, que nunca tinha visto aquela ave, mas quis meter a sua colherada.
— Avestruz era a tua avó — gritou-lhe o índio Pé-Leve, campeão de corrida com obstáculos, que usava sempre ao peito o colar com a medalha que ganhara na última competição contra as tribos vizinhas dos Cabeças-Duras, Mãos-Largas e Narizes-Empinados.
Pé-Leve era também quem mais embirrava com Pé-Sujo, passando a vida a chamar-lhe a atenção e a mandá-lo tomar banho.
Por fim, acrescentou, na sua voz de cana rachada:
— Vê-se logo que são penas de gaivota.
— Uma gaivota deves ser tu — comentou o índio Pé-em-riste, com voz de poucos amigos, levantando e abanando o pé onde trazia uma colecção de pulseiras coloridas compradas numa feira muito conhecida.
Depois, continuou: — Desde quando é que há gaivotas no céu da nossa tribo, que fica a léguas do mar? Não podem ser penas de gaivota!
A não ser que alguma se tenha perdido do bando e tenha voado até aqui, atraída pelo perfume do Pé-Sujo...
A discussão estava ao rubro. A confusão era mais que muita. Todos gesticulavam e abanavam as cabeças. Uma criança de colo acordou e desatou num berreiro ensurdecedor. Os cavalos da tribo relincharam, agitados.
O pequeno índio achador de penas estava decepcionado. Não conseguia descobrir a quem pertenciam, afinal, aquelas penas que tinham descido do céu mesmo à frente do seu nariz. Ninguém parecia saber, de facto, de onde tinham surgido as penas.
A certa altura, o Grande Chefe Pé-de-galo chamou os seus três conselheiros, todos de cabelos brancos como a neve: Pé-prá-cova (que tinha 90 anos), um seu companheiro de muitas lutas chamado Pé-de-guerra (que já fizera 98 primaveras) e, finalmente, Pé-Sentado (o mais velho de todos, com 103 anos de vida), que sofria de joanetes e só por essa razão raramente saía do seu tipi.
O Grande Chefe quis saber a opinião dos mais velhos e pediu-lhes que, quando tivessem novidades, o avisassem.
Por fim, Pé-de-galo deu por encerrada a reunião, mandando que lhe trouxessem o cachimbo da paz para que ninguém saísse dali zangado.
Então, antes de se retirar, quis que fosse servido um chá de ervas calmantes, para todos irem dormir tranquilamente, ao som dos uivos dos lobos, já que era noite de lua cheia.
Depois de muito pensarem (demoraram o tempo que a lua levou a mudar três vezes de fase), os conselheiros reunidos no tipi do Chefe passaram o cachimbo de mão em mão entre os três, enchendo a tenda de fumaça.
Então, lentamente, abanaram as cabeças para cima e para baixo e cantaram baixinho e muito devagar uma canção que tinham aprendido na infância, Atirei o pau ao coiote.
…continua

via A Equipa Coordenadora do Clube das Histórias
http://es@contadoresdehistorias.com
Nota: A 1ºparte desta história :

25 de outubro de 2010

Dia de la Hispanidad

El 12 de octubre se celebra la Fiesta Nacional de España o Día de la Hispanidad que conmemora el Descubrimiento de América por Cristobal Colón. Cada año se celebra un desfile militar al que asisten el Rey junto a la Familia Real y los representantes más importantes de todos los poderes del Estado, además de la mayoría de los presidentes de las autonomías españolas.
Un año más, en nuestro instituto, se ha celebrado esta efeméride histórica con un día marcado con actividades relacionadas con la asignatura de Español:

Pero ha habido una actividad sorpresa que no se encuentra en el programa oficial de actividades: un “flash mob” en el comedor que ha divertido alumnos y profesores.

Profesora de Español: Sandra Espírito Santo

23 de outubro de 2010

24 de Outubro - Dia das Nações Unidas

A Organização das Nações Unidas nasceu oficialmente a 24 de Outubro de 1945, data em que a sua Carta foi ratificada pela maioria dos 51 Estados Membros fundadores. O dia é agora anualmente celebrado em todo o mundo como Dia das Nações Unidas.

O objectivo da ONU é unir todas as nações do mundo em prol da paz e do desenvolvimento, com base nos princípios de justiça, dignidade humana e bem-estar de todos. Dá aos países a oportunidade de tomar em consideração a interdependência mundial e os interesses nacionais na busca de soluções para os problemas internacionais.

Actualmente a Organização das Nações Unidas é composta por 191 Estados Membros. Reúnem-se na Assembleia Geral, que é a coisa mais parecida com um parlamento mundial. Cada país, grande ou pequeno, rico ou pobre, tem um único voto; contudo, as decisões tomadas pela Assembleia não são vinculativas. No entanto, as decisões da Assembleia tornam-se resoluções, que têm o peso da opinião da comunidade internacional.

A sede das Nações Unidas fica em Nova Iorque, nos Estados Unidos, mas o terreno e os edifícios são território internacional. A ONU tem a sua própria bandeira, correios e selos postais. São utilizadas seis línguas oficiais: Árabe, Chinês, Espanhol, Russo, Francês e Inglês – as duas últimas são consideradas línguas de trabalho. A sede das Nações Unidas na Europa fica em Genebra, Suíça. Têm escritórios em Viena, Áustria, e Comissões Regionais na Etiópia, Líbano, Tailândia e Chile.

O Secretariado das Nações Unidas é chefiado pelo Secretário-Geral. O logotipo da ONU representa o mundo rodeado por ramos de oliveira, símbolo da paz.



20 de outubro de 2010

Actividade na sala de aula

No âmbito do estudo do heterónimo de Fernando Pessoa - Alberto Caeiro, realizou-se uma actividade de oficina de escrita na aula de português, onde os alunos da turma B do 12º ano elaboraram alguns poemas. A actividade consistia em associar uma palavra, previamente dada pela professora, a um dos cinco sentidos. O resultado final superou as expectativas.
Andreia Carriço
Estagiária de Português/Espanhol

Joana Gomes n.º 11 – Rebanho
E com o meu rebanho a olhar
Sinto a alegria no ar.

Pedro Esteves n.º 19 – Som
O som dos pássaros a cantar
A todas as pessoas vai encantar.

Joana Roberto n.º 10 – Relva
Sinto o aroma da relva fresca
Que chega até mim com o sabor da liberdade
E a sua cor alegre faz-me rejuvenescer a alma.

Vânia Pais n.º 27 – Pedra
Pedra, um objecto frio e triste,
Mas puro e natural
Que me leva para a natureza divinal.

André Madaleno n.º2 – Gente
Vê-se tanta dessa gente,
Que lhes dói puxar pela mente…

Filipe Costa n.º 7 – Poeira
O meu olhar no meio da poeira
É como um doente com cegueira.

Inês Fonseca n.º 9 – Chuva
Quando a chuva cai e a claridade desaparece
O cheiro húmido anuncia a chegada do tempo frio.

Sílvia Rodrigues n.º24 – Fruto
Levantando o olhar vejo-te, belo fruto.
Fruto pecador que dás tanto sabor
A quem te consegue provar.

Eduarda Morais n.º 29 – Erva
E sentindo a erva que cresce, devagar, debaixo de mim,
Sei que sou como ela, e cresço,
Amadureço, até que alcanço o meu fim.

17 de outubro de 2010

Palestra na Biblioteca

Pedro Seromenho Rocha, de nacionalidade portuguesa, nasceu em 1975, na cidade de Salisbúria (Harare), República do Zimbabué. Com apenas dois anos de idade fixou-se em Tavira e mais tarde em Braga, onde reside actualmente.
Embora se tenha formado em Economia, desde muito cedo demonstrou excepcionais apetências pelo universo da escrita e da pintura, colaborando em inúmeras publicações e exposições como escritor e ilustrador. Já tem várias obras de literatura infanto-juvenil publicadas: Nascente de Tinta, O Reino do Silêncio, e 900 – História de Um Rei.


A sessão com este escritor/ilustrador decorrerá na Biblioteca, no dia 19 de Outubro, pelas 10 horas.