28 de julho de 2010
22 de julho de 2010
A Arte juntou-se à Dança, num “Ballet Encantado”
O projecto foi aceite, pelos professores Sulamita Lopes e José Manuel Pereira, que lançaram o desafio às turmas do 10º E e 10º C1, do Curso Científico-Humanístico de Artes Visuais. Foi com entusiasmo que os alunos se empenharam em desenvolver ideias criativas com o tema de histórias infantis. Realizaram vários projectos, de entre os quais foi seleccionado o da aluna Vera Rute Soares Gomes.
Estão de parabéns todos os que ajudaram a concretizar este projecto e se dedicaram para o concluir em tempo útil.
Foi no passado dia 20 de Junho, no Teatro-Cine, que, com sala cheia, a dança encantou e a arte coloriu!
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13 de julho de 2010
Almoço Convívio da ESCM
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Grupo de Danças e Cantares em Torres Novas
Desta vez, fomos convidados para actuarmos no Centro de Bem Estar Social da Zona Alta Torres Novas, no dia 6 do corrente pelas 15h.
Depois da actuação, foi-nos servido um lanche seguido de uma visita às instalações onde funcionam: a Creche/Jardim de Infância, ATL, Centro de Ocupação Juvenil, Centro de Convívio, Centro de Dia e Apoio Domiciliário e actividades Aquáticas para as diversas Valências do Centro e toda a comunidade.
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11 de julho de 2010
A Campos Melo tem mais um vencedor!
No dia 25 de Junho, decorreu, no Centro Hospitalar Cova da Beira, o “I Encontro de Neurodesenvolvimento da Cova da Beira”, um evento cuja organização esteve a cargo da Unidade de Desenvolvimento da Pediatria do CHCB, onde decorreu, também, a entrega do prémio do logotipo da Unidade de Desenvolvimento, feita pelo Dr. Carlos Rodrigues responsável por aquele serviço.
O concurso foi dirigido aos alunos das escolas secundárias da cidade e tinha a vertente logótipo e / ou página internet. Assim que receberam a proposta, lançada pela Professora Sulamita Lopes, alguns alunos dedicaram-se ao trabalho e eis que o vencedor para o logótipo foi o Tiago Martins do 10º H. Parabéns Tiago!!
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12:41 da manhã
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4 de julho de 2010
Jantar do Sarau
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1 de julho de 2010
Olimpíadas da Biotecnologia

No 3.º período, fui seleccionado para participar, a nível nacional, na final das V Olimpíadas da Biotecnologia, actividade de currículo extracurricular, promovida pela Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, dirigida a alunos do Secundário.Para quem o termo se revele um pouco desconhecido, a Biotecnologia é uma ciência, com grandes aplicações na actualidade, e com grandes projecções para o futuro, que consiste na aplicação de princípios científicos e da engenharia genética no processamento de materiais por agentes biológicos, com vista à produção de bens e serviços, com inúmeras vantagens para nós, cidadãos.
Foi com muito agrado, que aceitei o desafio, e acompanhado com a Professora Regina Almeida, rumámos com destino ao Porto, onde se realizou a final. Foram promovidas um conjunto de actividades lúdicas, que me permitiram estabelecer laços, intercâmbio de ideias com alunos e professores de várias comunidades escolares do país; aprofundar e promover a divulgação relativa ao conhecimento e interesse pela temática da Biotecnologia, nas suas múltiplas vertentes.
De entre os finalistas apurados (cerca de 40), fiquei em 9.º lugar, nestas Olimpíadas, que têm vindo, progressivamente, a ganhar vida e estatuto, tendo tido, este ano lectivo, cerca de 1500 alunos inscritos.
Faço um balanço bastante positivo desta actividade, que contribuiu principalmente para o meu desenvolvimento de competências e comportamentos científicos. E, para terminar, deixo um apelo, para que no próximo ano lectivo, outros alunos levem também a escola à final.
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12:32 da manhã
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25 de junho de 2010
Grupo de Danças e Cantares da ESCM
No final da nossa actuação, seguiu-se um momento de convívio, acompanhado de um apetitoso lanche.
Esta tarde, foi bastante gratificante para todos os elementos do grupo que ficam a aguardar já pela próxima oportunidade do género, dia 6 de Julho no Lar de Torres Novas.
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5:49 da tarde
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18 de junho de 2010
Adeus, José Saramago!
«Morre aos 87 anos Saramago, Nobel da Literatura em 1998
O escritor português e Prémio Nobel da Literatura em 1998 José Saramago morreu hoje aos 87 anos em Lanzarote. O autor português encontrava-se doente mas em estado «estacionário», mas a situação agravou-se, explicou o seu editor, Zeferino Coelho.
José Saramago nasceu na aldeia ribatejana de Azinhaga, concelho de Golegã, no dia 16 de Novembro de 1922, embora o registo oficial mencione o dia 18.
Os seus pais emigraram para Lisboa quando ele ainda não tinha três anos de idade. Toda a sua vida tem decorrido na capital, embora até ao princípio da idade madura tivessem sido numerosas e às vezes prolongadas as suas estadas na aldeia natal.
Fez estudos secundários (liceal e técnico) que não pôde continuar por dificuldades económicas. No seu primeiro emprego foi serralheiro mecânico, tendo depois exercido diversas outras profissões, a saber: desenhador, funcionário da saúde e da previdência social, editor, tradutor, jornalista.
Publicou o seu primeiro livro, um romance («Terra do Pecado»), em 1947, tendo estado depois sem publicar até 1966. Trabalhou durante doze anos numa editora, onde exerceu funções de direcção literária e de produção. Colaborou como crítico literário na Revista Seara Nova.
Em 1972 e 1973 fez parte da redacção do Jornal Diário de Lisboa onde foi comentador político, tendo também coordenado, durante alguns meses, o suplemento cultural daquele vespertino. Pertenceu à primeira Direcção da Associação Portuguesa de Escritores. Entre Abril e Novembro de 1975 foi director-adjunto do Diário de Notícias.
A partir de 1976 passou a viver exclusivamente da escrita, inicialmente como tradutor, depois como autor.
Em 1980, alcançou notoriedade com o livro «Levantado do Chão», visto hoje como o seu primeiro grande romance. «Memorial do Convento» confirmaria esse sucesso dois anos depois.
Em 1991, publica «O Evangelho Segundo Jesus Cristo», livro censurado pelo Governo - o que levou Saramago a exilar-se em Lanzarote, nas Ilhas Canárias (Espanha), onde viveu até hoje. Foi ele o primeiro autor de língua portuguesa a receber o Prémio Nobel de Literatura, em 1998.
Entre os seus outros livros estão os romances «O Ano da Morte de Ricardo Reis» (1984), «A Jangada de Pedra» (1986), «Ensaio sobre a Cegueira» (1995), «Todos os Nomes» (1997), e «O Homem Duplicado» (2002); a peça teatral «In Nomine Dei» (1993) e os dois volumes de diários recolhidos nos «Cadernos de Lanzarote» (1994-1997). »
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16 de junho de 2010
Camões na Biblioteca
E como hoje começam os exames, que Camões vos inspire!

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EMD
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13 de junho de 2010
Sarau - APANHADOS
Ainda o Sarau!
Os Ensaios, o Espectáculo, as Fotos...as LEGENDAS E O BOM HUMOR!!
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AMM
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12 de junho de 2010
"Os nossos avós tinham razão" (II)
João Tourais; nº 9; 12ºA
João Duarte; nº 10; 12º A
Instituição:
Escola Secundária Campos Melo
Resumo/Abstract:
Antigamente, algumas especiarias eram utilizadas na conservação de alimentos. Nos dias de hoje, utilizam-se novas e modernas técnicas para este fim, que recorrem, por exemplo, ao controle de condições ambientais ou à adição de conservantes.
Neste artigo apresenta-se o relato de uma actividade onde se pretendia comprovar que as especiarias conservam alimentos pelas suas propriedades antimicrobianas. Construíram-se vários meios de cultura que continham a bactéria Bacillus cereus, onde foram colocados diferentes temperos. Observou-se que as culturas de bactérias se desenvolveram de forma diferente de tempero para tempero. Assim, concluiu-se quais as melhores especiarias no combate à contaminação de alimentos e ao prolongamento da sua conservação.
Termos - chave:
Propriedades antimicrobianas; Temperos; Conservação de alimentos; Microrganismos.
Os nossos avós tinham razão porque eles sabiam qual o melhor tempero, para preservar os alimentos e como temperar a comida de modo a torná-la mais saborosa. Apesar de este conhecimento ser feito à base de observações empíricas, têm por trás explicações científicas, e foram essas justificações que se procuraram quando se realizou esta actividade prática. Para além disso, este trabalho prático teve como objectivos, verificar as propriedades antimicrobianas dos temperos e comparar o desenvolvimento de microrganismos nas Caixas de Petri com diferentes temperos nos meios de cultura. Para isso, utilizou-se uma bactéria que se fez crescer em placas favoráveis ao seu desenvolvimento e nas quais se colocaram as especiarias em estudo.
Hoje em dia admite-se uma teoria, bastante plausível, de que os hábitos alimentares que temos, tais como a utilização de condimentos e especiarias, terão sido transmitidos de geração em geração, quer geneticamente, quer pela cultura, e podem estar relacionados com a actividade antimicrobiana dessas substâncias.
As propriedades antimicrobianas são qualidades que fazem com que essas substâncias não desenvolvam microorganismos (micróbios).
A deterioração dos alimentos geralmente dá-se como resultado da actividade de enzimas (enzimas autolíticas), presentes nos mesmos, ou como resultado da actividade de microrganismos, entre eles os micróbios. Se estes últimos forem patogénicos, podem levar a uma situação de perigo para a saúde humana e portanto é muito importante evitar a sua contaminação. As ervas naturais e as especiarias podem ser utilizadas no combate à sua infecção, pois algumas possuem características antimicrobianas.
Para estudar esta acção antimicrobiana, criou-se um meio de cultura adequado ao desenvolvimento de microrganismos. Posteriormente foi espalhado no meio de cultura, uma solução com um medicamento (fonte de bactérias), onde se colocou o tempero (previamente escolhido), em poços abertos no meio. Deixaram-se as Caixas de Petri em condições favoráveis ao desenvolvimento de bactérias (temperatura ambiente) e passado 7 dias observou-se e registou-se os resultados.
Com as observações que se fizeram foi possível elaborar uma lista decrescente em relação às propriedades antimicrobianas de cada tempero: Vinagre; Cravinho; Açúcar; Pimenta; Louro (grupo 1); Sal; Louro (grupo 2); Orégãos; Caril; Salsa. Esta ordem foi atribuída pela observação da quantidade de fungos que as caixas continham (por exemplo na caixa com salsa havia um maior número de fungos desenvolvidos do que na caixa com vinagre) e pela distância dos fungos aos poços (uma bactéria, espalhada num meio de cultura, não cresce em torno de algum agente inibidor, que poderá ser uma especiaria).
1 – Resultados
Baseado na observação empírica alguns resultados eram espectáveis mas outros foram uma pequena surpresa, como é o caso do sal. O sal era esperado como um dos temperos com uma acção antimicrobiana mais forte, por ser dos temperos mais utilizados, quer para conservar (no passado uma das formas de preservar e conservar os alimentos por mais tempo era cobri-los com sal, de forma a manter as suas propriedades), quer para temperar a comida, e como tal deveria estar no inicio da lista. Mas tal não se verificou ficando pelo meio da tabela. Este resultado pode ter várias explicações. O sal usado na experiência pode ter sido exposto a bactérias que tenham comprometido a avaliação dos resultados ou algum erro humano, na execução do procedimento, pode ter posto em causa a veracidade do produto final.
Por outro lado comparando os resultados auferidos com os recolhidos pelo outro turno, verifica-se que certos temperos como o sal ou a salsa se comportaram de forma diferente em relação ao desenvolvimento dos microrganismos. A série de temperos que obtiveram foi: Açúcar; Sal; Vinagre; Salsa; Pimenta Branca; Noz-moscada; Louro; Hortelã-pimenta; Louro. Ou seja confrontando com os outros resultados, verifica-se que o sal e a salsa já se encontram em lugares mais cimeiros, aproximando-se mais do que se considera como sendo a verdade.
2 – Salsa
Pode-se concluir que o vinagre, o cravinho, o açúcar e a pimenta possuem propriedades antimicrobianas fortes, podendo servir como uma alternativa aquando a escolha do método de conservação de um alimento. Já o sal e a salsa, apesar de terem apresentado características antimicrobianas, não revelaram uma acção tão eficaz como as especiarias mencionadas anteriormente, e contrariaram os resultados obtidos na outra actividade experimental realizada, dificultando conclusões que se possam retirar. Por fim, o louro, o caril e os orégãos mostraram possuir pouca eficácia no impedimento da contaminação por microrganismos, tendo ficado rodeados por colónias de bactérias.
3 – Caril
Algumas formas de explicar a discrepância de resultados obtidos são o facto de a actividade prático-laboratorial não ter sido feita em condições assépticas (ausência de microorganismos), podendo estar algum material contaminado, ou o próprio ar ter contaminado o dispositivo experimental ou o facto de não se ter esterilizado todo o material utilizado (apesar de a maioria se ter esterilizado no autoclave).
Podia-se ter minimizado as condições ambientais esterilizando todos os materiais e realizar todas as experiências em câmaras de fluxo laminar.
Bibliografia/Sites consultados
• MATIAS, Osório; MARTINS, Pedro; VIEIRA, Maria da Natividade. Biologia 12 – Parte 2. 1ª Edição, Areal Editores, 2009
• SILVA, Amparo Dias da; SANTOS, Maria Ermelinda; MESQUITA, Almira Fernandes; BALDAIA, Ludovina; FÉLIX, José Mário. Terra, Universo de Vida – Biologia 12ºAno. 1ª Edição, Porto Editora, 2008
• http://cienciaviva.pt/docs/protocoloespeciaria.pdf (consultado a 31/05/2010)
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AMM
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11 de junho de 2010
“Os Nossos Avós Tinham Razão”
“Propriedades Antimicrobianas dos Temperos” é o nome da actividade prática realizada no dia 7/5/2010, cujos objectivos foram principalmente aferir se os diferentes condimentos contribuem para a preservação dos alimentos e identificar o condimento que tem maior capacidade de manter o meio asséptico. Para isso, seleccionaram-se alguns condimentos – vinagre, cravinho, açúcar, pimenta, louro, sal, orégãos, caril e salsa – e colocou-se cada um deles num meio de cultura (caldo de frango, mel e ágar-ágar), previamente preparado e esterilizado numa autoclave, onde se tinha pipetado algumas gotas de uma solução bacteriana (água esterilizada e Lactobacilus casei proveniente de um medicamento antidiarreico).
Palavras-chave: conservação de alimentos; condimentos/especiarias/temperos; cultura bacteriana; microrganismos; esterilização.
“Os Nossos Avós Tinham Razão”
É um facto conhecido que, há apenas alguns anos atrás, na ausência de frigoríficos e outros electrodomésticos, os alimentos eram conservados através de outros métodos, nomeadamente através da saturação do alimento num condimento. Alguns desses métodos mantiveram-se, como é o caso do bacalhau salgado, e outros foram-se perdendo ao longo do tempo.
Ao longo desta actividade prática decidiu-se testar a sapiência dos “nossos avós” quanto à conservação de alimentos, usando diferentes temperos. Para isso, seleccionaram-se alguns desses temperos e testou-se a sua capacidade de conservação: preparou-se um meio de cultura nutritivo e devidamente esterilizado; usando uma cápsula de um medicamento, preparou-se uma solução rica em bactérias L. casei, com a qual se contaminou o meio de cultura, obtendo assim uma cultura bacteriana em cada caixa de Petri; colocou-se um condimento diferente em cada meio de cultura. Ao longo de todo o processo, o cuidado com a esterilização foi essencial para garantir resultados fidedignos, isto é, sem contaminação exterior.
Uma semana depois, foi possível observar em que caixa de Petri houve um maior ou menor desenvolvimento de microrganismos. Os resultados obtidos foram os seguintes:
Desenvolvimento de microrganismos: (por ordem crescente)
1. Vinagre
2. Cravinho
3. Açúcar
4. Pimenta
5. Louro
6. Sal
7. Louro
8. Orégãos
9. Caril
10. Salsa
A salsa foi, de longe, o pior condimento para a conservação. Para além de todo o meio de cultura ter sido invadido por microrganismos, a própria salsa tinha também sido ocupada por eles.
O louro foi utilizado por dois grupos distintos e, apesar de ser o mesmo condimento, não ocupa o mesmo lugar nos dois casos. Isto pode ser explicado pelas seguintes hipóteses:
- Não terem sido seguidos hábitos de higiene com um deles;
- Contaminação da experiência durante o procedimento;
- Diferente quantidade de bactérias no meio de cultura no momento inicial da experiência.
O sal, ao contrário do esperado empiricamente, encontra-se em 6º lugar na sequência de condimentos que evitam o desenvolvimento de microrganismos. Apesar de ser, provavelmente, o condimento mais utilizado na conservação de alimentos, a experiência realizada veio mostrar que este não é dos melhores para tal.
Pode-se concluir que “os nossos avós tinham razão” em conservar alimentos utilizando vários temperos pois a sua utilização provou-se ser bastante válida para o vinagre, o cravinho e o açúcar – como nos doces e compotas.
Nuno A. S. R. Baltazar, nº 16
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10 de junho de 2010
10 de Junho
Hoje, no dia 10 de Junho, celebra-se o Dia de Camões, das Comunidades Portuguesas e de Portugal. Este dia assinala a morte de Luís Vaz de Camões.“Até ao 25 de Abril de 1974, o 10 de Junho era conhecido como o Dia de Camões, de Portugal e da Raça, este último epíteto foi criado por Salazar na inauguração do Estádio Nacional do Jamor, em 1944, em memória das vítimas da Guerra Colonial Portuguesa. A partir de 1963, o 10 de Junho tornou-se numa homenagem às Forças Armadas Portuguesas, numa exaltação da guerra e do poder colonial. Com uma filosofia diferente, a Terceira República converteu-o no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas em 1978.”
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8 de junho de 2010
GRUPO DE DANÇAS E CANTARES DA ESCM
E assim foi, apesar de se fazer sentir muito calor, o grupo dançou com muita alegria e profissionalismo, acompanhado pelos tocadores de acordeão e concertina e pelas cantadeiras já habituais.
A nossa Escola, esteve desta forma, muito bem representada numa festa regional.
A Professora: Ana Paula Vergamota
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7 de junho de 2010
“ Matemática para Todos”
Esta palestra veio também mostrar o “Polvo” que a matemática representa a nível do Ensino Superior, com um tentáculo em cada curso e ao qual é impossível escapar.
Em jeito de conclusão mesmo que não aprecies, se não gostas de Matemática é bom que comeces a gostar e te habitues a ela, pois é aquela temática que te vai acompanhar para sempre!
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AMM
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Peça do Mês de Junho
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AMM
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2 de junho de 2010
A Matemática e os Têxteis
Os nossos alunos do 7º A, a Andreia Pais, o Simão Silva, a Daniela Sousa, o Filipe Silva e a Inês Pinto, orientados pelo professor Paulo Lopes, obtiveram o 3º lugar no concurso “A Matemática e os Têxteis”. A cerimónia de atribuição dos prémios e da abertura da exposição, com trabalhos de todo o país, decorreu no dia 1 de Junho, de tarde, no Museu dos Têxteis, na Universidade da Beira Interior. Os trabalhos a concurso eram 63 de mais de uma vintena de escolas.
O trabalho apresentado pelos nossos alunos envolve a proporcionalidade directa e a proporcionalidade inversa na determinação do título de um fio, isto é, o relacionamento do seu comprimento com a sua massa, abrangendo matérias de anos mais elevados e que eles tiveram que estudar como complemento.
A organização do concurso esteve a cabo da Sociedade Portuguesa de Matemática com parcerias desenvolvidas com a Universidade da Beira Interior e com a Escola Secundária Campos Melo. A nossa escola colaborou com muitos grupos de outras partes do país que quiseram visitar o nosso museu.
A exposição está aberta, no Museu da UBI, até dia 15 de Junho.
Os nossos alunos estão de parabéns, pois apresentaram um trabalho rigoroso e exigente para o seu nível etário.
Professor Paulo Lopes
Cerimónia de Abertura da Exposição e da entrega de prémios
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MCCA
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