25 de maio de 2010

I Mostra de Velharias

O CLUBE DO MUSEU AGRADECE

A todos os colegas, alunos e funcionários que colaboraram na I Mostra de Velharias da ESCM.

Aqui fica a peça que mais despertou a atenção dos visitantes desta mostra de velharias.

Ana Paula Vergamota e Mª de Lourdes Faria

24 de maio de 2010

Sarau - Charleston

Eles ensinam, educam, ajudam, formam.......e....dançam!! E COMO dançam!!

Eles....quem?!

Os PROFESSORES da Campos Melo!!

Obrigada Pedro Nascimento pela preciosa ajuda, empenho e colaboração!

21 de maio de 2010

I Mostra de Velharias

Celebrou-se no passado dia 18 o Dia Internacional dos Museus, sob o tema " Museus e Harmonia Social".
Para celebrar este dia, o Clube do Museu da nossa Escola realizou a I Mostra de Velharias que reuniu 174 objectos dos mais variados temas, cedidos por professores, alunos, funcionários e por outras pessoas que, de algum modo, estão ligadas à Escola.
Com esta iniciativa pretende-se incentivar formas de aproximação entre o Museu Educativo e a Escola, bem como sensibilizar a comunidade escolar para a preservação de objectos com história.
Agradecemos a todos os participantes que aceitaram partilhar connosco os objectos que carinhosamente guardam (bonitos, interessantes, divertidos e, muitas vezes, valiosos). Sem a sua colaboração este projecto não teria sido possível.

As professoras do Clube do Museu:
Ana Paula Vergamota
Mª de Lourdes Faria

Aqui ficam algumas imagens.


19 de maio de 2010

Sarau - Os 7 Pecados Mortais



Um dos momentos mais espectaculares deste sarau!! A Dança Hip Hop, que foi da responsabilidade do professor Carlos Santos de Educação Física ( ele próprio também em palco).
Com a participação e um excelente desempenho de alunas do ensino secundário, do aluno Luís Messias do 92C e da professora Ana Paula Rocha.



Música, ritmo, sincronia.....um palco cheio de talentos!!

12 de maio de 2010

I Mostra de Velharias


O Clube do Museu convida-o a participar neste evento.

Traga um objecto com história e partilhe-o com a comunidade escolar através da exposição do dia 18 de Maio, no átrio da Escola.


Contactar as professoras:
Maria de Lourdes Faria
Ana Paula Fernandes

Peça do mês de Maio 2010

Pintura da autoria de um antigo professor de Desenho da Escola Comercial e Industrial Campos Melo, Rodolfo Passaporte.
Executada a tinta de óleo sobre platex, representa uma figura estilizada de mulher, desenhada sob a forma de longas curvas e pintada com cores fortes.
A pintura está montada em moldura de madeira amarela.
Esta peça constituiu um elemento decorativo da cantina da Escola durante vários anos, até ser integrada na Exposição Permanente do Museu Educativo da Escola Secundária Campos Melo.
Período cronológico: década de sessenta.


11 de maio de 2010

Sarau - CR7

Alegria, ritmo, entusiasmo, graciosidade...tudo isto e muito mais, neste musical pensado e orientado pelas professoras Leonor Lobo e Maria José Soares.
As autoras da coreografia foram as próprias alunas dos 7ºs e 8ºs A e B.
O hábil Cristiano Ronaldo foi interpretado pelo Professor Marco de Educação Física.
Umas EXCELENTES RONALDETES...verdadeiramente "loucas" pelo nosso Ronaldo...,verdade?!
PARABÉNS A TODOS!!

10 de maio de 2010

Teatro em Inglês

No passado dia 4 de Maio, teve lugar no Teatro Cine da Covilhã a representação da peça SWINGS AND CLOUDS pela ETC - English Theatre Company.
Foi uma actividade organizada, no âmbito da disciplina de Inglês, conjuntamente com as Escolas Secundária Campos Melo, Quinta das Palmeiras e Pêro da Covilhâ. A sessão para os alunos da Campos Melo, à qual assistiram cerca de 300 alunos do 7º ao 12ºano, foi às 12.oo.
A expressividade dos actores em palco prenderam a atenção dos nossos alunos e alguns subiram ao palco respondendo ao desafio e interagindo com as personagens, aumentando assim o entusiasmo da plateia.


Um pequeno excerto da Peça, com alguns alunos em palco:

A Professora: Ana Maria Moura

8 de maio de 2010

Sarau - As 7 notas Musicais

Um dos momentos do sarau que reuniu melodia com ternura.
Estiveram muito bem as vozes - Adriana Pais do 12ºE e Cátia Cruz do 11ºA , o piano - André Fernandes do 11ºA, e a coreografia - alunas dos 7ºs e 8ºs A e B. Parabéns aos alunos em palco e às autoras e colaboradoras do projecto: Leonor Lobo; Maria José Soares e Ana Paula Rocha.

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7 de maio de 2010

Quando o Pano Cai…

Cumpriu-se mais um Sarau: o XIV. Duas décadas em crescendo no que diz respeito ao envolvimento, criatividade e profissionalismo dos intervenientes.
O tema deste ano prendeu-se com A Magia do Sete, um número envolvente, que nos acompanha em cada dia e momento das nossas vidas – os sete dias da semana, as sete cores do arco-íris, as sete notas musicais, as sete artes e até os sete pecados mortais.
Para o representar, conseguimos reunir à nossa volta uma fatia importante da escola – desde alunos e professores, a funcionários e encarregados de educação. Em todos eles vislumbrámos a alegria do trabalho conjunto, da entrega total e desinteressada que culminou com um espectáculo brilhante no passado dia 30 de Abril.
Do nosso lado tivemos o público, simpático e interventivo q.b., respeitador do trabalho dos colegas e entusiasta das cenas apresentadas.
Um Sarau é feito de e com muitas emoções – gargalhadas, choros, máscaras, mágoas e muitas alegrias - que nos permitem criar e estreitar laços neste palco que é a vida.
As Coordenadoras dos Clubes Criar Laços e Teatro:
Leonor Lobo; Maria José Soares e Ana Paula Rocha

6 de maio de 2010

Sarau - Os 7 Dias da Criação




Um dos primeiros momentos mágicos do Sarau, onde estiveram em perfeita harmonia a música, a cor e o movimento.

Excelente trabalho! Parabéns aos alunos e professores em palco!

Parabéns às mentoras deste espectáculo: LEONOR LOBO E MARIA JOSÉ SOARES.

5 de maio de 2010

Dia da Cultura Lusófona

A CPLP foi criada em 17 de Julho de 1996 por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe. No ano de 2002, após conquistar independência, Timor-Leste foi acolhido como país integrante. Na actualidade, são oito os países integrantes da CPLP.
Apesar da iniciativa, a CPLP é uma organização recente que busca pôr em prática os objectivos de integração dos territórios lusófonos. Em 2005, numa reunião em Luanda, Angola, a CPLP decidiu que no dia 5 de Maio seria comemorado o Dia da Cultura Lusófona pelo mundo.

Se acham que somos poucos como cultura e língua, pensem nos 500 milhões de habitantes portugueses espalhados por esse mundo fora!Por isso bora aí espalhar a nossa cultura no mundo!

Visita de Estudo a Estremoz


As turmas A, B e C do 11º A, acompanhadas pelos professores de Biologia/Geologia e Filosofia, efectuaram uma visita ao Centro Ciência Viva de Estremoz , no passado dia 23 de Abril.
Aqui ficam alguns registos das experiências aí vividas.






4 de maio de 2010

Dia D - Dia do DNA

A Estrutura da molécula do DNA - ácido nucleico portador da informação hereditária,
foi descoberta há 55 anos, no dia 25 de Abril. Esta descoberta é comemorada a nível internacional com iniciativas em diferentes instituições, entre as quais a Faculdade de Ciências da Saúde, na UBI. Assim, os alunos do 12º ano, turmas A e B, juntaram-se às comemorações e participaram na parte da manhã, da passada sexta-feira, numa sessão que decorreu no auditório da escola, sobre a investigação mais recente e o futuro potenciado pelas novas descobertas em torno da genética.


À tarde, na Faculdade, puderam visitar algumas salas específicas de aprendizagem e depois participaram na resposta a um Quiz através da plataforma de avaliação.




Os alunos Joana Tavares, João Tourais e João Duarte foram os melhores classificados da escola. O prémio é um dia inteiro de trabalho nos laboratório da Faculdade de Ciências da Saúde, junto dos investigadores, onde irão isolar e observar o seu próprio DNA.


O Professor Steven Casteleiro

3 de maio de 2010

XIV Sarau Cultural - A Magia do 7

Foi um serão MÁGICO!

Para satisfazer a curiosidade mais premente, aqui fica uma pequena amostra da noite da passada sexta-feira.

Parabéns aos organizadores e a todos os participantes.


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Concurso Nacional de Leitura

Na passada quarta-feira, 21 de Abril, a Mariana Almeida, a Margarida Barbosa, a Madalena Baía, todas do 7º A; a Mariana Gomes e a Telma Vicente do 10º ano, turmas A e C, respectivamente, rumaram até à Biblioteca José Cardoso Pires, em Vila de Rei, a fim de participarem na semi-final do Concurso Nacional de Leitura.Após a recepção dos cento e dois participantes, os alunos foram distribuídos por nível de escolaridade e, durante 45 minutos, puseram à prova os seus conhecimentos de leitura. Do que não estavam à espera (nem nós, professores!) é que, da competição, fizesse parte um «peddy-paper» sobre Vila de Rei, o que os levou a calcorrear as ruas da cidade, numa prova cronometrada que, como é bom de ver, nada tinha a ver com a leitura das obras a concurso.Foram tenazes as nossas meninas do 7ºA que não quiseram entregar o seu questionário com respostas em branco, pelo que fomos dar com elas, empenhadíssimas, e a solicitar a ajuda dos habitantes da cidade (facto curioso e digno de registo: nem eles sabiam certas respostas!).Estão, pois, de parabéns as nossas leitoras, pelas pontuações obtidas na prova de leitura: a Mariana Almeida com 96 pontos; a Margarida Barbosa com 88 e a Madalena Baía com 72. A Mariana Gomes e a Telma Vicente também estiveram muito bem, tendo obtido 88 pontos, cada.Para o ano há mais Concurso e, da nossa parte, deixamos, desde já, um pedido à entidade responsável pela organização da semi-final: que a prova incida exclusivamente sobre conhecimentos das obras postas a concurso. A experiência deste ano não colheu o agrado dos participantes e o que não quereríamos (do que não gostaríamos mesmo nada!) é que estas iniciativas tivessem um efeito contraproducente, afastando os alunos de eventos em que se celebra o prazer da leitura.
A Professora: Olga Fonseca


2 de maio de 2010

Visita de Estudo a Lisboa

No âmbito da disciplina de Sociologia, com o professor José Augusto Espírito Santo Silva, deslocámo-nos a Lisboa no dia 6 de Março de 2010. A realidade observada nesse dia marcou muitos de nós. Agora, queremos partilha-la contigo.
Enquanto uns preferem o cinzento urbano e rítmico da cidade, outros optam pelo verde rural e pacífico do campo. Porém quais as diferenças?
Na cidade encontramos de tudo. Ao nosso alcance está a saúde, a educação, a cultura o comércio global, os empregos variados, as mil e uma formas de prazer, a sorte e a ambição. Mas na sombra vive a poluição, o crime, a poluição, a pobreza e a violência.
A “C.A.S.A”, (Centro de Apoio ao Sem Abrigo) é uma Instituição, sem fins lucrativos que foi criada em Outubro de 2007. A iniciativa partiu de um grupo de amigos, que ao se depararem com tanta pobreza tiveram a iniciativa de juntos distribuírem comida para ajudarem os mais necessitados. Amigos falaram com outros amigos de forma a obterem alguma ajuda. Começaram por distribuir 15 refeições por dia mas, como pouca gente sabia da iniciativa chegou a haver dias em que ainda sobravam refeições. Ao fim da primeira semana a noticia já tinha corrido e 15 refeições já era pouco. Mais contactos fizeram com que conseguissem arranjar mais ajuda e assim se tem mantido esta iniciativa. Presentemente, distribuem comida em três sítios: São Jorge de Arroios, Martim Moniz e Gare do Oriente. Nós tivemos a oportunidade de ajudar a distribuir em São Jorge de Arroios e na Gare do Oriente. Nesta noite serviram-se cerca de 100 refeições. A realidade observada nestes lugares foi impensável, estas pessoas atingiram o grau máximo de pobreza, perderam toda a sua dignidade. Crianças, jovens, adultos e idosos são todos afectados por esta onda de pobreza. Ficámos todos a saber que a grande maioria dos sem-abrigo estão nos grandes centros urbanos e são maioritariamente do sexo masculino. O que mais me impressionou foi ver uma criança, tão pequena e inocente já naquela situação. Algumas das pessoas que por ali passaram têm casa mas não têm dinheiro suficiente para refeições outras, dormem enrolados em caixas de papelão e assim vão sobrevivendo. Vários são os motivos que levaram a esta situação. Desgostos familiares, amorosos, financeiros, sociais e também certos vícios como o álcool e a toxicodependência. Um dado que geralmente é pouco valorizado é o do desemprego, que talvez seja aquele que demonstra a realidade do trabalho clandestino e da exploração sem direitos de quem trabalha. Muitos são emigrantes, alguns são nacionais com baixas qualificações e, em comum, têm apenas o estigma de serem mão-de-obra descartável e sem protecção social à disposição de empregadores que furam com facilidade a fiscalização das autoridades.
Percebemos que a “C.A.S.A” não distribui só comida mas também ajuda as pessoas noutras questões como por exemplo na legalização de emigrantes, de animais (para que os sem abrigo os possam ter). Muitos são os sítios que fornecem ajuda de alguma maneira comida ou roupa que são depois distribuídos pelos carenciados. Notou-se que esta equipa faz este trabalho com gosto, com dedicação e vontade. Por vezes a comida ou fruta não é suficiente para todos, sendo assim, o grupo têm um mealheiro onde vão colocando algum dinheiro conforme as suas possibilidades e quando falta algo utilizam esse dinheiro para comprar o que é preciso.

A aluna: Sónia Santiago

30 de abril de 2010

Fio Condutor Nº 2

Aí está ele!
Nos locais do costume e também no sarau.

A Magia do 7


Hoje à noite a Campos Melo vai estar, em peso, no Teatro-Cine da Covilhã para assistir ao XIV Sarau Cultural, este ano subordinado ao tema «A Magia do 7».
Com início marcado para as 21h e 30m, o espectáculo promete ser, mais do que nunca, Mágico.
Lá estaremos!

28 de abril de 2010

English Corner III

Os alunos de Inglês de 12ºano responderam ao desafio da professora e fizeram uns leaflets,
apelando à consciência cívica e política dos jovens.
Eles são, de facto, criativos e…..fotogénicos.






E...o English Corner vai continuando a...estar vivo!!

Onde é que eu estava no 25 de Abril?

Testemunho
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Naquele 25 de Abril de 1974, luminoso e quente como o deste ano, acordei sobressaltada com o Trim áspero da campainha da porta – não havia telemóveis, eram raros os telefones e as máquinas em geral.
Era a vizinha do 1º andar que, mais ou menos aos gritos, anunciou:
– Ai Senhora Dona L…, anda uma revolução lá por Lisboa!!!
.
Dei um pulo da cama e, numa excitação incontida, galguei as escadas até à Dona S... pedindo mais informações. Só consegui saber que as rádios transmitiam apenas música.
De repente, lembrei-me da "Grândola", antecedida pela leitura emocionada e emocionante da primeira quadra, que ouvira na Renascença nessa mesma madrugada. Será que tinha alguma coisa a ver com a dita revolução?
A minha mãe continuava gelada, no patamar superior. Toda a família do lado materno vivia na capital e o seu coração apertava-se de angústia.
.


Ligámos a rádio e ouvimos uma música tipo marcha militar. Na TV - a preto e branco e sem comando, apenas ainda com dois programas e a emitir a partir da tarde, nem sombra da Mira técnica. Só uma multidão de moscas freneticamente piscando num fundo esbranquiçado.

Poucos minutos depois estava na rua. O ambiente era o mesmo de sempre: tranquilo e pacato, típico de uma vila da província.
Ao cimo da rua, o posto da PSP também não aparentava quebra da normalidade.
Na avenida Salazar, o movimento era intenso por ser dia da Feira anual. Mas, junto ao Colégio de Santo António, um monte de gente concentrava-se perto da entrada. As portas estavam fechadas enquanto um contínuo, o Sr António, empoleirado numa escada, pintava de branco uns dizeres escritos a tinta vermelha, algo familiares, obra nocturna do activo núcleo do MRPP local: ABAIXO A GUERRA COLONIAL!... e quejandos.

Eu andava no último ano do curso complementar do liceu, antigo 7º ano, e tinha 17 anos.
Mas no Fundão, aos 17 anos, quase todos entrevíamos o que era a resistência ao regime.



Basta mencionar o nome dos irmãos Paulouro, Armando e António, e o do Jornal do Fundão, sob a batuta deste último. Basta lembrar o sussurrar da frase "está cá a PIDE!", por entre o caloroso e comovido aplauso às intervenções da intelectualidade portuguesa, e até internacional, no Encontro Nacional de Teatro realizado um par de anos antes.

Desde pequena que via as ramonas da polícia de choque estacionadas à minha porta sempre na noite de 1 de Dezembro quando, a coberto da Restauração, o povo saía à rua e, já que mais não fosse, afrontava a proibição de ajuntamentos e manifestações.

Houve também uma extraordinária professora de inglês no 5º ano, com quem falávamos dos livros, da música, da vida, da liberdade. Com ela fazíamos sessões de leitura e debate da poesia proibida, copiada à mão em folhas de papel Bíblia, e ouvíamos as músicas do Zeca, do Adriano, do Cília, do Zé Mário Branco, recopiadas em cassetes, roufenhas de tanto ouvidas.

E no ano anterior, durante a preparação da nossa récita de pré-finalistas, tinha havido um lápis azul esquartejando poemas como o "Cântico Negro" e o "Tu Piedade", mais aquele murro no estômago quando, ao telefonar para casa do Zeca – Oh, santa ingenuidade adolescente! queríamos convidá-lo para cantar – me respondeu a mulher, com a voz mais natural deste mundo: "O Zeca está preso. É todos os anos assim por alturas do 1º de Maio...".

A manhã do 25 de Abril de 74 foi mesmo, para muitos de nós então, a luz ansiada, a aurora tão apetecida.

Estamos a precisar de outra.


Então e hoje
Elsa Duarte
Imagens da Net

27 de abril de 2010

Testemuho

No dia 25 de Abril de 1974,
Encontrava-me na sala 3 desta Escola, no 1º ano do Curso Complementar de Secretariado e Relações Públicas; tinha eu 17 anos, A Professora que nos dava aula, no momento em que foi divulgada a revolução, era a Drª Ascensão Simões.
Foi o Director da Escola, Dr. Guimarães, quem nos trouxe a notícia, à sala de aula. Foi uma situação algo insólita e estranha para mim, porquanto via as minhas colegas, cujos namorados se encontravam na guerra colonial, choravam, enquanto os Professores no átrio da Escola, se abraçavam de alegria.
Fiquei baralhada e não alcançava o significado dos acontecimentos.


À época: Ana Paula Vergamota Pinto
(aluna)

XIV Sarau Cultural

É já na sexta-feira e os ensaios estão a decorrer a bom ritmo.
Podem espreitar, mas só um bocadinho...

26 de abril de 2010

Primavera

Domingo
A FONTE

Com voz nascente a fonte nos convida
A renascermos incessantemente
Na luz do antigo sol nu e recente
E no sussurro da noite primitiva.



Segunda
GLÓRIA

Depois do Inverno, morte figurada,
A primavera, uma assunção de flores.
A vida
Renascida
E celebrada
Num festival de pétalas e cores.




Terça

Olhos postos na terra, tu virás
no ritmo da própria primavera,
e como as flores e os animais
abrirás as mãos de quem te espera.



Quarta

ANUNCIAÇÃO

Surdo murmúrio do rio,
a deslizar, pausado, na planura.
Mensageiro moroso
dum recado comprido,
di-lo sem pressa ao alarmado ouvido
dos salgueirais:
a neve derreteu
nos píncaros da serra;
o gado berra
dentro dos currais,
a lembrar aos zagais
o fim do cativeiro;
anda no ar um perfumado cheiro
a terra revolvida;
o vento emudeceu;
o sol desceu;
a primavera vai chegar, florida.



Quinta

FLORES

Era preciso agradecer às flores
Terem guardado em si,
Límpida e pura,
Aquela promessa antiga
Duma manhã futura.



Sexta

Das QUADRAS AO GOSTO POPULAR



Tome lá, minha menina,
O ramalhete que fiz.
Cada flor é pequenina,
Mas tudo junto é feliz.


Teu vestido, porque é teu,
Não é de cetim nem chita.
É de sermos tu e eu
e de tu seres bonita.


Andorinha que vais alta,
Porque não me vens trazer
Qualquer coisa que me falta
E que te não sei dizer?



Água que passa e canta
É água que faz dormir...
Sonhar é coisa que encanta,
Pensar é já não sentir.


Sábado

COMO O RUMOR

Como o rumor do mar dentro dum búzio
O divino sussurra no universo
Algo emerge: primordial projecto.

25 de abril de 2010

25 de Abril... Sempre!

25 de Abril

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo.




Vídeo, breve, produzido pelo Grupo Disciplinar de História da Escola Básica 2/3 da Torre, com o apoio da Coordenadora TIC - 2006/07.

36 anos depois...

O teu rosto

É o teu rosto ainda que eu procuro
Através do terror e da distância
Para a reconstrução de um mundo puro.

Para quem tem muita curiosidade, um vídeo mais completo:

Recorda-o não só nos dias de festa from Videoteca Municipal de Lisboa on Vimeo.


23 de abril de 2010

Dia Mundial do Livro II

A Dra. Otília Mesquita, colega aposentada, promoveu a sessão A IMPORTÂNCIA DA LEITURA - OS LIVROS EM POESIA e, uma vez mais, mostrou a sua paixão pela poesia, a dedicação, o empenho e o rigor que continua a imprimir em tudo o que faz.

A declamação de poemas alusivos aos livros e ao prazer de ler, feita por antigos e actuais professores e alunas, constituiu o ponto alto de uma tarde de celebração.


Houve entrega de diplomas e pequenas lembranças a todos os participantes.


E, no final, actuaram o Professor Pedro Ospina e o pequeno e simpático João do Conservatório Regional de Música.

Dia Mundial do Livro I

Integrada na Semana da Leitura, promovida pela equipa da Biblioteca Escolar, a comemoração do Dia Mundial do Livro proporcionou a alunos e professores uma tarde cheia de "leituras" e momentos muito agradáveis.


Pelas 14h30m o Professor Doutor Henrique Manso deliciou uma plateia atenta e rendida aos encantos da Banda Desenhada, numa sessão subordinada ao tema LER PARA QUÊ?

João Marques


O covilhanense de 18 anos João Marques atleta de selecção nacional de esqui alpino torna-se campeão nacional absoluto da modalidade.

A época de esqui termina oficialmente. A FDI-Portugal organizou as últimas provas nos dias 27 e 28 de Março.

O Campeonato Nacional foi constituído por 3 provas, uma em Janeiro e duas em Março. João Marques venceu de forma brilhante 2 das 3 provas somando um total de 75 pontos o que lhe permitiu vencer o campeonato nacional não só no seu escalão mas como na geral absoluta.

João Marques no próximo ano espera competir nos mundiais na Alemanha.

Dia 27 de Março
1º – João Marques – 00:55,60
2º – Jorge Gonçalves – 00:58,73
3º – Catarina Carvalho – 01:00,00
Dia 28 de Março
1º – João Marques – 00:54,08
2º – André Mendes – 01:00,57
3º – Catarina Carvalho – 01.01,19

20 de abril de 2010

Semana da Leitura



Peça do Mês de Abril - O ALAMBIQUE

Mais uma "preciosidade" descoberta,estudada e catalogada pela equipa do Clube do Museu.