Leituras de Natal II - Série III
Brücken Bauen
(Tradução e adaptação)
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O Professor Doutor Dionísio Vila Maior, professor na Universidade Aberta, um especialista em estudos pessoanos e um exímio orador, veio apresentar-nos a época modernista e desmistificar algumas "ideias feitas" a propósito de Fernando Pessoa.
Perante uma plateia de alunos presa ao discurso fluente, acutilante, provocatório e animado, o Doutor Dionísio Vila Maior apresentou a época modernista, recorrendo à música, a pequenos filmes da época e à pintura. Ao mesmo tempo, ia estabelecendo paralelos entre os acontecimentos marcantes daquela época com as vivências da actualidade.
Sobre Fernando Pessoa referiu, vincadamente, a genialidade que o define, deu a conhecer a sua vasta e diversificada obra e debruçou-se sobre a génese dos heterónimos, fazendo uma leitura crítica e surpreendente da carta de Fernando Pessoa dirigida a Adolfo Casais Monteiro.
Desmistificou ideias e preconceitos relativamente à personalidade e hábitos do Poeta, salientou o comprovado trabalho e empenho que este impunha a si próprio em tudo o que fazia e lançou um apelo aos alunos para o tomarem como exemplo, dando o máximo em tudo o que se propuserem fazer, tendo brio em todas as actividades que desenvolverem, pois nada se consegue sem um trabalho afincado e persistente.
O Doutor Dionísio Vila Maior teve, ainda, a amabilidade de oferecer a todos os presentes um dos livros da sua autoria "Introdução ao Modernismo".
As Professoras
Elsa Duarte (fotos) e Mª do Carmo Abrantes(texto)
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Clube do Jornal
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Human rights declaration from france multiculturelle on Vimeo.
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EMD
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Amigos
Amigos não se compram ...
conquistam-se...
Amizade não se estraga ...
Valoriza-se...
Uma amizade vale mais que
Um tesouro;
Um livro;
Um oceano ;
A amizade é o nosso bem precioso!
Tenta...
Tenta tocar no ar;
verás que é impossível...
Tenta tocar na água ;
verás que é impossível...
Tenta acalmar o tempo;
verás que é impossível...
Tenta esconder o sol;
verás que é impossível...
Mas tenta quebrar um silêncio,
isso já podes fazer!
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MCCA
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10:26 da tarde
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É véspera de Natal. Mas não para Irina. Para ela só será Natal a 7 de Janeiro, quando as aulas tiverem recomeçado.
A mãe aproveita umas horas extra, na pastelaria, para preparar fornadas de bolos-reis.
O pai, antes de sair, marcou-lhe páginas e páginas de trabalhos de casa. É preciso, para poder acompanhar os colegas,
Folheando o dicionário, a pequena ucraniana procura as palavras portuguesas que há-de escrever em frente das que tão bem conhece.
ОЛiВЕДЬ — lápis
ЗОШИТ — caderno
КИГА — livro
ШКОЛА — escola
Tudo diferente! Até o abecedário... Na escola, os outros fazem pouco dela e chamam-lhe “língua de trapos”. Que quererá isso dizer?
Vai à página 190, logo em seguida à 293. Era de calcular...
Tem, no entanto, orgulho em ser a melhor a matemática. Ninguém a bate em contas. Quando a professora entrega os testes e lhe dá vinte, há sempre um grupinho irritado que, no recreio seguinte, se junta, numa roda, à sua volta, cantarolando:
Irina, Irina, Irina,
Que menina tão fina!
Tem cara cor de sal,
Olhos cor de piscina.
Cabelos cor de margarina.
Ai, doem-te as saudades?
Vai tomar aspirina.
Na Ucrânia deixou tantos amigos...
Evita aqueles olhos escuros que se fixam nela, uns curiosos, outros trocistas, outros indiferentes.
Sente-se como uma extraterrestre. Porque é que os pais a mandaram vir?
Isola-se no recreio, a um canto, tentando desvendar a algaraviada das conversas. Às vezes, o Afonso murmura-lhe ao ouvido um segredo:
— Pareces uma fada!
E foge logo a correr.
Que palavrão será “fada”? Nem vale a pena procurar no dicionário. Algumas palavras que lhe dizem nem sequer lá vêm. A princípio ainda perguntou à mulher da limpeza o que significavam mas ela empurrou-a com a esfregona.
— Ordinária! Estes imigrantes mal sabem falar mas fixam logo a porcaria... Porque não voltam para o sítio de onde vieram?
Com lágrimas nos olhos, Irina vai agora à janela e vê as luzinhas acender e apagar nas árvores despidas. Por trás das paredes deslavadas das velhas casas, decerto se celebra a consoada. Como será?
Doze pratos se punham na mesa de festa no Natal da sua terra. Uma em memória de cada apóstolo.
É Natal em Portugal. Que interessa? A família está dispersa. A mãe a fazer bolos-reis que não vai provar porque para os ortodoxos é tempo de sacrifício e jejum. O pai lá anda, na construção civil. Como mais ninguém queria trabalhar na noite de 24, foi, sozinho, pintar um café que está a ser remodelado, ao fundo da rua. Os dois irmãos mais novos ficaram em Priluki, lá longe, com a avó.
Irina aquece a sopa e arranja uma sandes de queijo. Como pesa o silêncio!
De repente, sente um grito abafado no andar de cima. Algum assalto? Alguém que caiu? Não sentiu passos nem o baque de uma queda...
Com o coração a bater, põe-se a espreitar pelo óculo. Nada!
— Acudam! Acudam!
Mais ninguém se encontra no prédio. As lojas do rés-do-chão estão fechadas, os vizinhos do primeiro andar foram de férias. Por cima, na mansarda, mora uma rapariga nova, gorda, pálida.
Irina abalança-se a subir. A porta encontra-se apenas encostada e a miúda entra, a medo. Já ninguém grita. Um gemido fraco ecoa ao fundo do corredor.
Haverá feridos? Tem horror ao sangue. Por um momento, pensa em voltar para trás. Mas prossegue, pé ante pé, até ao quarto.
Deitada na cama, a moça, que ela conhece de vista, geme, agarrada à barriga enorme. Irina aproxima-se, repara que está alagada em suor.
— Ladrão atacar tu? Estar doente?
Tremendo, a outra responde:
— Chama o 112. O bebé vai nascer.
Que será o 112? Estará ela a delirar? Quase desfalece.
Então Irina precipita-se pela escada abaixo. A rua encontra-se deserta. Não conhece ninguém nas redondezas. Corre até ao café onde o pai está a pintar paredes.
— Pai, pai! — grita ela.
Anton desce do escadote, pousa o rolo, inquieto ao ver a filha naquela aflição.
— Que foi? Aconteceu alguma desgraça?
Mal sabe o que se passa, marca um número no telemóvel, dá a morada, pede urgência. Segue-a em passo apressado. Sobre eles desaba uma chuva gelada. Ficam com os cabelos a escorrer, encharcam os sapatos nas poças que, num instante, se formam.
Chegados ao prédio, o ucraniano galga os degraus dois a dois, entra sozinho no quarto da vizinha. A filha fica à espera.
— Irina, ferve uma panela de água. Traz-me um frasco de álcool, uma tesoura, toalhas.
A miúda obedece, confusa.
— Traz-me roupa lavada, para me mudar!
O pintor despe o fato-macaco, sujo de tinta e de pó, na casa de banho, enfia uma camisa branca, umas calças desbotadas. Esfrega as mãos e a tesoura com álcool.
— Irina, a água já ferve?
De novo no quarto, fala pausadamente com a rapariga, em voz alta. Ouve-se tudo cá fora.
— Força! Coragem! Está quase...
De súbito ouve-se o choro de um bebé.
— Entra, Irina — diz, pouco depois, o pai. — Vem ajudar. Já és crescida.
Entrega-lhe o recém-nascido.
A rapariga, na cama desalinhada, sorri.
— Embrulha-o num xailinho. Está na gaveta do meio.
Irina aconchega aquele corpo tão pequenino e frágil. Embala-o devagarinho, como fazia com as bonecas. Uma minúscula mãozinha aperta então o seu polegar.
O alarme de uma ambulância apita. Pára à entrada do edifício. Duas enfermeiras precipitam-se pela porta dentro.
— Então, viram-se atrapalhados? Um parto faz sempre confusão, principalmente aos homens.
— Sou médico — confessa o ucraniano. — Mas, em Portugal, ando nas obras...
As enfermeiras cruzam um olhar subitamente triste. Examinam a criança.
— O bebé nasceu no dia de Natal. É o nosso Menino Jesus.
A mãe olha para o homem e pergunta:
— Como é que o doutor se chama?
— Anton.
— António? Quer ser o padrinho? Vou pôr-lhe o seu nome.
As enfermeiras levam a rapariga e o bebé para a ambulância.
— Vão dar um passeio até à maternidade. Estão ambos óptimos.
— Manhã nós visitar! — exclama a garota.
Já passa da meia-noite. Pai e filha descem até ao patamar do primeiro andar. Na escada nunca há luz. Felizmente a gente do 112 usa lanternas... Mas, logo que o pessoal da ambulância se afasta, a escuridão instala-se. Às apalpadelas, o pai mete a chave na fechadura. Tropeça num embrulho.
— Que será? — espanta-se ele. — Esta é uma noite de surpresas.
Sobre o tapete de cairo está um embrulho enfeitado com um laçarote cor-de-rosa. Traz um bilhete preso com fita-cola.
Para uma fada loura.
com amizade
A menina abre-o. É um conjunto de canetas de ponta de feltro.
— O Pai Natal português não se esqueceu de ti — ri-se o médico.
— O Afonso é a única pessoa que me trata por fada — replica a Irina, um bocadinho corada.
Corre para o dicionário, passando as páginas até à número 159 e exclama, radiante:
OЗНАКА — fada
Depois, pega numa folha de papel e desenha, a amarelo, uma estrela a brilhar, a brilhar, a brilhar.
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EMD
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Ana Paula Vergamota e Mª de Lourdes Faria
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MCCA
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EMD
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EMD
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10:20 da tarde
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Depois do almoço...nada como uma MARCHA PELA SAÚDE!!
E foi isso mesmo que fizemos! O Projecto PES organizou esta ida ao Complexo Desportivo.
E....lá fomos nós!!
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AMM
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A Natércia apresenta-nos a sua vivência sobre os amigos virtuais.
Amigos para sempre
Quando um blogue iniciei
Para a minha história contar,
Nem sequer imaginei
Amigos assim encontrar.
Amigos à distância, mas amigos leais.
Amigos que nunca vi, mas que sempre senti.
Amigos que apenas imagino.
Amigos reais!
Amigos que me ajudaram,
Amigos que tento ajudar.
Amigos que de mim tentam gostar,
Amigos que vou sempre apoiar.
Amigos para as crises,
Amigos para as lágrimas...
Amigos para quando estamos tristes...
Amigos para quando estamos felizes!
Mas também já encontrei inimigos,
Neste mundo que também tem perigos
Neste mundo que tem defeitos
Mas (para relembrar), direitos!
Mas os amigos ajudaram-me a ultrapassar
Esse grande mal-estar.
E agora posso afirmar:
AMIGOS PARA SEMPRE
nós vamos ficar!!!
Natércia Carvalho, 11ºF
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MCCA
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9:16 da manhã
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O Núcleo de Teatro organizou um almoço....de Halloween...muiiiiito fantasmagórico e assustador!!
Vejam como estavam algumas bruxinhas/meninas e como estava decorada a cantina.
Antes do almoço ainda houve tempo para o Clube de Artes fazer um desfile de Máscaras, vampiros, bruxas.....
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AMM
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5:35 da tarde
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EMD
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Na Escola Secundária Campos Melo, na Covilhã, os alunos de 12.º ano de Biologia e Psicologia juntam-se aos professores em sessões de esclarecimento dos colegas mais novos sobre sexualidade. O objectivo é prevenir comportamentos de risco.
O projecto foi convidado para o Intercâmbio Regional de Experiências da Associação para o Planeamento da Família (APF), amanhã, no auditório do Instituto Português da Juventude (IPJ) de Coimbra, um encontro onde serão apresentados projectos no âmbito da educação sexual em meio escolar.
As sessões do projecto "Campos Melo, uma Escola Saudável" são integradas no calendário escolar e abordam, além da sexualidade e do consumo de drogas ou álcool, temas como alimentação, exercício físico e violência em contexto escolar.
"Realizamos sessões para cada turma, dinamizadas por sete professores escolhidos para o projecto", descreve a coordenadora do programa, Regina Conceição, que é professora naquele estabelecimento de ensino. Entre as sessões está a "formação de pares" organizada por alunos de 12.º ano (com o apoio dos docentes) que esclarecem os mais novos sobre o tema específico da sexualidade.
As sessões, que integram o projecto de Educação para a Saúde desta escola, decorrem fora das salas de aula, num espaço com sofás e cadeiras coloridas, com ambiente informal e onde estão à mão folhetos sobre as matérias abordadas.
"O espaço funciona também como local de atendimento privado para alunos que queiram colocar as suas dúvidas num horário de atendimento pré-definido", acrescenta. Para além destas sessões, o projecto dinamiza ainda outras acções ao longo do ano, sempre com o mesmo objectivo.
O consumo de substâncias como drogas e álcool é o assunto mais abordado pelos alunos, seguindo-se questões ligadas à sexualidade, explicam Fábio Pais e Cláudia Farias, alunos do 12.º e 8.º ano.
"A sessão com alunos mais velhos foi muito positiva, porque ao mesmo tempo conviviam connosco e deixavam-nos mais à vontade para falar de sexualidade, um tema que se trata de uma forma mais privada", descreve Cláudia, de 13 anos.
"Não são aulas, são actividades em grupo, com debate e jogos educativos sobre os problemas que podem aparecer. A informação fica mais assimilada", destaca Fábio, de 17 anos.
Fábio não se surpreende com o avolumar de dúvidas sobre drogas e álcool: "Há muitas substâncias, com diferentes efeitos, e mesmo em relação ao álcool há sempre perguntas. Por exemplo: Beber só um copo faz mal?".
Para Cláudia, a sexualidade "é o tema mais importante porque causa muito furor na adolescência" e acredita que as sessões são capazes de mudar comportamentos: "Sem dúvida, aprendemos a ser mais responsáveis."
Concluído o primeiro triénio do projecto "Campos Melo, uma Escola Saudável", a equipa responsável está agora no arranque de um novo período de três anos (até ao ano lectivo 2011/12) em que espera que cada uma das 48 turmas receba seis sessões de esclarecimento.
"Temos um grande desafio pela frente com a implementação da lei de educação sexual nas escolas, que exige muito mais disponibilidade de tempo lectivo dos alunos". Ainda assim, Regina Conceição espera que as sessões do projecto "possam continuar ou até aumentar".
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EMD
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10:50 da tarde
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O Clube Criar Laços , que tem a responsabilidade de preparar, organizar , ensaiar e levar a cabo o Sarau Cultural da Escola, fez a sua demonstração na sala 5 e vários alunos sentiram-se entusiasmados a participar no espectáculo.
O Clube de Fotografia fez uma exposição dos trabalhos realizados pelos alunos:


O Clube de Matemática
pôs as cabecinhas a pensar, usando jogos didácticos e de raciocínio.
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AMM
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MCCA
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3:41 da tarde
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Foi um dia muito animado, cheio de actividades, convívio, demonstrações, refeições temáticas, desporto.....



E o da Biotecnologia
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AMM
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